Outros tempos: capitão era escolhido por sua natureza, não para ter mais responsabilidade

Tenho um colega que nunca viu Arthur Friedenreich jogar – parou em 1935 -, mas o escala em sua Seleção Brasileira de todos os tempos. Tenho outro que viu Leônidas da Silva em ação três vezes, quando tinha seis anos Leia mais… »

Sobre a continuação da generosidade jornalística com o técnico do Brasil

Tiiiiteeeeeee mão-de-pilão – diria o saudoso Marco Antônio… Acompanhei, por alguns minutos, a convocação e a entrevista de Tite. Suportei até o momento em que o treinador falou “tínhamos chego”. Se continuasse assistindo, estaria gritando por sua saída. E talvez, Leia mais… »

O tempo não para? No Bem Amigos, não só para como dá marcha ré.

Ele voltou! E querendo requentar! Quando todas as abobrinhas, abobraças e eventuais observações com pé e cabeça foram feitas sobre a Copa, com o Campeonato Brasileiro em andamento e às vésperas da volta da Libertadores, Galvão Bueno retornou a seu Leia mais… »

Cala a boca, Neymar!

A sabedoria milenar ensina que “há o tempo de calar e há o tempo de falar” Se Neymar e seu estafe tivessem refletido sobre essa frase, certamente teriam evitado o constrangimento do comercial divulgado esta semana, em que ele tenta Leia mais… »