A desesperança botafoguense

Créditos da imagem: Globo Esporte

Ser botafoguense é, hoje, um ato de resistência

2019 começou muito mal para o Botafogo: ídolo da torcida, o goleiro Jefferson, aos 35 anos de idade, aposentou-se de maneira relativamente precoce para a posição.

Matheus Fernandes e Igor Rabello, dois dos jogadores mais capacitados e principais ativos do elenco na última temporada, foram vendidos a “preço de banana” dentro do mercado interno (para Palmeiras e Atlético Mineiro, respectivamente).

E como desgraça pouca é bobagem, a derrota na segunda rodada da Copinha para o Cuiabá, com direito a um pontapé grotesco do jovem botafoguense Luis Henrique no adversário, dá uma mostra do que vem por aí.

É incrível como, entra ano, sai ano, o Botafogo só faz se apequenar e o seu passado de glórias vai ficando cada vez mais remoto.

Hoje, o que impera, é a desesperança. E esta é vizinha da indiferença.

E o que pode ser mais triste para um torcedor do que ele deixar de se importar com as coisas que envolvem o seu clube?

E segue o jogo.

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