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Fernando Prado

Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.
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Pequeno detalhe?

Ao preterir o Santos pelo pomposo Palmeiras, Keno freou a evolução da própria carreira

Um dos destaques do último Brasileirão atuando pelo Santa Cruz, Keno esteve muito próximo de fechar com o Santos no início do ano (a pedido do então técnico do clube Dorival Júnior).

Típico atacante de lado – agudo e driblador -, o jogador era a peça que Dorival desejava para amenizar as perdas de Geuvânio e Gabigol, negociados pelo clube da Baixada e que eram fundamentais para o estilo de jogo da equipe.

Com um time pronto e encaixado, é razoável supor que Keno seria titular de um quarteto ofensivo de respeito formado por Lucas Lima, Vitor Bueno, ele (Keno) e Ricardo Oliveira.

Promissor, não?

Só que no meio do caminho havia uma pedra… de esmeralda!

O “novo rico” Palmeiras entrou na parada e o final a gente já sabe.

Sem querer entrar na questão financeira e todo aquele blá blá blá sobre liberdade de escolha do próprio destino, penso que ao menos esportivamente falando dá para afirmar que Keno (ou a pessoa que administra a sua carreira) errou ao escolher um clube em reformulação e com excesso de atacantes (Dudu, Michel Bastos, Erik, Róger Guedes, Willian e outros) em detrimento de outro que lhe prometia uma posição de protagonismo muito mais factível.

Veja, tivesse ido para o Santos, Keno poderia ser hoje o “Bruno Henrique da vez” e, quem sabe, estaria ele (Keno) também no radar de Tite para a Seleção Brasileira.

Bruno Henrique, vale frisar, que tão somente foi contratado pelo Peixe após a negociação com Keno melar.

De qualquer forma, como no futebol quase tudo se transforma, é claro que Keno pode passar a ser titular, ocupar um lugar de destaque e virar “um dos caras” do Palmeiras. E assim contrariar o teor destas mal traçadas linhas.

Na última rodada do Brasileirão, ele “deitou” e deu um primeiro passo para que isso aconteça.

A conferir as cenas dos próximos capítulos.

E segue o jogo.

Postado em Palmeiras, Santos16 Comments

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Palpites da 27ª rodada do Brasileirão 2017

Botafogo x Chapecoense
O Botafogo, na luta por uma vaga na Libertadores, vence a Chapecoense, na luta contra o rebaixamento.

Atlético Paranaense x Atlético Goianiense
Verdade que o lanterna tem aprontado algumas (como na inesperada vitória fora de casa contra o Avaí na última rodada), mas aposto no Furacão.

Corinthians x Coritiba
Difícil imaginar qualquer resultado que não a vitória do Corinthians em Itaquera, mesmo considerando a evidente queda no nível de futebol apresentado pelos comandados de Carille. Dá Timão.

Atlético Mineiro x São Paulo
Rebaixamento ou Libertadores? O Galo melhorou após a troca de treinador e com o retorno de Robinho à equipe titular. Mas acredito que o São Paulo do competente Dorival esteja mais focado e inteiro. Aposto em empate que não interessa a nenhum dos times.

Grêmio x Cruzeiro
O único representante vivo do Brasil na Libertadores contra o campeão da Copa do Brasil. Empate entre dois times que pouco almejam na competição.

Avaí x Vasco
Depois de ser surpreendido pelo Atlético Goianiense em casa, o Avaí dará uma resposta imediata e vencerá o Vasco.

Flamengo x Fluminense
Um melancólico Fla x Flu com cheiro de empate.

Vitória x Sport
Vitória do Vitória. Para desespero dos pernambucanos, cada vez mais cotados para disputarem a Segundona em 2018.

Ponte Preta x Santos
Muito seguro defensivamente, o Santos dá um salto de qualidade gigantesco com o retorno do fundamental Lucas Lima ao seu meio de campo. Vitória dos visitantes e vice-líderes do Brasileirão.

Palmeiras x Bahia
Vitória do Palmeiras, sempre muito forte em sua arena.

Postado em Futebol nacional, Palpites3 Comments

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Jair Ventura é o cara para o Santos em 2018

“Deu na internet”: Levir pode voltar para o Japão no ano que vem. Mas o que Jair Ventura tem com isso?

É… o Corinthians é tão, mas tão favorito a conquistar o Brasileirão – um tanto arrastado na parte de cima da tabela – que até o Santos, atual 2º colocado, já parece pensar em 2018 (vá lá que muito em razão do período eleitoral que se aproxima do clube, é verdade. As especulações pelos lados da Vila Belmiro, de Lucas Lima a Robinho, estão a todo vapor).

De qualquer forma, peço atenção a duas notícias veiculadas ontem envolvendo o futuro da equipe praiana que motivaram estas linhas:

i) a primeira, que Levir estaria de saída para o Japão, lugar que conhece bem.

ii) a segunda, sobre a vontade de Modesto Roma, em sendo reeleito, de subir até 9 (nove!) “Meninos da Vila” para os profissionais na próxima temporada.

E é aí que entra Jair Ventura. Explico: sem um treinador definido para iniciar o novo ciclo da presidência (seja pela situação ou pela oposição), que nome melhor para iniciar um projeto do que o de um técnico da “nova geração”, respaldado por um excelente trabalho realizado no Botafogo e que ainda por cima sabe trabalhar com a base (algo fundamental para o clube mais tradicional do País nesse ponto)?!

“Timing”

Que os amigos botafoguenses não me levem a mal, mas é chegada a hora de Jair Ventura alçar voos mais altos.

Veja, não se trata de diferenciar a grandeza ou a representatividade dos clubes, mas sim sobre o que cada um pode oferecer no momento.

Claro que tudo na vida é uma questão de perspectiva e que, com o perdão da filosofia barata, “nada é garantia de nada no futebol”.

No entanto, é razoável pensar que no Santos Jair Ventura conseguiria atingir objetivos que no Botafogo seriam mais, digamos, improváveis. Tanto pela qualidade dos elencos quanto pela capacidade de investimento de cada um.

Ou não!

Talvez continuar o projeto no Botafogo e lapidar um trabalho até agora admirável possa ser mais vantajoso.

Né?

Perceba que, no fim, toda decisão é uma aposta.

A minha: Jair Ventura está pronto para sair da zona de conforto, avançar na carreira e comandar o Santos em 2018.

E segue o jogo.

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Fluminense: como “virar o tapete” da própria imagem?

Próximo da zona do rebaixamento no corrente Brasileirão, Fluminense conta com massiva torcida contra a sua permanência na Série A. Histórico de “viradas de mesa” geraram danos irreparáveis à imagem do clube

Vejam e relembrem a podridão do que fizeram com o Fluminense – e o futebol brasileiro – na tabela-resumo abaixo:

Breve retrospectiva das “viradas de mesa” do Fluminense

1996: após uma pífia campanha no Campeonato Brasileiro, o Fluminense foi rebaixado para a Série B. Mas denúncias de pagamento de propina para árbitros e de manipulação de resultados — envolvendo, entre outros, o então diretor da Comissão de Arbitragem, Ivens Mendes — fizeram o Tricolor das Laranjeiras permanecer na elite do futebol nacional. O então presidente do clube, Álvaro Barcelos (foto), comemorou a virada de mesa bebendo champanhe.

1997: com apenas 22 pontos conquistados em 25 jogos, o Fluminense terminou em penúltimo lugar no Brasileiro de 1997 e, desta vez, foi parar na 2ª divisão.

1998: novo vexame: disputando uma vaga na Série A com 23 equipes, o Fluminense terminou a competição na inacreditável 19ª posição e acabou rebaixado para a 3ª divisão.

1999: na Série C, sob a batuta de Carlos Alberto Parreira, o Fluminense parecia finalmente honrar as tradições do clube. Venceu a competição e, com isso, ganhou o direito de disputar a Série B na temporada seguinte. Tudo bem? Que nada! O chamado “caso Sandro Hiroshi” levaria o Flu de volta à Série A. O jogador disputou o Brasileirão daquele ano pelo São Paulo com documentação irregular. O time perdeu os pontos pelas partidas em que ele foi escalado e, com isso, surgiu uma polêmica (que também envolvia Botafogo e Gama) sobre quem seria rebaixado. No meio dessa confusão, a CBF convenientemente levou o problema para o Clube dos Treze, que acabaria organizando a Copa João Havelange no ano 2000 e chamaria, assim, Fluminense, Juventude, América Mineiro e Bahia de volta à elite. É mole?

Entre muitas conclusões, há duas que eu destacaria:

i) o futebol brasileiro melhorou;

ii) o Fluminense inevitavelmente carregará a pecha ad eternum de ser o time da “virada de mesa”, do desrespeito às regras do jogo (mesmo a gente sabendo que muuuuitos clubes fariam o mesmo caso tivessem a mesma chance e/ou necessidade). Hoje a 1 mísero ponto da zona de rebaixamento, o Tricolor das Laranjeiras conta com massiva torcida contra a sua permanência na Série A. É a imagem arranhada de um clube que tem, pelo menos na visão popular, contas a pagar com o que é certo. Ainda que por vias tortas.

Um brinde de champanhe à malandragem.

E segue o jogo.

Postado em Fluminense, História9 Comments

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Palmeiras é favorito contra o Santos e faz certo em “vender o papo” de que incomodará o Corinthians

No duelo do próximo sábado pela vice-liderança do Brasileirão, acredito que o Palmeiras seja favorito contra o Santos e poderá, em caso de vitória, assumir o papel de principal perseguidor do Corinthians (algo de que o Grêmio abriu mão. A ver se errada ou acertadamente, dependendo do que acontecer na Libertadores. No ano passado, a aposta de Renato Gaúcho deu certo e o clube gaúcho colheu os frutos na Copa do Brasil. Há, portanto, coerência na postura do treinador).

Além de atuar em casa – onde terá torcida única -, o Alviverde vem em melhor momento e enfrentará um Santos baqueado pela recente eliminação na Libertadores e ainda desfalcado de seu melhor jogador, Lucas Lima.

Ao Peixe resta o alento de não ser incomum a vitória, nos clássicos, dos times menos cotados nas análises pré-jogo, talvez até por entrarem menos pressionados e/ou com o orgulho ferido. Sem falar no momento mágico vivido por Vanderlei, que pode fazer a diferença. A conferir.

De qualquer forma, caso a minha expectativa se confirme e dê mesmo Palmeiras, penso que as declarações públicas de Edu Dracena (um líder nato que não à toa é um colecionador de canecos) no sentido de ser sim ainda possível que a sua equipe dispute o título – algo que Moisés e Cuca também andaram dizendo para os veículos de imprensa – ganham ainda mais relevância, além de dar uma pressionada no líder da competição, mal no 2º turno e já sem a confiança de outrora.

Pois é, ainda dá para o Corinthians não ser campeão brasileiro.

E segue o jogo.

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Grêmio dentro. Botafogo e Santos fora

Foi suado. O Botafogo de Jair Ventura e Bruno Silva vendeu caro a classificação, mas no final venceu o time com mais talento e tradição na competição (gol da vitória marcado pelo ex-palmeirense Barrios).

Grêmio e Botafogo (além do Corinthians) são as equipes mais bem treinadas do futebol brasileiro na temporada e fizeram, como era de se prever, um duelo duro e equilibrado.

Parabéns a Renato Gaúcho (será que ele está errado mesmo em poupar jogadores no Brasileirão? O RESULTADO, sempre ele, na Libertadores é que vai definir. No ano passado, o treinador adotou a mesma postura e conquistou a Copa do Brasil. Está sendo coerente e fiel ao que já deu certo, portanto) e parabéns ao “milagreiro” Jair Ventura (hoje o melhor nome para qualquer clube iniciar um novo projeto em 2018 e que, por isso, deverá ser bastante cobiçado a partir de dezembro).

Agora o Grêmio enfrenta o Barcelona, que merecidamente eliminou o Santos. Melhor nas duas partidas (em casa e na Vila), o time equatoriano acabou com o sonho santista de ganhar pela quarta vez a competição e o colocou no devido lugar. Explico: em 2017, seja com Dorival, seja com Levir, a verdade é que o Santos – embora competitivo e com bons números – em nenhum momento convenceu. O único ponto positivo que fica é a consolidação de Vanderlei, hoje devidamente reconhecido pelo grande público. Bruno Henrique poderia ser outro, mas pode ter colocado tudo a perder após a cusparada de ontem. A ver como imprensa, torcida e o próprio jogador reagirão ao deplorável ato.

Cabe ao Peixe juntar os cacos, tentar a classificação para a Libertadores do ano que vem e dar uma mexida no elenco, pois a base, que desde 2015 está “nas cabeças” em tudo que disputa, é boa. Penso que a manutenção de Lucas Lima deveria ser prioridade, assim como a contratação de um grande camisa 9 para substituir Ricardo Oliveira, já na curva descendente da carreira. Ah, como Barcos, quase contratado em janeiro, teria sido útil ao Santos!

E segue o jogo.

Leia também:

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Postado em Botafogo, Copa Libertadores, Grêmio, Santos3 Comments

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Menos, Neymar, menos. Mas menos você também, Cavani

Como em quase todas as brigas, não há um lado totalmente certo no duelo pelas bolas paradas do PSG protagonizado por Neymar e Cavani

Que Neymar é mimado e adora dar um piti não é novidade. Dorival Júnior que o diga.

E novamente ele errou ao escancarar a sua insatisfação publicamente e assim expor o seu companheiro e o seu treinador no meio de uma partida, pelo simples fato de não concordar com quem bateria uma falta e um pênalti.

Mas convenhamos que nessa história Cavani também está se mostrando “obtuso”, para dizer o mínimo (o que para alguns é visto como “personalidade”, para mim é não ter a noção da realidade e da própria representatividade).

Penso que deveria partir do ótimo centroavante uruguaio a iniciativa de “passar o bastão” das cobranças de penalidades para o verdadeiro astro do time e único jogador do elenco capaz de conseguir mudar o PSG de patamar.

Algo similar ao que o argentino Pastore fez ao “ceder” a camisa 10 para o brasileiro por ocasião de sua contratação.

Veja, não se trata de ser submisso ou “bunda-mole”. Trata-se de reconhecimento.

O craque brasileiro (e mundial) tem sim motivos para chegar no PSG e já querer “sentar na janelinha”.

Ora, estamos falando do jogador mais caro da história do futebol, um gênio da bola.

Se me permitem uma analogia, seria mais ou menos como se o Tostão fosse contratado por um portal esportivo e nele de cara atingisse uma posição de maior visibilidade ou até substituísse alguém em alguma função. Justíssimo, não?!

De maneira que o critério da “antiguidade” deve ser observado até a página dois…

E segue o jogo.

Postado em Futebol internacional, Seleção Brasileira14 Comments

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Palpites da 24ª rodada do Brasileirão 2017

Botafogo x Santos
De olho na Libertadores, Botafogo e Santos devem jogar com os reservas no duelo de abertura da rodada. Empate.

Ponte Preta x Atlético Goianiense
Com os perigosos Lucca e Sheik comandando o ataque ponte-pretano, aposto em vitória da Macaca contra o lanterna.

Avaí x Atlético Mineiro
Líder do returno (!), o surpreendente Avaí vencerá o decepcionante Galo.

Flamengo x Sport
Jogo imprevisível entre dois times instáveis. Pelo fator casa, aposto na vitória dos comandados de Rueda. Dá Flamengo.

Corinthians x Vasco
Talvez a partida mais importante do líder até aqui no Brasileirão. Caso não vença, a coisa pode desandar e a confiança ir de vez para o ralo lá em Itaquera. No entanto, aposto no Corinthians, um time organizado e sólido em quase todas as partidas que disputou (mesmo nas derrotas).

Atlético Paranaense x Fluminense
Dois times com alguns jogadores interessantes, mas que devem ficar no meio da tabela em 2017. Empate.

Grêmio x Chapecoense
O time reserva do Grêmio já demonstrou ser incapaz de representar o clube no Brasileirão. No entanto, a Chapecoense talvez seja a equipe que hoje eu considere a mais fraca da competição. Vitória gaúcha.

Vitória x São Paulo
Jogão na “turma da bagunça”. Confiante e desenvolto desde que Mancini foi recontratado, o Vitória jogará contra um São Paulo cada vez mais afundado na sua crise e conquistará os três pontos. Mais uma derrota do Tricolor Paulista, o pior visitante do Brasileirão.

Cruzeiro x Bahia
Vitória do Cruzeiro de Mano Menezes, o meu favorito para a conquista da Copa do Brasil.

Palmeiras x Coritiba
Motivado e aparentemente navegando em mares mais calmos, o Palmeiras vence o Coxa na segunda-feira à noite.

Postado em Futebol nacional, Palpites3 Comments

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José Maria de AquinoJosé Maria de Aquino

Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

Gabriel RosteyGabriel Rostey

Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

Gustavo FernandesGustavo Fernandes

Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

Jorge FreitasJorge Freitas

“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

Emerson FigueiredoEmerson Figueiredo

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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