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Juliano Ravanelli

Juliano Ravanelli, 33 anos, escriturário, morador de Rafard/SP, maluco por futebol, seja jogado no Camp Nou ou na terra batida da várzea.
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Craques, rivalidade, interesses: essa é a Copa América Centenário

A competição que comemora 100 anos da entidade que manda no futebol da América do Sul será realizada na… América do Norte.

Pois bem, em se tratando de CONMEBOL toda e qualquer aberração ou falta de planejamento deve ser encarada como natural.

Principalmente questões que envolvem interesses comerciais, tal qual essa escolha dos EUA para receber essa competição emblemática na história do futebol sul-americano.

Deixemos isso de lado, assim como o fato de a COPA AMÉRICA CENTENÁRIO ser simultânea à badalada e organizada EURO (isso realmente não interessa, pois os horários são diferentes e, pelo menos para mim, quanto mais futebol, melhor).

Vamos relevar também o fato de o caótico calendário do futebol brasileiro fazer com que o Brasileirão continue, e nossas atenções e, principalmente, nossos craques se dividam entre clube e seleção.

Elencados os inúmeros problemas e questões que não são novidades pra ninguém (pois já assolam nosso futebol brasileiro e sul-americano desde sempre), vamos falar de coisas boas.

Ah, e seria tão bom incluir nossa Seleção Brasileira dentre essas coisas, mas…. falaremos disso logo mais.

É inegável que além de todo o charme e a rivalidade que marcam a COPA AMÉRICA, temos uma verdadeira constelação de craques que desfilarão pelos gramados norte-americanos. MESSI, AGUERO, DÍ MARIA, LUISITO SUARES, CAVANI, ARTURO VIDAL, ALEXIS SANCHEZ, JAMES RODRIGUEZ, CUADRADO, PHILIPPE COUTINHO, DANIEL ALVES, CHICHARITO, DEMPSEY.

Falando em nomes que atuam no Brasileirão, teremos GANSO, GABIGOL, LUCAS LIMA, WALACE, ELIAS, RODRIGO CAIO, DOUGLAS SANTOS, ERAZO, CAZARES, MILLER BOLANOS, MARTIN SILVA, PAOLO GUERRERO, BALBUENA, MENA.

Ou seja, atrações e jogadores de grande nível não faltam.

E voltando a falar do Brasil, confesso que ao citar os grandes destaques do torneio, foi complicado encaixar alguém do elenco de Dunga. Sem entrar no mérito da “Neymardependência”, é triste verificar que a época em que facilmente 4 ou 5 jogadores brasileiros estariam na lista dos prováveis craques do torneio já ficou no passado.

Vale lembrar que o Brasil não conquista a Copa América desde 2007 e não está entre os favoritos na edição atual.

Além de toda bagunça administrativa e das escolhas questionáveis da comissão técnica, seguidos cortes por lesões atrapalham ainda mais o já confuso planejamento brasileiro.

Em tempos de total descrédito da torcida e da imprensa seria um alento uma bela campanha, oxalá um título de uma competição com adversários que por hora se mostram mais fortes.

Falando neles, a ARGENTINA vive uma seca histórica de conquistas (desde 1993) e também padece de problemas com seus dirigentes, incluindo uma intervenção do governo federal na AFA. Mas as semelhanças com o Brasil se encerram quando analisamos o elenco dos “hermanos”. MESSI à parte, ainda sobra talento especialmente do meio pra frente. Resta saber se toda essa qualidade finalmente quebrará o tabu e deixará de “morrer na praia”.

O Uruguai também sempre figura entre os favoritos, pois além de jogadores de destaque no cenário mundial, os uruguaios costumam se agigantar em competições de tiro curto. Mas importante salientar o “envelhecimento” do elenco “charrúa”(média de 28 anos) que pode pesar contra.

A Seleção Chilena chega pra defender seu título aparentemente mais enfraquecida. Apesar de contar praticamente com o mesmo elenco, “La Roja” não tem mais o brilhante JORGE SAMPAOLI e também não terá toda a “atmosfera” favorável que foi criada em solo chileno e contribui muito para histórica conquista.

Dentre as demais seleções, Colômbia e Equador são sempre vistas com bons olhos e dependendo do chaveamento tem boas chances de fazer uma bela competição.

O Paraguai é sempre uma incógnita, que mesmo sem um elenco de qualidade costuma complicar as coisas (o Brasil que o diga).

EUA e México – que mandam e desmandam na Concacaf – terão uma boa chance de mostrar o que podem fazer contra rivais sul-americanos. Os americanos têm uma boa seleção comandada por Klinsmann e parecem empolgados com o fato de sediarem a competição.

Já o México de Juan Carlos Osório (saudade, são-paulinos?) chega com uma série invicta de 19 partidas e uma bela equipe.

Podemos citar também a Costa Rica sensação da Copa 2014. Os “Ticos” perderam o monstro Keylor Navas (lesionado) e precisamos saber se aquela campanha foi uma exceção ou se realmente eles podem se firmar como uma seleção competitiva.

Entre as demais equipes, Peru, Bolívia, Venezuela, Haiti, Jamaica, Panamá são candidatos a meros coadjuvantes e qualquer coisa melhor que isso será considerada uma boa e grata surpresa.

A bola irá rolar nos Estados Unidos pela mais tradicional competição da América do Sul (estranho? Que nada, é a Conmebol que organiza).

Se nós reverenciamos toda organização e glamour que as competições europeias têm, podem ter certeza que a matéria prima de qualidade sai do nosso continente. E que toda magia, rivalidade e talento das “canchas” sul-americanas sejam levadas para os campos da Terra do Tio Sam.

COPA AMÉRICA CENTENÁRIO (03/06 até 26/06)

GRUPO A – EUA, COLÔMBIA, COSTA RICA e PARAGUAI

GRUPO B – BRASIL, EQUADOR, HAITI e PERU

GRUPO C – MÉXICO, URUGUAI, JAMAICA e VENEZUELA

GRUPO D – ARGENTINA, CHILE, BOLÍVIA e PANAMÁ

Os 2 melhores de cada grupo avançam e ai teremos partidas eliminatórias até a consagração do campeão.

OPINIÃO: Em uma competição de tiro curto, na qual há eliminatórias simples das quartas em diante, e com o importante aspecto das principais estrelas que atuam na Europa estarem em final de temporada, o grau de imprevisibilidade aumenta. Mas na minha opinião, a Argentina tem tudo para acabar com o incômodo jejum de 23 anos sem taça. Além de toda determinação para tirar o país da fila, o elenco “albiceleste” tem muita qualidade e conta com MESSI, que quer e merece um título pela seleção principal. Apesar disso tudo, ainda continuo na torcida pelo Brasil, quem sabe uma bela campanha, com um eventual título, possa nos recolocar nos trilhos do respeito e das conquistas.

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Cristiano Ronaldo

Real x Atlético: quem ficará com a Orelhuda?

O famoso Estádio Giuseppe Meazza (ou San Siro, como queiram) será mais uma vez palco de um grande clássico valendo título. Mas desta vez, nada dos infelizmente decadentes Milan e Internazionale. Neste sábado a capital mundial da moda receberá ‘Merengues” e “Colchoneros” em busca do mais cobiçado título entre os clubes do Velho Continente.

Real x Atlético, o efervescente “Dérbi de Madri” se repete dois anos após a decisão de Lisboa, agora em terras italianas. Daqueles times que entraram em campo na Luz, várias peças mudaram, inclusive os momentos dos clubes. Em 2014 o Real era muito favorito, mas nós sabemos que o título quase foi parar no Vicente Calderón. Quase, pois o gol histórico de Sérgio Ramos levou o jogo para o tempo extra e então “La Décima” ficou com o Real.

Mas nesta temporada o Atlético parece chegar bem mais calejado e forte do que em 2014. Importante ressaltar que o Real Madrid tem uma campanha bem superior à do rival, com 29 pontos contra 21 do Atlético. O time do Bernabéu tem ainda o melhor ataque, a melhor defesa e CR7 como artilheiro, com assustadores 16 gols.

Mas o Atlético eliminou nada menos que Barcelona e Bayern no caminho para Milão. Enquanto Simeone está desde 2011 no comando do Atlético, Zidane chegou no meio da temporada para assumir um Real que, apesar do elenco estelar, não engrenava nas mãos de Rafa Benítez.

Já escrevi anteriormente que o Atlético é cada vez mais moldado à imagem e semelhança do seu comandante. Intenso, duro, competitivo, mas não apenas isso. É um time com uma compactação defensiva poucas vezes vista e um contra-ataque letal. Falando em contra-ataque, O Real que abusava desse expediente nos tempos de Benítez, mas agora na Era Zidane parece gostar mais de ficar com a bola. Aliás, com jogadores do quilate de Modric e Kroos a bola pode e deve ser bem tratada e trabalhada para chegar no mortal ataque merengue. E que ataque: Bale voltou à velha forma, marcando gols decisivos no Campeonato Espanhol. Benzema segue perigoso, e Cristiano Ronaldo, apesar dos recentes problemas físicos, parece cada vez mais se aproximar da perfeição no quesito finalização.

Já pelo lado colchonero, todas as atenções se voltam para Antoine Griezmann. O fantástico atacante francês tem sete gols na Champions, aliás gols decisivos que derrubaram Barcelona e Bayern. O Real está em busca de seu 11º título de Champions, conquista esta que parecia impossível na primeira metade da temporada. Já o Atlético busca mais que uma revanche de Lisboa, busca a inédita conquista da Europa.

Rivalidade, estrelas e um gramado que é acostumado a receber confrontos deste porte. Mas agora, Milão por um dia será uma extensão de Madri. E nessa Madri à moda milanesa, ou nessa Milão à moda madrilenha, Real e Atlético mais uma vez estarão frente a frente em busca dela, a “Orelhuda” mais cobiçada do mundo.

REAL MADRID
12 j, 9 v, 2 e, 1 d, 27 gp, 5 gc
1ª Fase: Campeão do Grupo A (PSG, Shakhtar e Malmo)
Oitavas: duas vitórias por 2×0 sobre a Roma
Quartas: Derrota por 2×0 fora de casa e vitória por 3×0 em casa contra o Wolfsburg Semifinal: Empate por 0x0 fora e vitória por 1×0 em casa contra o Manchester City
Artilheiro: CRISTIANO RONALDO 16 gols

ATLÉTICO MADRID
12 j, 6 v, 3 e, 3 d, 16 gp, 7 gc
1ª Fase: Campeão do Grupo C (Benfica, Galatasaray e Astana)
Oitavas: dois empates por 0x0 contra o PSV e vitória por 7×6 nos pênaltis
Quartas: Derrota por 2×1 fora e vitória por 2×0 em casa, contra o Barcelona
Semifinal: Vitória por 1×0 em casa e derrota por 2×1 fora, contra o Bayern Munique
Artilheiro: ANTOINE GRIEZMANN 7 gols

REAL MADRID x ATLÉTICO DE MADRID
Sábado, às 15:45 horário de Brasília
Estádio: Giuseppe Meazza (San Siro), Milão, Itália
Arbitro: Mark Clattenburg – Inglaterra
TV: Globo, Band, EIMAX, TNT

Opinião: Apenas um maluco arriscaria cravar o campeão em uma situação dessas. Clássico, jogo único, nada de vantagem. Mas não poderia deixar de opinar:  Atlético parece ser um time que não cai nunca. As épicas classificações contra Barça e Bayern credenciam e muito o time de Simeone. Mas do outro lado temos o maior campeão de Champions e muito mais que isso: Zidane parece ter dado sua cara ao time, mantendo mais a posse de bola. Em um confronto tão equilibrado acredito que o fator individual pode prevalecer. Aposto que a Europa mais uma vez será ‘Merengue. Real Madrid campeão.

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Um gigante e a soberania de um certo Edgardo

Na “Batalha do Horto” o gigante foi alvejado duas vezes, cambaleou, mas sobreviveu e parece cada vez mais forte. O São Paulo está nas semifinais da Copa Libertadores.

Em um jogo que teve todos os ingredientes de uma verdadeira decisão, o Atlético Mineiro foi valente, mas o São Paulo foi copeiro. Aos 15 minutos de jogo, o placar já apontava 2 x 1 para o Galo, e assim ficou até o apito final.

Tivemos lances ríspidos, bolas na trave de ambas as equipes, mas o Tricolor Paulista soube jogar como manda a cartilha da Libertadores.

Ah, meus amigos, e se tem um professor que sabe como poucos ensinar as lições dessa tal cartilha, esse é Edgardo “Patón” Bauza. Bicampeão do torneio com times que não eram favoritos (LDU e San Lorenzo), o argentino parecer saber enxergar e entender essa competição nos seus detalhes mais complexos.

O time do São Paulo é horroroso? Não, de maneira alguma. O time do São Paulo é uma máquina azeitada, com virtuoses geniais? Não, longe disso. Então “Patón” sabe “jogar o jogo”. Precisa vencer o temido River Plate no Morumbi? Pois bem, 2 x 1 com uma boa atuação, mas alguns sustos. Precisa empatar com The Strongest na sufocante altitude de La Paz? Vamos lá, Ganso (“o cara” contra o River)  na reserva e o odiado Wesley de titular: empate por 1 x 1, Wesley com bela atuação e um final de jogo épico, com direito ao zagueiro Maicon no gol e pancadaria pós-jogo. Oitavas contra o Toluca, que decide em casa, com altitude e um belo time? 4 x 0 no Morumbi e a classificação garantida. Nas quartas, duelo “caseiro” contra o Galo Mineiro, que sabe como ninguém decidir em casa? Vitória magra como mandante e se joga a vida em BH. Sim, o Tricolor sofreu, tomou dois gols relâmpagos, mas logo fez o dele, que foi suficiente para garantir a vaga.

O São Paulo continua sem ser brilhante, mas recuperou uma característica que estava perdida: a de saber decidir e crescer nesses momentos. Se, por um lado, Denis continua sem inspirar confiança, por outro, Rodrigo Caio, Hudson e Kelvin parecem ter amadurecido – e muito – nessa reta decisiva. Sem falar em Maicon e Calleri, que sempre foram monstruosos, e Ganso, que parece ter entendido o que se espera dele.

Agora a Libertadores para e só volta em meados de julho. O que, em tese, é ruim para uma equipe que vem embalada e com “sangue nos olhos”. Mas podemos enxergar o fator positivo: Bauza vai ter tempo para treinar e também jogar no Brasileirão com, acredito eu, uma pressão bem menor do que aquela que o elenco sofreu nos últimos tempos.

Penso que uma das grandes qualidades do ser humano é saber avaliar tudo que o cerca, principalmente as pessoas. Edgardo Bauza parece ser um desses treinadores que têm exata noção do que seu elenco pode render. Não hesita em mudar a escalação conforme o adversário ou as características que o jogo apresenta. Não se preocupa em jogar bonito ou feio, dança a música conforme ela é tocada.

De uma coisa estou certo: o “Soberano” vem forte. Não se pode duvidar de um clube em busca do tetra, que tem como comandante um técnico que busca o tri pessoal, por três equipes de países diferentes (!). É muita história, tanto na camisa tricolor, quanto naquele sujeito ali na beira do campo, com semblante sério, calejado e, acima de tudo, observador e sábio.

Obs: O adversário do São Paulo nas semifinais depende do que acontecerá no encerramento das quartas. Pela tabela original, seria o classificado de Atlético Nacional/COL x Rosario Central/ARG. Mas na hipótese de Rosario Central e Boca Juniors – que enfrenta o Nacional/URU – avançarem, o regulamento prevê o cruzamento entre os clubes do mesmo país. Nesse caso, então, o “Time da Fé” pegaria Independiente Del Valle/Equ ou Pumas/Méx.

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SÃO PAULO X ATLÉTICO-MG

Atlético x São Paulo, quem sobreviverá à batalha do Horto?

O futebol brasileiro iniciou a atual edição da Libertadores com cinco equipes, sendo que três delas (Corinthians, Grêmio e Palmeiras) já disseram adeus à competição.

Sobreviveram em busca do título (que nossos clubes não alcançam desde 2013), Atlético Mineiro e São Paulo.

De um lado, justamente o último clube “brazuca” que ergueu o caneco mais cobiçado do continente: o Galo, campeão em 2013. Do outro, um “bicho papão” em competições internacionais: o Tricolor do Morumbi, Tri da Libertadores e Mundial.

Duas equipes que trilharam caminhos opostos pra chegar nessa fase de quartas de final, onde se encontrariam. O Atlético passou sem sustos pela fase de grupos, com 13 pontos e a 4ª melhor campanha no geral. Já o São Paulo viveu momentos de terror em busca da vaga. Depois de resultados catastróficos, como a derrota no Pacaembu para o The Strongest e o empate na Venezuela contra o fraco Trujillanos, parecia que a vexatória eliminação na fase de grupos aconteceria. Mas eis que o gigante acordou: goleada sobre o Trujillanos e uma importante e marcante vitória sobre o River Plate no Morumbi. Faltava então 1 pontinho na tão famosa altitude de La Paz para que a vaga fosse garantida. E foi ali que o Tricolor mostrou algo que a torcida cobrava e muito: raça. Em um jogo maluco, no qual Denis foi expulso e o zagueiro Maicon defendeu a baliza nos acréscimos, o ponto que faltava foi conquistado.

Nas oitavas de final, Atlético e São Paulo viveram situações diferentes. O Galo teve que suar sangue e mostrar toda sua força no “Horto” pra passar pelo perigoso Racing. Já o São Paulo, até então desacreditado, visto com desconfiança pela torcida e mídia, simplesmente atropelou o Toluca no Morumbi e depois fez uma partida protocolar no México.

Antes do começo do duelo nas quartas, o Galo ainda sofreu um duro e improvável golpe, perdendo o título estadual para o América.

Então chegou o primeiro jogo no Morumbi, e o que se viu foi uma batalha de nervos, jogadas violentas e pouco futebol. Mas na bola parada, o São Paulo fez o dever de casa, venceu por 1×0 (gol de Michel Bastos) e garantiu a vantagem no confronto, a ser decidido em Belo Horizonte.

E agora? Todos nós sabemos da mística que envolve os jogos do Galo no “Horto”. O saudoso Juvenal Juvêncio já definiu o Estádio Independência como uma verdadeira “arapuca” para os visitantes.

Ocorre que o visitante da vez também enverga uma camisa pesada, com muita história nessa competição.

O Galo tem desfalques (Rafael Carioca , Junior Urso e talvez Robinho), mas conta com a volta de Dátolo e Carlos. O São Paulo, por sua vez, nunca se sabe como será escalado, já que o técnico Edgardo Bauza costuma alternar a equipe conforme o adversário, o fator campo e/ou a altitude, o que, particularmente, acho muito inteligente.

É meus amigos, as noites de quarta-feira costumam ser especiais quando se trata de Libertadores. Certamente com dois gigantes envolvidos, em um Estádio com uma arquitetura que facilita o calor humano das arquibancadas, essa será uma quarta-feira mais do que especial, será inesquecível.

Opinião:

Qualquer aposta em um jogo desse nível é apenas uma questão de palpitar mesmo, algo que nós, apaixonados por futebol, gostamos de fazer. Acredito que a volúpia e o ritmo de jogo que o Galo costuma imprimir no “Horto” façam a diferença. O São Paulo tem sérias dificuldades em jogar fora de casa, pois conta com jogadores extremamente técnicos, mas avessos à marcação e à dedicação defensiva. Aposto que o Atlético, empurrado por sua torcida, passa de fase.

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Paulo Bento e Cruzeiro, um casamento bom para os dois?

Todos nós sabemos da ligação histórica do Brasil com Portugal e Itália. E essa tríplice relação será, a partir de agora, bem representada no Cruzeiro.

Um dos gigantes do futebol brasileiro, time oriundo da colônia italiana (que se chamava Palestra Itália desde a fundação, em 1921, e assim continuou até 1942) agora tem um técnico português.

Paulo Bento, 46 anos, chega para colocar um tempero lusitano na efervescente Toca da Raposa.

Falando em tempero, será que Paulo Bento sobreviverá à “frigideira” que se tornou o Cruzeiro? Sim, pois o azul celeste das Minas Gerais vem “fritando” os seus comandantes com uma voracidade incrível.

O bicampeão brasileiro Marcelo Oliveira, que encantou o Brasil com o Cruzeiro de 2012/2013, foi demitido após a eliminação da Libertadores 2015 para o River Plate.

Para o seu lugar, a equipe contratou o “cabeça” da triplíce coroa de 2003, o ultrapassado Vanderley Luxemburgo, que, também, não duraria muito tempo.

Mano Menezes então assumiu o comando, e até ia bem, mas sucumbiu aos milhões do futebol chinês e disse adeus.

A aposta então foi no ex-artilheiro Deivid, que foi auxiliar de Luxemburgo e também de Mano Menezes. Sem qualquer experiência como treinador, Deivid começou com resultados positivos, afastando um pouco da desconfiança sobre seu trabalho. Mas a eliminação nas semifinais do Estadual contra o América guilhotinou a cabeça de mais um profissional.

Talvez essa fama que o clube tenha adquirido nesses últimos 2 anos tenha feito com que um fato outrora impensável acontecesse: seguidos treinadores disseram não à Raposa. Jorginho (Vasco), Ricardo Gomes (Botafogo) e, pasmem, Marcelo Oliveira – que menos de 2 anos após sua demissão foi cogitado novamente (quem entende nossos dirigentes?).

Mas, enfim, Paulo Bento aceitou o convite e assinou até dezembro de 2017. E onde estava Paulo Bento? Pois bem, desde a pífia derrota para a Albânia, em setembro de 2014, que causou sua demissão da Seleção Portuguesa, o treinador não comandava nenhuma equipe.

O currículo de Paulo Bento, aliás, é bem curto e sem grandes conquistas. De 2005 até 2009, o treinador comandou o Sporting de Lisboa, tendo conquistado nesse período 2 Taças de Portugal. Em setembro de 2010, assumiu a Seleção e, já na Euro 2012, fez um belo trabalho (chegou até a semifinal, onde cairia para a campeã Espanha).

Mas na Copa de 2014, com uma bela geração e com simplesmente o melhor jogador do mundo na época, Cristiano Ronaldo, se esperava muito de Portugal. Infelizmente, o que se viu foi uma campanha horrorosa. Portugal foi goleada pela Alemanha (4×0) logo na estreia e não conseguiu passar de fase em um grupo que tinha, ainda, EUA e Gana. É bem verdade que CR7 estava sem condições e Paulo Bento, talvez até por isso, sobreviveria até a já citada derrota para a Albânia.

Ok, e agora, vida nova e feliz para Bento e Cruzeiro? Acredito que a tentativa é válida. Um treinador europeu, mas que não terá dificuldades com o idioma. Novos conceitos de jogo, experiência em comandar grandes e famosos atletas. O Cruzeiro, um clube que sempre se notabilizou por ser modelo tem o dever de afastar essa pecha de “fritar” técnicos. O elenco é bom e, desde que tenha tempo para trabalhar, Paulo Bento tem totais condições de levar o time aos resultados almejados.

Mas é sempre bom lembrar que não é só o Cruzeiro que tem sido impaciente com seus técnicos. O futebol brasileiro em geral vem se mostrando avesso aos profissionais estrangeiros. Grande parte da imprensa, torcida e, o que é mais patético, grande parte dos profissionais do futebol brasileiro (técnicos), parecem ter implicância com “gringos” na prancheta dos nossos grande clubes. Seria puro preconceito, desconhecimento, falta de informação ou, o que é ainda pior de se pensar, reserva de mercado?

Que o Cruzeiro seja bom para Bento e que Bento seja muito bom para o Cruzeiro. E principalmente, que a arcaica e “viciada” estrutura do futebol brasileiro mude e que possamos entender que o importante é a qualidade do profissional, seja ele de que lugar do mundo for.

Curiosidade: Paulo Bento será apenas o terceiro treinador estrangeiro da história do Cruzeiro. O lendário argentino Filpo Nuñez teve 2 passagens pela Raposa (1955 e 1970), totalizando 30 jogos sob o comando da equipe e o uruguaio Ricardo Diéz dirigiu o clube por 12 jogos em 1953.

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Santa Cruz, o ressurgimento de um gigante

Segundo semestre de 2009: o Santa Cruz se despede da 1ª edição da Série D do Brasileirão de forma melancólica. Lanterna do Grupo 4 da competição, que contava ainda com Central/PE, Sergipe/SE e CSA/AL. Naquele mesmo ano, ficou em 3º lugar no Estadual, atrás dos arquirrivais Sport e Náutico. Vale lembrar que a campanha no ano anterior foi ainda pior, com uma ridícula 7ª colocação no Pernambucano.

Maio de 2016: em uma semana, o “Santinha” conquista a Copa do Nordeste, contra o Campinense/PB, e o Bi do Estadual (5 º caneco do Pernambucano em 7 anos) , derrubando o rival Sport. Além disso, se prepara para fazer a sua estreia na elite nacional, onde não figurava desde 2006.

Nesse intervalo, do pífio ano de 2009 até o ano mágico que o torcedor “coral” vive em 2016, muita coisa aconteceu: péssimas administrações, times horrorosos, mas nada que afetasse a massa, que nunca abandonou o seu amado time.

O clube conquistou um tri estadual consecutivo (2010,2011, 2012), mas queria mais. Queria subir degraus em âmbito nacional e isso começou com o vice da Série D, em 2011. Neste ano, o Santa Cruz teve a maior marca no quesito público das 4 divisões do futebol nacional (!), com a impressionante média de 39.966 pessoas presentes por jogo.

Em 2013, veio a conquista de um título nacional, a Série C, conquistada após vitória contra o Sampaio Corrêa, por 2 x 1 no Arruda.

Em 2014, o tão sonhado acesso para a Série A ficou adiado com a 9ª colocação na B. Impossível não citar os personagens que surgiram durante esse período de lutas, lágrimas, decepções e alegrias: a espetacular torcida, que em 8 anos, foi a maior média de Pernambuco em 7 deles. Outro? Tiago Cardoso, o goleiro que chegou em 2011, vindo do interior de SP, e que esteve em todos os acessos, contabilizando mais de 230 jogos com o manto tricolor.

E antes de falar de um personagem ímpar na história do “Santinha”, vamos voltar ao ano passado: 2015 começou com a conquista de mais um título estadual para o clube, desta vez sobre o Salgueiro.

E eis que em meio à Série B, a concretização da história “o bom filho à casa torna”: depois de ganhar o mundo, ser campeão alemão, artilheiro da Bundesliga e disputar a Copa do Mundo de 2010, Grafite voltou às origens e agora é, novamente, “coral”. Com propostas de pelo menos 3 clubes da Série A, o artilheiro resolveu voltar ao Arruda, onde jogou entre 2001/2002.

LJA_6844Pronto, era a peça que faltava para a arrancada rumo à elite. Grafite marcou 7 gols na competição e formou um ataque arrasador ao lado de Anderson Aquino e Bruno Moraes.

Então passados mais de 6 anos daquela triste campanha na Série D, exatamente no dia 21 de novembro de 2015, o Santa Cruz conseguiu o tão sonhado acesso para a “Primeirona”. Uma vitória por 3×0, na cidade de Itú, contra o Mogi Mirim, selou a classificação. Na última rodada, o time ainda venceu o Vitória, no Arruda lotado, por 3×1 e ficou com o vice-campeonato.

No próximo domingo, dia 14 de maio, quis o destino que o mesmo Vitória fosse o adversário da estreia do Santa Cruz na volta à elite do futebol brasileiro, depois de um espinhoso caminho percorrido.

A torcida “coral” agora poderá acompanhar o Santa Cruz na competição da qual nunca deveria ter saído.

Afinal, estamos falando do “TRICOLOR DAS MULTIDÕES”.

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Finalíssima entre Santos x Audax: o futebol agradece

Quando se ouve falar em Vila Belmiro, logo se pensa em “futebol-arte”. O palco sagrado que viu um menino virar Rei, é o cenário ideal para Santos e Audax decidirem o Paulistão.

Os amantes do futebol bem jogado com certeza estão felizes com essa final, já que é um prazer ver 90 minutos dessas duas equipes em campo. O Santos, que tem enraizado um DNA ofensivo, sempre com jovens atletas, o gosto pelo ataque e pelo gol. Ah, e esse Audax, hein? Tal qual seu nome, audacioso, quebrando paradigmas, desafiador, encantador.

Falando especificamente deste Paulistão, o Santos se mostra, mais uma vez, muito forte em casa. Em 10 partidas na Vila, foram 7 triunfos e 3 empates. Aliás, o Peixe só perdeu uma vez na competição: 2×0 para o Red Bull, fora de casa. Nas quartas, passou sem dificuldades pelo São Bento e, nas semifinais, quase entregou um clássico que tinha nas mãos contra o Palmeiras.

Já o Audax fez uma 1ª fase regular, tendo vencido o Palmeiras e perdido de maneira apertada para Corinthians e Santos. No entanto, em determinado momento, correu riscos de não avançar, o que deu munição para os “ranzinzas” de plantão, que desdenham do seu estilo de jogo. Até que, nas quartas, resolveu assombrar o mundo do futebol, humilhando o São Paulo: 4×1, fora o baile. Nas semifinais, a confirmação de que esse time nada teme: encarou e jogou melhor do que o Corinthians, em Itaquera. Nesse dia, o futebol foi justo e Fernando Diniz e seus “pupilos” passaram para a grande final.

Dorival Júnior x Fernando Diniz

Dorival, experiente, com títulos no currículo, mas sempre colocado em um segundo escalão dos técnicos “brazucas” versus Fernando Diniz, um “louco” ou um “gênio”? Para mim, um homem de coragem, personalidade e com convicções. Em que patamar chegará sua carreira? E a de Dorival? Boas perguntas, que deixarei o tempo responder.

Fato é que no “lendário” gramado da Vila, teremos de um lado jogadores consagrados e recém-convocados para a Seleção Brasileira que disputará a Copa América: Lucas Lima, Gabigol e Ricardo Oliveira, e, do outro, atletas até então desconhecidos, mas com muito potencial, como Tchê-Tchê, Camacho, Bruno Paulo e Ytalo.

O Santos busca seu 22º título estadual e está na sua oitava final consecutiva. Já o Audax busca seu primeiro caneco na elite paulista.

Na ida, deu 1×1. Na volta, bom… na volta, a vitória será do FUTEBOL.

SANTOS F.C.

Campanha geral: 18 j, 10 v, 7 e, 1 d, 33 gp, 17 gc, saldo 16

Quartas: Venceu o São Bento por 2×0

Semifinais: 2×2 contra o Palmeiras e vitória de 3×2 nos pênaltis

Artilheiro: Gabigol, 7 gols

OSASCO AUDAX

Campanha geral: 18 j, 8 v, 5 e, 5 d, 32 gp, 25 gc, saldo 8

Quartas: Venceu o São Paulo por 4×1

Semifinais: 2X2 contra o Corinthians e vitória por 4×1 nos pênaltis

Artilheiro: Rodrigo Andrade, 8 gols

OPINIÃO

Em uma final é sempre tarefa ingrata opinar. Em uma final em que o jogo de ida deu empate, sem vantagem para ninguém (vez que não há gol qualificado), é mais complicado ainda. Somando-se a tudo isso o fato de a decisão ser entre duas equipes que jogam para frente, que se arriscam e não têm medo da derrota, reitero que o futebol é que sairá como o vencedor, seja qual for o campeão.

De qualquer forma, pelo fator campo e pela maior bagagem do elenco santista, aposto no Peixe.

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Um conto de fadas na terra da Rainha

24 de maio de 2015: o Leicester goleava o Queens Park Rangers por 5×1 e escapava do rebaixamento na última rodada da Premier League.

02 de maio de 2016: o Leicester é campeão da Premier League, com duas rodadas de antecedência, após o Tottenham empatar por 2×2 com o Chelsea.

Que maravilhoso observar que, assim como a vida, o futebol também dá novas chances.

E que história os rapazes de Leicester escreveram, sob o comando de Cláudio Ranieri.

Ranieri que também se reinventou e nasceu de novo para o mundo da bola. Acusado de ultrapassado, decadente e estigmatizado por não ter títulos de grande expressão no currículo, o italiano fez mágica. De demitido da seleção grega, após uma vexatória derrota para Ilhas Faroe, o técnico de 64 anos conquista a Liga mais rica e competitiva do mundo.

E o que dizer dos atletas? Jogadores até então desconhecidos de grande parte da mídia e dos torcedores. Atletas como Mahrez e Kanté, que zanzaram por divisões inferiores da França. Kasper Schmeichel, o goleiro de 29 anos, era “apenas” o filho da lenda Peter Schmeichel. Huth sempre foi visto como um grandalhão atrapalhado, que servia mais para atacar do que para a sua função própria de zagueiro. Okazaki, um atleta de renome no Japão, mas com passagens apagadas pelo futebol alemão. Morgan, Drinkwalter, Ulloa, todos atletas com passagens por equipes modestas e sem grandes feitos na carreira. Menção honrosa a Andy King, que conquistou a terceira divisão (2009) , a segunda divisão (2014) e agora a Premier League, todos com a camisa do Leicester. Mas o maior retrato dessa conquista épica, é ele, Jamie Vardy. O atacante de 29 anos, que perambulou por equipes semi-amadoras das divisões inferiores da Inglaterra , chegou a conciliar a carreira no futebol com trabalhos em fábricas. E como personagem principal desse enredo surreal, Vardy fez 22 gols na Premier League, encantou o mundo e chegou até a seleção inglesa. É nome certo na Eurocopa e nome carimbado na lista de contratações de grandes equipes do Futebol Mundial.

Meus amigos, amantes desse esporte maravilhoso. Essa temporada ficará eternizada em nossas mentes e corações. A temporada em que um “nanico” ousou desafiar os poderosos milionários. Ousou, desafiou, encantou e venceu.

Parabéns, Leicester City! Seu feito – tenho certeza – fez com que muitos ficassem ainda mais fãs de futebol. Afinal, tanto na vida quanto no esporte, só queremos que o conto de fadas tenha um final feliz.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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