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Casemiro está bem no Real Madrid. E isso já basta para merecer a Seleção

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Créditos da imagem: globoesporte.com

Quem acompanha os meus textos sabe que costumo defender a convocação para a Seleção de jogadores que atuam aqui no Brasil, e fico especialmente incomodado com a “carteirada” de atletas que se garantem entre os selecionados mais por fazerem parte de grandes clubes europeus ou por movimentarem cifras milionárias do que pela bola que jogam.

Mas entendo que com Barcelona, Bayern de Munique e Real Madrid – os times que classifico como de exceção nos últimos anos -, a coisa é diferente. Pra mim, conseguir se firmar nesses esquadrões é mostra de altíssimo nível do jogador, que prova ter talento, bom entendimento do jogo praticado atualmente e personalidade para lidar com as cobranças, além de saber se impor como favorito para sempre conquistar as esperadas vitórias. Esses três clubes sobram em relação aos demais, é muito diferente de jogar no Chelsea ou no PSG. Basta pensar que desde 2008 não há uma final de Champions League sem a presença de um deles, e que venceram quatro dos últimos seis Mundiais de Clubes (com o Barcelona podendo, neste ano, aumentar para cinco nos últimos sete).

Por isso defendo a convocação da Casemiro para a Seleção. Bem como a de Danilo e Daniel Alves para a lateral-direita, de Marcelo para a lateral-esquerda, e de Douglas Costa e Neymar (acredita?) para o ataque, e que, dentro do possível, tenham preferência para serem titulares.

Além de ser primeiro volante (posição que entendo carente atualmente na Seleção), Casemiro sempre teve talento reconhecido, e o fato de estar se credenciando num desses “times dos sonhos” (que são, inclusive, melhores do que qualquer seleção nacional, afinal, são “seleções internacionais”) ajuda a dar maior confiança e respeito à Canarinho num momento em que ela está carente disso.

Pra sintetizar: conseguir se credenciar como titular num desses três times – lotados de opções – e por isso merecer a Seleção, não é questão de “carteirada”, mas sim de mera constatação do que é um atestado de competência. São esses times (que estão o tempo todo nas nossas TVs por assinatura e que espancam praticamente todos os demais) que dão ao futebol europeu essa aura de “outro nível” que tanto invejamos. Para mim, qualquer outro não está num nível muito diferente dos melhores do Brasileirão.

E viva o nosso melhor campeão dos pontos corridos!
A Seleção de Dunga não é “terra arrasada”

Escrito por:

- possui 161 artigos no No Ângulo.

Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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5 respostas para “Casemiro está bem no Real Madrid. E isso já basta para merecer a Seleção”

  1. Que piada foi essa? -_

  2. Diego Maciel disse:

    Joga lá é fácil só tem time de várzea no campeonato espanhol, quando pega um forte já viu no que deu né 4a0 sem chororo


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Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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