A volta do DNA ofensivo rubro-negro

Créditos da imagem: Gilvan de Souza / flamengo.com.br

É inevitável que o torcedor do Flamengo esteja animado com esse começo de ano. São vários os motivos: invecibilidade – até o momento, somente dois empates, contra Ceará e Fluminense, e dez vitórias -; grande fase de jogadores como Diego, conduzindo o time com maestria, Guerrero, com a faceta goleadora que se esperava; além de coadjuvantes em bom momento, como Éverton e Trauco. A defesa, exceção ao Fla-Flu, também faz boa campanha, com números regulares e atuações pessoais seguras de Muralha, Rafael Vaz e, principalmente, Réver e Pará.

Ou seja, sobram motivos para os rubro-negros acreditarem em um ano ainda melhor do que 2016. Mas a principal razão de animação dos torcedores é a uma volta às origens, quase uma viagem no tempo: O DNA ofensivo rubro-negro.

Tradicionalmente, os grandes times do Flamengo eram goleadores, que se preocupavam em fazer gols antes de qualquer coisa. Claro, a geração de 81 é a principal bandeira dessa vocação ao ataque. É, dada as devidas proporções de qualidade técnica, exatamente o que mostra o Fla de Zé Ricardo versão 2017. É claro que o campeonato estadual (o Carioca principalmente) não é parâmetro, com seus times quase-amadores e os rivais ainda em fase de montagem. Até a estreia da Libertadores, contra um bom, mas sem ritmo San Lorenzo, merece ser olhada com cuidado nessa análise.

Ainda assim, o escrete rubro-negro tem feito a sua parte, inclusive o time reserva. São 33 gols em 12 jogos, uma média de 2,75 tentos por partida, o melhor ataque entre os clubes da Série A. Com um detalhe que torna a estatística ainda mais interessante: doze jogadores diferentes já marcaram pelo time de Zé Ricardo.

No último sábado, contra a frágil Portuguesa da Ilha, os reservas mostraram força ofensiva e, mesmo com o jogo já nas mãos, não se furtaram a tentar o gol. Se o quarto tento chegou no começo do segundo tempo, o quinto veio na última jogada da partida. E de falta, o terceiro seguido (Guerrero contra o Flu, Diego contra o San Lorenzo e Paquetá contra a Portuguesa), outro motivo que remete às tradições do clube de Zico, Júnior e Petkovic.

É animador para o torcedor do Flamengo que a retomada do protagonismo nacional do clube, formando um time forte e competitivo, seja com essa vocação ofensiva que tanto agrada ao espectador.

Ainda há muita temporada pela frente e, taticamente, o rubro-negro precisa evoluir para disputar os títulos que deseja para 2017, já que a concorrência promete ser de alto nível. De qualquer forma, a torcida deseja que o time mantenha a pegada ofensiva, afinal, é pura questão matemática: quem faz mais gols vence os jogos, equação básica para transformar o ‘cheirinho de título’ no doce sabor das conquistas.

6 comentários em: “A volta do DNA ofensivo rubro-negro

  1. Gent o nosso flamengo tem dois craques brilhando no sub 17 da seleção brasileira vjao o qui os moleques fizeram ontem na vitoria da seleção motivo de orgulho p nos ..Vinicius jr.e lucon craques

  2. UMA PENA O DIEGO NÃO TER VOLTADO PARA O SANTOS…

    ALÉM DE MUITO BOM JOGADOR, TEM SE MOSTRADO UM GRANDE PROFISSIONAL…

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