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Matheus Aquino

Palmeirense fanático e estudante de economia, este sorocabano radicado em São Paulo é apaixonado pelos números e principalmente pela história do futebol e do esporte.
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Messi, Messi, Messi!

Agora é fácil falar, mas confesso que não via essa Argentina fora da Copa. Não que não merecesse, pela bagunça que foi nos últimos anos (mas até aí o Brasil também não iria…). Não que não fosse um catado em campo, “pipocando”, “amarelando”, use o termo que quiser usar. Não que Sampaoli tenha feito um pouco do muito que se esperava dele. Mas a Argentina tinha Lionel Messi.

Agora é fácil falar, mas eu esperava que Messi fizesse mesmo o que fez, pois convenhamos: ele não fez mais do que a sua obrigação. Ocorre que, a obrigação de um gênio não é pequena, trivial ou leve. Pelo contrário, é um fardo fazer o que só ele pode fazer. Mas ele fez, com a maestria de quem é sim o melhor de sua geração, com a determinação de quem sabe que não se provou aos seus, parafraseando a parábola bíblica, o melhor do mundo não tem honra na sua própria Pátria, ou pelo menos não as honras que poderia ter.

A Argentina tornou-se hoje franca favorita ao título mundial, como o Brasil em 2002, após os trancos e barrancos que foram aquelas eliminatórias. Ainda que Sampaoli não seja Felipão e eles não tenham nenhum Ronaldo na cartola. Mas eles têm Messi.

Agora é fácil falar, mas Messi foi Messi. Se bem que parecia o Romário em 93, no dia em que o Baixinho levou o Brasil para a Copa. Hoje, outro Baixinho, “La Pulga” conduziu nossos hermanos à Rússia. Só consigo pensar em como essa Copa será fantástica: Neymar no auge, Cristiano Ronaldo, a máquina a todo vapor e ainda tem o Messi, que é… o Messi.

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Afinal, sabemos quem é o Neymar?

Neymar me fez gostar mais de futebol. Eu o vi (mais garoto do que eu era ainda) surgir de mansinho, o tal do “filé de borboleta”, que de repente era amado e odiado na mesma proporção, graças a seus dribles, saltos, provocações. Com ele, jogadores no máximo medianos – que o digam Zé Love e André – foram catapultados para contratos com europeus e o Santos brilhou como não brilhava há certo tempo. Por ele, garotinhos conheceram o “Futebol Arte”, como Ronaldinho Gaúcho apresentou à minha geração. Quando o via atuando aqui no Brasil, parecia que ele estava em outro jogo, parecia que flutuava em campo, como naquele jogo contra o Flamengo. Justíssimo hors-concours da Placar.

Não é perfeito, não mesmo. Um monstro, diria Renê Simões. Problemas com Dorival, problemas com Luis Enrique, problemas com o Santos, problemas com o fisco espanhol… Agora problemas com o Cavani. Mas também especialista em vencer desconfianças, às vezes até preconceitos, pois sim, ele existe quando um menino sai pobre de Mogi das Cruzes e conquista a Europa, quem sabe em breve o mundo. Um menino. Um menino?

Nem tão menino assim, tem 25,  indo para 26 anos. Mas nós seguimos esperando se concretizar a sua sina desde que saiu do Brasil: virar o maior do mundo. Apesar de ser finalista de novo, é fato que não será esse ano, mas a crença sobrevive. Sim, parece inevitável que esse dia vai chegar e que atuações como aquela contra o PSG se tornem tão frequentes como suas mudanças de penteado. Mas será que esse dia vai chegar mesmo? Que ele ainda tem tanto mais a entregar que irá chegar ao patamar de Cristiano Ronaldo e Messi? Será que ele vai sobrar diante de Dybala, Mbappé e, por que não?, Gabriel Jesus e Coutinho, como o gajo e “la pulga” sobram há dez anos? Mais: será que ele irá sobrar uma única temporada?

Neymar é um gênio. Porém, talvez não atenda jamais determinadas expectativas. Ou atenda um dia e minhas tortas linhas sejam dribladas, “dibradas”, envolvidas pela magia do seu futebol.

Por favor, Neymar me contrarie de novo. Quem sabe na Rússia?

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A coerência de Tite

Para início de conversa, tenho várias discordâncias sobre as escolhas de Tite. Não sou do clube dos que acham que sua campanha magnífica o blinda de qualquer crítica ou contestação, pelo contrário, questiono toda e qualquer unanimidade burra (para ser rodriguiano, já que o assunto é seleção). Entretanto, uma crítica acho bastante injusta em relação a Tite: ele tem sim mantido um discurso coerente, utilizando critérios transparentes – por mais questionáveis que eles pareçam.

Comecemos pela ausência mais escandalosa, sim, o melhor goleiro do Brasil em atividade: Vanderlei. Tite deixou bem claro quais os componentes da sua escolha: momento, história em clubes e história na seleção. Alisson, apesar da sua idade é o mais experiente na Seleção dos convocados; Cássio tem a seu favor toda história vivida com o treinador no Corinthians bem como a boa fase. Ederson me parece quem sobra se o arqueiro santista entrar. Discordo dessa escolha (muito!), mas não vejo nenhuma incoerência aqui.

A prova de que o comandante canarinho não cometeu o mesmo pecado que seus antecessores, fechando o grupo antes da hora por “gratidão”, vem no meio-campo com a convocação de Arthur, excelente surpresa. Há também dois bastante questionáveis, Diego e Fred. O primeiro não vem jogando lá essas coisas, mas encaixa-se nos quesitos de experiência. O segundo confesso não ter ideia de como está. Mas aqui faço uma ressalva; antes de Tite chegar achávamos que nós estaríamos passando pelo calvário que hoje vivem nossos hermanos, e que tínhamos a pior geração da história. Não tínhamos, como o tempo tratou de provar, não temos a melhor agora. Nossas categorias de base seguem com problemas bem sérios na formação de meio-campistas. Mas que Lucas Lima cabia, cabia.

Por fim, no ataque outra polêmica: Adenor ressuscitou o Tardelli! Mais uma prova de que permanece fiel a suas convicções. Tite queria um curinga e vinha investindo pesado em Diego Souza, cuja carreira degringolou desde o imbróglio envolvendo o Palmeiras. Contudo, Tardelli se encaixa nas mesmas características: experiente e versátil.

Em que pesem todas as discordâncias, não se pode inventar a roda, mas não se pode também fechar nenhuma porta. Tite pode até errar, mas segue fiel àquilo que acredita, o que para o nosso futebol (quiçá nosso país) já é uma grande coisa. Para o Vanderlei,  coitado, parece que o maior milagre será sua convocação…

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Os “times da arquibancada”

O ano ainda não acabou, mas será de uma cruel melancolia para alguns clubes do futebol brasileiro até o seu término. Apontados como claros favoritos no início do ano, Palmeiras, Atlético-MG e Flamengo se vêem precocemente distantes dos megalomaníacos objetivos traçados no início do ano. Uma sucessão de erros dos três levou ao fracasso, erros sobre os quais eu vejo diversos pontos em comum.

O grande ponto é que esses três clubes não possuem uma convicção. Futebol é muito dinheiro, mas dificilmente ele basta quando não se acredita em uma ideia sólida de como se praticar e administrar futebol. Se o Flamengo é um exemplo de como sanear finanças, vai na contramão de tudo isso quando se trata de montar um time (não somente juntar grandes nomes). Bandeira de Mello, além de tudo isso, foi picado pela mosquinha azul da soberba e comprou briga com torcida, imprensa e conselheiros do clube para manter um técnico em que ele próprio não acreditava. Viu esse mesmo técnico escalar contra o Vitória um time sem sua cara  e ser melancolicamente punido por isso. Zé Ricardo se foi ao não escalar Márcio Araújo (ao escalar o time da arquibancada), que ironia…

O Galo demitiu Marcelo Oliveira no meio de uma final. Se tem esse direito, o presidente tinha o dever de identificar os problemas apontados na ocasião da demissão no decorrer do Campeonato Brasileiro no qual a equipe já apresentava um futebol pobre, pobre. Some a isso um clube que gasta bem mais que pode e que incha um elenco com medalhões que nem sempre estão no auge da sua motivação e vontade. O trabalho de Roger não deu liga e o resultado é um ano em que nem para a Libertadores o Galo deve ir.

E há o Palmeiras, ah, o Palmeiras! Cuca, com todo o direito do mundo, resolveu sair no fim do ano passado. O Palmeiras, com todo o direito, resolveu apostar no novo. Parecia haver a crença generalizada que esses grandes nomes do rico Palmeiras jogariam sozinhos, sendo necessário apenas que o treinador escolhido não atrapalhasse. Lembro-me que no segundo jogo do Paulista a arquibancada já gritava por Cuca. Direito dela. Contudo, após todos os tapas na cara de uruguaios, o presidente Galliote teve a ousadia de demitir um técnico com 70% de aproveitamento em nome de um desempenho mais satisfatório. Seria elogiável se não fosse mais uma medida populista do que o fim da cultura de resultados no futebol brasileiro. Cuca não é o culpado pelas eliminações recentes do Palmeiras. Errou sim, mas não pode ser crucificado por acreditar até o fim nas suas ideias de futebol. Culpo dirigentes e até alguns setores da imprensa que não as tem. Aplaudiram a vinda de Cuca antes, sem pensar na distância entre os conceitos dele e de Eduardo Baptista. Pedem sua cabeça agora.

Na contramão de tudo isso, o Corinthians escolheu (por força das circunstâncias, é bem verdade) um técnico que nem torcida, nem imprensa, nem os próprios dirigentes acreditavam. A arquibancada descontente, entretanto, viu Fábio Carille montar o time com campanha mais sensacional que o Campeonato Brasileiro jamais viu. Quando se tem ideias claras de futebol e se acredita nelas, a voz da arquibancada não é a voz de Deus.

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O Brilho dos Operários

Esqueça os nomes, os números da camisa, esqueça o passado dessas figuras em campo. Apenas observe o domínio e belo gol marcado por um paraguaio contra o São Paulo. Gol de Romerito, mas anotado por Romero. Agora assista à bela arrancada de um meia (deixa para lá essa bobagem de primeiro, segundo, quinto volante) fardado com o manto alvinegro, observe a assistência desse meia para Jadson – com direito à corta-luz de Jô (?), como aquele de Rivaldo em 2002 – que faz o gol da vitória alvinegra. O nome do meia? Surpreenda-se: Paulo Roberto, a mais contestada (com razão, diga-se de passagem) contratação corintiana em tempos.

Agora olhe para o banco e surpreenda-se novamente. O comandante dessa quase máquina de jogar futebol era um quase desconhecido há menos de um ano. Um daqueles assistentes de treinador que nós raramente sabemos o que fazem, além de segurarem a barra quando um medalhão é mandado embora. Mas a verdade, quer queiram quer não, é que pelo que tem feito até aqui, Carille é um fenômeno forjado em Itaquera. Fiel a princípios e ideias definidas e bem claras, fiel como sua torcida.

O time do Corinthians hoje é como Carille: um operário da bola. A grande força vem do coletivo, do grupo, da falta de nomes, mas sobra de resultados até aqui. Como muito bem ponderado pelo ilustre Gabriel Rostey há algum tempo neste espaço, esse Corinthians tem adorado contrariar os “skills” dados pela imprensa e observadores de futebol no início do ano. Corinthians e Carille sabem o que são – e principalmente o que não são – e extraem o melhor disso.

Pelo lado do rival Palmeiras, no entanto, sobram nomes, “elenco”, estrelismos, mas às vezes falta mesmo é bola. A verdade é que o Palmeiras ainda não descobriu bem o que é nessa temporada: o apático e atordoado time do primeiro tempo contra o Cruzeiro, ou o insinuante e aguerrido time do segundo. Foi um grande jogo, mas time que sonha ganhar tudo não pode se dar ao luxo de oscilar tanto em uma mesma partida. A ver. Por ora, o que temos é o brilho dos operários alvinegros.

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Manias de grandeza e tragédias anunciadas: o Palmeiras voltou a ser um caldeirão

Diz o ditado popular que filho de peixe, peixinho é. Peixinho, que vive à sombra do pai, é tudo que Eduardo Baptista não quer ser. Mas foi, precocemente, ao ser demitido como Nelsinho, há mais de 20 anos. Já disse em outras oportunidades: Eduardo é dedicado. Homem, como ele teve de gritar há pouco mais de uma semana no Uruguai. Porém, mais uma vez não deu. Como não deu no Fluminense, ao vir credenciado por um trabalho muito bom no Sport. Cabe a ele agora pensar e repensar os passos de sua carreira, quem sabe dando passos menores, quem sabe com mais calma.

Mas não é nesse lado da equação que mora o grande problema, não desta vez. O agora ex-técnico alviverde só foi mais uma vítima do moedor de técnicos que há muito tempo é a outrora Academia. Lembremos pois: Luxa, Muricy, Antônio Carlos, Felipão, Marcelo Oliveira. Todos mais gabaritados e vencedores que Eduardo, à exceção do hoje treinador colorado. Os mais atentos dirão, com toda razão, que nenhum dos citados teve o time que o filho de Nelsinho teve. Concordo, com uma grande ressalva: o Palmeiras voltou a ser vítima de sua megalomania.

Na maioria dos casos, o que sempre houve foi um desacerto de expectativas. Times razoáveis tinham que disputar títulos, times horrorosos tinham que jogar um futebol razoável. Agora, um bom time, pouco acima da média, com um elenco numeroso, tinha que conquistar o mundo, ainda que fosse incapaz de cruzar uma ponte…

Difícil apontar culpados, mas se tivesse que escolher um, seria o presidente que escolheu Eduardo, sem ter convicção para mantê-lo nos primeiros reveses. Não sou adepto do dogma de que técnicos não devem ser demitidos sob nenhuma hipótese, ano passado deu certo com o próprio Palmeiras. Quem sabe até Cuca volte e tudo faça de novo sentido (em que pese a história contradizer o raio que cai duas vezes no mesmo lugar). Entretanto, é evidente que a crise hoje latente não se justifica com a realidade. A crise palmeirense é fruto de devaneios, ilusões, por que não, delírios – alguém ouviu falar do “Real Madrid das Américas”? – de um time que na ânsia de chegar tão longe, pode não ir a lugar nenhum.  A ver.

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Entre tapas e socos: a tal batalha do Uruguai

Felipe Melo errou feio, já sabíamos disso. Chegou cantando de galo, mas esqueceu que  nem sempre se joga no seu terreiro (ou chiqueiro, para se sentir mesmo em casa). A vida e a tabela têm voltas que vão daqui ao Uruguai. O “tapa com responsabilidade”, por pouco não virou tragédia, uma guerra das mais lamentáveis que ainda se existem no futebol.

Mas quarta, verdade seja dita, pouco aprontou o “pit bull” até a hora do soco. Esse é, porém, Felipe Melo, outrora estopim de um cenário de guerra quando jogava na Turquia, lembram? Guerra que não combinava com aquele belo estádio, manchado pela atitude criminosa da organização do jogo.

Dentro de campo tivemos dois tempos inexplicavelmente opostos, o Palmeiras não pode jogar tão mal como no primeiro tempo. Apagões como esse nem sempre são perdoados e a Ponte já provou isso.  O alviverde não pode deixar de jogar como jogou no segundo tempo, com vontade, sim, mas acima de tudo futebol, que no fim das contas é o que vence o jogo.  E o Palmeiras venceu, com mudanças cirúrgicas de Eduardo Baptista, que errou demais na escalação do time.

Eis outra batalha, Baptista versus a imprensa malvada, que o chamou de ‘maleável’, que o critica, que especula outros treinadores. Entendo toda a revolta do jovem e dedicado treinador, mas sinceramente, ele não foi ofendido e a resposta tem de ser dada em campo. Com resultado, não com socos na mesa. Não com tapas na cara de “uruguaios”, sejam eles do Peñarol ou do “Jornalismo Futebol Clube”.

O Palmeiras ainda não tem cara de campeão, o elenco é bom, vasto, mas não imbatível. O técnico é estudioso, lúcido, mas ainda não convenceu de que está à altura da pressão desse caldeirão verde. Ambos, porém, têm tudo para ganhar cara, alma e futebol de campeão, virar o jogo outra vez. Libertadores não é o que vimos depois do jogo, aquilo é outra coisa: caso de polícia. E esse Palmeiras é capaz de provar isso.

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A hora de bater na cara de uruguaio

O Paulista chegou às fases decisivas (finalmente!), a Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores a fases bastante interessantes. Parece que agora sim o ano vai começar para os grandes, depois dos infindáveis jogos que não valiam nada, ou quase nada. A hora das cobranças chegou também.

Pelos lados de Itaquera temos um Corinthians cascudo – para o bem e para o mal -, mas que dá tudo de si, a cada jogo. O que pode indicar raça, porém, também pode apontar que o time atua sempre no seu limite, limite esse que em alguns momentos pode não ser o bastante. Contudo, de 1 a 0 em 1 a 0, o Timão escreve seu caminho neste ano, e se não acredito que será um ano pródigo de conquistas, também creio que o time comandado por Carille não vai vender nenhuma derrota barato, a quem quer que seja. O Corinthians é um time consciente dos seus limites e isso pode fazer muita diferença.

Rogério Ceni me empolgou bastante no início, mas as ousadias e ideias novas têm seu preço e seu tempo de maturação. Tempo que é artigo de luxo no futebol brasileiro, e já traria uma pressão bem maior no São Paulo, não fosse o técnico o maior ídolo da história tricolor. Não bastam boas idéias, o sucesso de todo o projeto são-paulino passa por atuações consistentes (de preferência com vitórias) contra Corinthians e Cruzeiro. No clássico vejo tudo em aberto, mas contra o time celeste vejo o tricolor correndo por fora.

O Santos, poucos pararam para prestar atenção, ficou fora de uma final de Campeonato Paulista depois de nove anos (o que não acontecia desde 2008, quando o Palmeiras foi campeão diante da Ponte Preta). Não deveria significar muita coisa, afinal os santistas estavam “cansados de ‘Paulistinha’”. Mas vai entender esse bicho torcedor, que já pressiona o ótimo Dorival Junior. Santistas, é hora de pensar na América! E claro, corrigir os problemas desse bom elenco.

Mas expectativa mesmo se tem no Palmeiras, que enfrenta o Peñarol e a “obrigação” de ser campeão de tudo o que disputar, afinal, a Crefisa montou o maior esquadrão recente do futebol brasileiro. Expectativas como a deste ano no Palmeiras costumam atrapalhar mais que ajudar, mesmo sendo inegável a qualidade do elenco alviverde. Em que pese a infelicidade da frase do senhor Felipe Melo, agora sim é a hora de bater na cara dos uruguaios… no bom sentido, é claro! Seja ele qual for…

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José Maria de AquinoJosé Maria de Aquino

Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

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“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

Emerson FigueiredoEmerson Figueiredo

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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