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Jorge Freitas

“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.
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Palpites da 28ª rodada do Brasileirão 2017

Vasco x Botafogo
A rodada, que já teve um jogo adiantado para semana passada, começa para valer com um grande clássico nacional. Vasco e Botafogo se enfrentam de olho, se não por uma vaga na pré-Libertadores, por um suspiro maior na classificação. Com os dois times em boa fase, é possível prever um clássico bem melhor do que o badalado Fla-Flu, da última quinta-feira, apesar de o resultado ser o mesmo: empate.

São Paulo x Atlético-PR
Ainda no sábado outro jogo de tirar o fôlego. O Tricolor Paulista de volta ao Z-4, sem vencer um time entre os dez primeiros colocados há mais de dois meses. Já o Furacão, quando parecia que ia engrenar, vacilou e vem de três jogos sem vencer, sendo o último deles um empate em casa contra o lanterna Atlético-GO. É jogo de pressão para todos os lados, também com cara de empate.

Fluminense x Avaí
Para começar o domingo, já às 17h, devido ao horário de verão, Fluminense e Avaí fazem um jogo de desesperados. O Flu, uma decepção, principalmente na segunda metade do campeonato. Já o Avaí, após deslanchar, vem de duas derrotas em casa, uma delas também para o lanterna Atlético-GO. A impressão é que depois desses tropeços, o Avaí sentirá o baque e por isso não conseguirá sequer trazer um ponto do Rio. O Flu volta a vencer.

Sport x Atlético-MG
Sport e Atlético se enfrentam após reencontrarem o caminho das vitórias. Pelo lado do Leão, a intenção é conseguir os três pontos para se afastar da zona da confusão, enquanto o Galo busca colar de vez na briga pela pré-Libertadores, para evitar um fiasco completo na temporada 2017. Outro jogo com cara de empate.

Atlético-GO x Palmeiras
Outro jogo interessante da rodada. Ao Atlético-GO, parece agora que cabe o papel de Venezuela do Brasileirão, mais para atrapalhar do que para qualquer outro objetivo maior, e pega um adversário bastante desestabilizado depois de dois péssimos resultados em casa, que o afastaram de vez da briga pelo título do Brasileirão. Literalmente, jogo entre mortos e feridos, que neste caso, servirá para curar alguma das feridas de quem ainda pode respirar. Dá Palmeiras.

Chapecoense x Flamengo
Chape e Flamengo fazem um jogo interessante, após se encontraram na Sul-Americana, com vantagem carioca. Entretanto, depois daquilo, o rubro-negro perdeu uma final da Copa do Brasil e vê no Brasileirão apenas uma oportunidade de manter ritmo para vencer a Sul-Americana e não passar o ano em branco, como Palmeiras e Galo. Pouco, muito pouco. Por isso, para a Chape este jogo vale muito mais e ela fará por onde. Vitória dos donos da casa.

Coritiba x Grêmio
Jogo muito próximo da realidade de Chape x Fla. O Coxa precisa da vitória para ainda respirar no Brasileirão, enquanto o Grêmio também vê no Brasileirão apenas a oportunidade de manter o elenco quente para o confronto da semi da Libertadores, contra o Barcelona. A diferença é que hoje está impossível apostar a favor do Coxa, que, após seis campeonatos namorando o rebaixamento, enfim oficializará a relação em cartório. Dá Grêmio.

Bahia x Corinthians
Outro jogo bastante interessante, no quase fechar das cortinas da rodada. O Bahia chega com o moral lá em cima pelo grande resultado conquistado em São Paulo contra o Palmeiras na quinta-feira. Já o Corinthians chega babando pelo título, após abrir dez pontos do segundo colocado. A proposta de jogo vai ao encontro do que gosta o Corinthians, Bahia empolgado para cima, contra-ataque e bola na rede. Dá Timão.

Santos x Vitória
O Santos sabe que precisa dos três pontos para ainda sonhar com o título. Já o Vitória, após péssimo resultado em casa, sabe que perder novamente o aproximará ainda mais do Z-4. Jogo bastante interessante, de um mandante letal contra um visitante indigesto. Sem Bruno Henrique, este jogo ficará no empate.

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ParanaClube

Pés na mesa na casa do rival: o Paraná Clube só cresceu nessa terça-feira

A última terça-feira foi marcante. Jogo de um time paranaense na Arena da Baixada, recorde de público e clube vivo na briga pelo título. Visto assim, você poderia pensar que houve algum grande jogo do Atlético Paranaense e que a torcida estava a todo apoio do time.

Mas não. A festa mais bonita da semana, que só está em sua metade, ficou por conta exatamente de um dos rivais do Furacão, o Paraná Clube, que lotou a Arena com mais de 39 mil presentes e estabeleceu o novo recorde de público do estádio, que até então era de um jogo de Copa do Mundo.

É o que acontece quando uma torcida abraça seu clube e compra as boas ideias de sua diretoria. Na Série B, o Paraná conseguiu público maior do que pôs o Furacão, um dos times mais bem estruturados hoje no Brasil, em jogos da Série A, final de Campeonato Paranaense e mata-matas de Libertadores e Copa do Brasil.

Louvável. Foi como chegar na casa do rival e colocar os pés em cima da mesa.
No entanto, o mais legal de tudo não fica por conta apenas da “vitória” da torcida paranista em cima da torcida atleticana, mas sim que agora é hora dos rubro-negros a se mobilizarem, lotarem seu estádio e mostrarem quem realmente manda ali.

Essa sim é a “briga” de torcida que tanto queremos, que vimos em 76 com a Invasão Corintiana, por exemplo.
O mosaico foi realmente de encher os olhos. Fez-me até pensar que faz tempo que o Paraná não volta à Série A. Fez-me até torcer.

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A estratégia do ponto-a-ponto: o Corinthians pode jogar com a vantagem debaixo dos braços

O Corinthians alcançou mais um jogo sem vitória. Ao mesmo tempo, no entanto, seguiu por mais uma rodada na liderança, ainda a distantes oito pontos do vice-líder, que deixou de ser o Grêmio desde a rodada retrasada.

O Timão da segunda metade do campeonato não é nem sombra daquele que alcançou o título de melhor clube da era dos pontos corridos em um só turno. Entretanto, a equipe tem sabido usar como ninguém a enorme vantagem construída na primeira parte.

Todo mundo sabe que a fórmula para se conquistar um campeonato de pontos corridos é ganhar em casa e empatar fora. Nos últimos três jogos, foi exatamente isso o que o clube fez. Vitória em casa contra o Vasco e empates fora contra Cruzeiro e São Paulo.

Com a grande vantagem, somar um ponto fora de casa é ótimo, pois no final fará toda a diferença.

Nos próximos três jogos, o time tem pela frente Coritiba em casa, Bahia fora e Grêmio em casa. Seguindo a lógica, fará sete pontos e ficará a pelo menos ainda seis pontos do vice-líder (isso se o Santos passar pelos adversários com 100% de aproveitamento).

A vantagem ainda é tão boa que, em 36 pontos restantes, mesmo que o clube vá mal e faça apenas 50% deles, isto é, 18 pontos, o Santos precisaria alcançar a incrível marca de 72,2% de aproveitamento daqui até o final do campeonato (26 pontos) para ainda assim apenas empatar com o clube da capital. Por curiosidade, nem mesmo o Corinthians tem este aproveitamento no campeonato.

Ou seja, a vantagem ainda é muito boa e os pontos somados fora de casa estão servindo para manter a tranquilidade de um time que desencontrou o seu futebol após o término da 19ª rodada.

Tem muito jogo ainda, mas se santistas e gremistas podem sonhar com o título brasileiro, os corintianos têm uma vantagem e tanto para sonhar ainda mais, mesmo com o mau futebol que a equipe vem praticando.

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O roteiro esperado: a crucificação de Alex Muralha beira o absurdo

A torcida do Flamengo já escolheu o seu vilão pelo vice-campeonato da Copa do Brasil. Alex Muralha, sem defender nenhuma das cinco cobranças cruzeirenses – sendo quatro delas em canto oposto ao qual optou o goleiro – é o responsável da vez.

Cartas marcadas. Era certo que caso o Flamengo perdesse esse título – e nesse caso por qualquer resultado que fosse – tudo cairia sobre o goleiro.

Por isso, crucificar Alex Muralha neste momento beira o absurdo. Primeiro porque Alex sequer atuou no primeiro jogo, quando, em casa, o clube carioca foi incapaz de fazer o seu dever. Segundo porque a falha de um goleiro neste jogo foi do jovem Thiago, e Alex nada mais fez do que assistir do banco à infelicidade do companheiro. Terceiro porque passou 90 minutos embaixo das traves em um Mineirão lotado e não levou gol. Quarto porque seu time mais uma vez foi incapaz de balançar as redes do adversário. E quinto porque não é tarefa fácil ser um pegador de pênaltis.

Nesse último, um detalhe: Alex Muralha realmente nunca se destacou pelo que fez debaixo das traves na hora das cobranças máximas. Mas nem mesmo Fábio, o grande e consagrado goleiro que estava do outro lado, pegou mais de uma cobrança. Você pode debater que uma foi mais do que o necessário para o Cruzeiro e que não precisaria de mais, mas vejamos, mesmo um grande goleiro como Fábio levou 75% das cobranças de pênalti na decisão, inclusive com uma bola passando por baixo de sua barriga.

Crucificar Muralha é botar em xeque a carreira de um goleiro que chegou a ser convocado para a Seleção Brasileira em um momento em que o país convive com um sem-número de goleiros de alto nível.

Diego errou o pênalti e ninguém falou nada nem o crucificou – e nem deveria, pois errar é uma possibilidade e grandes nomes do futebol mundial já erraram. Mas é injusto botar a culpa toda num goleiro sem que ele realmente tenha comprometido. É injusto, pois Muralha já entrou em campo com a máscara de vilão, fizesse o que fizesse. Não pegou pênaltis, mas também não é fácil de pegar. Não é como cortar uma bola ou dar um passe de lado. Nem se comparam.

O futebol historicamente encontra seus vilões. Mas tem horas em que também é preciso encontrar roteiristas melhores.

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O que Hitler tem a ensinar – ainda hoje – ao presidente do Galo, Daniel Nepomuceno?

Adolf Hitler é, sem dúvida, o maior tirano que a humanidade já viu. Mas no auge de seu comando político-militar alemão e na busca pelo domínio europeu, Hitler negou a história, invadiu a União Soviética e foi derrotado pelo frio, quase que identicamente ao ocorrido com Napoleão Bonaparte séculos antes no comando da França.

Guardadas as devidas proporções, o Galo acaba de anunciar como técnico Oswaldo de Oliveira. Nada contra o treinador, mas a temporada de 2017 do Atlético se identifica muito com a do Corinthians em 2016. Início de ano badalado com vaga na Libertadores, mas sequência com eliminações, trocas de técnicos (aqui a única diferença, pois Tite saiu para a Seleção, enquanto Roger foi demitido), contratação de treinador pouco vitorioso e sem compreensão do estilo de jogo da equipe para, por fim, numa nova troca, terminar o ano com o conhecido Oswaldinho.

Assim como o Corinthians do ano passado, o Galo acaba de encerrar ambições maiores no campeonato. Se fosse gestor como um cartola realmente deveria ser, Nepomuceno saberia que a escolha de Oswaldo de Oliveira fechou da pior maneira possível a temporada do rival paulista no ano passado. Mas como não é, faz do Atlético o Corinthians dessa temporada.

Hitler certamente diria a Daniel que os livros de história não estão aí apenas para pegar poeira, mas sim como um norteador daquilo que se deve ou não se deve fazer.

Felizmente, Hitler não pode dizer isso. Infelizmente, o futebol brasileiro é tão mal gerido quanto uma nação falida indo à guerra.

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Arbitragem

Alguém poderia explicar que diabos um trio de arbitragem estrangeiro estava fazendo nos confrontos sul-americanos entre brasileiros?

Quarta-feira tem sido dia de jogão. Em época de decisões de Libertadores e Sul-Americana, fiz a arriscada opção de assistir à decisão entre Ponte Preta e Sport, dois clubes em franco descenso no futebol brasileiro.

Marcado para começar às 19h15, logo de cara dei-me com o atraso de – pasmem – o trio de arbitragem, último a entrar em campo, depois de jogadores titulares e reservas de ambos os clubes.

Mas o que isso tem a ver com a decisão? Pois acredite que em uma decisão entre dois clubes brasileiros, o trio de arbitragem escolhido foi – pasmem de novo – do Equador. As interrogações surgiram em pelo menos 99% de qualquer torcedor mais elucidado do futebol.

Depois disso fui ver que Flamengo x Chapecoense teve trio de arbitragem vindo lá do Peru. E, finalmente, que o de Grêmio x Botafogo veio da Argentina. Se inicialmente a minha pergunta era “alguém poderia explicar que diabos um árbitro equatoriano estava fazendo neste jogo?”, com a repetição nos outros dois confrontos entre brasileiros, reforço triplicadamente minha pergunta, portanto. Por quê?

No dia em que a Conmebol escolheu quatro brasileiros para apitar jogos da 17ª e penúltima rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo, em outubro, a entidade máxima do futebol sul-americano contraditoriamente desprestigiou os árbitros nacionais para buscar – nem que seja na margem do Pacífico – o assoprador do apito, aquele que, com seu espanhol, conduzirá um jogo entre duas equipes que se falam em português.

Se você entendeu, pois bem, porque eu, não mesmo!

São coisas que só acontecem na nebulosa sede da Confederação, em Assunção no Paraguai. E enquanto isso, os clubes brasileiros seguem sendo feitos de gato e sapato, comendo o pão que o diabo amassou.

Parabéns aos envolvidos!

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Seis pontos importantes sobre o gol de Jô

• O Gol: Não importa se a bola já entraria ou não na belíssima jogada de Marquinhos Gabriel. A partir do momento em que o centroavante corintiano empurra com o braço para o gol, invalida-se o lance, bola no chão, sai com o Vasco. O Corinthians levou para a casa dois pontos irregulares e quanto a isso nem discussão cabe.

• A Compensação: O gol inválido de Jô não se torna aceitável devido ao pênalti claro não marcado pelo fraco assoprador do apito. Não existe compensação no futebol. Se ele errou, errou duas vezes e deve tomar uma geladeira de pelo menos uns dois meses para reciclagem.

• A Classificação: Um gol não é o suficiente para manchar a campanha do Corinthians. São 10 pontos de vantagem para o segundo colocado e uma campanha para lá de sensacional. Além disso, se formos levar ao rigor do apito a campanha corintiana, tira-se dois pontos de ontem, somam-se quatro pontos, dois de gols mal anulados também de Jô, contra o Coxa, pela 8ª rodada, e contra o Flamengo, pela 17ª.

• O Fair Play: O lance ganha peso por se tratar exatamente do jogador pivô da tão elogiada atitude de Rodrigo Caio. A comparação é devida, mas o julgamento é absurdo. Dizer que Jô é o típico brasileiro – ou pior, típico corintiano – é trivial. Rodrigo Caio está um passo a frente de todos os demais jogadores no quesito Fair Play, mas é necessário apontar: dos 239 jogos disputados até aqui no Brasileirão, este foi o primeiro e único que teve polêmica e falta de Fair Play?

• O Árbitro de Fundo: Jô fez um gol irregular, na cara de um auxiliar, que nada apontou. A única função que lhe é dada é averiguar irregularidades no ponto máximo antes de a bola entrar, mas mesmo assim a incompetência foi clara. Por isso, cabe perfeitamente a pergunta: qual é a linha que separa o Fair Play do jogador e a competência do árbitro e de seus auxiliares?

• O Destino: Quis os deuses do futebol que o próximo jogo do Corinthians, de Jô, fosse exatamente contra o São Paulo, de Rodrigo Caio. Como proceder durante o jogo? E se houver um lance de Fair Play, o anjo Rodrigo Caio assumirá e o diabo Jô se calará? Ou as taxações excessivas podem fazê-los mudar de ideia, tanto para o bem quanto para o mal? Todas as atenções voltadas no próximo domingo para a “Dupla Fair Play” do Brasil.

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The Chaaaaampions: a nova era dos bilhões está para começar

Nesta terça-feira começa mais um espetáculo da Terra. A UEFA Champions League tem seu pontapé inicial dentro das quatro linhas em um cenário jamais visto, com gigantes a serem combatidos por bilhões e bilhões de cifras de dólares.

Dentro das quatro linhas, porque fora dela o campeonato já começou. O mercado de transferência foi implacável com a grande maioria dos times. Inflacionado, rompeu barreiras e permitiu a novos times sonharem enfim com a “Orelhuda”.

Foram quase dois bilhões e meio de euros em transferências. Valores que tornam a UEFA Champions League 2017-18 a mais milionária e improvável de toda a história Pela primeira vez o poderio dos novos ricos ameaça de frente a grandeza de clubes consagrados. A saída de Neymar do Barcelona para o PSG pode ser visto como a prévia da tônica de todo o torneio desta temporada, com clubes do segundo escalão batendo de frente e muitas vezes superando a quase imbatível – dentro e fora de campo – dupla espanhola.

É a Nova Era. A era dos bilhões de dólares, que começa a afetar dentro de campo o que se faz fora dele. É a era em que uma janela de transferências te coloca de vez na briga por títulos ou te tira, sem dor nem piedade, de qualquer disputa.

O trono do Real Madrid, atual bicampeão, é posto em xeque pelos xeques árabes. É a chance mais clara de os petrodólares escurecerem símbolos tradicionais, desenharem novos campeões e criarem novos paradigmas.

Também passa a ser a Champions da UEFA e de seu Fair Play Financeiro, por enquanto mais indicado para estampar do que para se fazer cumprir.

Tudo isso entra em jogo já nesta semana, como os novos milionários de Manchester, de Paris e de Londres competindo de frente com os tradicionalíssimos clubes espanhóis e italianos.

Promessa de jogões a temporada toda, agora é só pagar para vê-la (e pra vencê-la), pois a nova era dos bilhões já está para começar.

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José Maria de AquinoJosé Maria de Aquino

Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

Fernando PradoFernando Prado

Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

Gabriel RosteyGabriel Rostey

Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

Gustavo FernandesGustavo Fernandes

Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

Jorge FreitasJorge Freitas

“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

Emerson FigueiredoEmerson Figueiredo

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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