Comentários das semifinais da UEFA Champions League

Créditos da imagem: goal.com

Barcelona e Juventus farão a grande final da UEFA Champions League, no dia 06 de junho, em Berlim.

Na semifinal entre Bayern de Munique e Barcelona, o primeiro conquistou a vitória por 3×2, porém não foi suficiente para a classificação, já que, no confronto de ida, a equipe catalã venceu por 3×0. Neymar, mais uma vez, foi decisivo. Com dois gols marcados, o atacante brasileiro garantiu o Barcelona na final de mais uma edição do torneio, a oitava da sua história. A equipe alemã até conseguiu dar esperança ao seu torcedor, quando, logo aos seis minutos, abriu o placar após uma cobrança de escanteio. O gol incendiou a partida e o time da casa partiu para a pressão total. Porém, logo depois, aos quinze minutos, em um rápido contra-ataque, o trio MSN aparecia para desequilibrar novamente o confronto. Passe genial de Messi para Suárez que, livre, só rolou para Neymar marcar. A partir dali ficaria muito difícil para o Bayern que, com o gol sofrido, precisaria marcar mais quatro gols, uma ingrata missão. Minutos depois, Neymar conferiu novamente, dessa vez para colocar ponto final no mata-mata. Praticamente um replay do primeiro gol: Messi dessa vez desviou de cabeça, a bola sobrou livre para Suárez, que, em mais uma bela assistência, encontrou Neymar livre na área para ampliar o placar da partida. O jogo foi para o segundo tempo, e, como em um amistoso de luxo, os craques “desfilavam” pelo belíssimo estádio dos bávaros, já que o destino das equipes parecia estar traçado. O Bayern ainda virou a partida com dois lindos gols, mas a classificação do clube espanhol já estava encaminhada àquela altura.

O confronto (dois jogos semifinais) mostrou um Barcelona superior e com um contra-ataque implacável, chamado por Pep Guardiola como “o melhor do mundo”. Quem diria, logo ele que encantou o mundo dirigindo o clube catalão em um sistema de jogo que valorizava o passe.

A equipe espanhola agora enfrentará em Berlim o surpreendente time da Juventus (a gigante italiana e mundial pode ser considerada assim, já que na “Era dos supercraques”, conseguir se meter entre os times de Messi e Cristiano Ronaldo têm sido algo desafiador. No entanto, em termos históricos e de representatividade, seria um desconhecimento de causa tratar a “Velha Senhora” como algo menor. Tem envergadura e “não olha pra cima” contra qualquer que seja o adversário).

Na primeira partida das semifinais, jogando em casa, a Juventus venceu os atuais campeões da Liga por 2×1 e trouxe a (pequena?) vantagem para o jogo da volta. Porém, ainda assim, a grande maioria ainda acreditava em uma virada do Real, o que não aconteceu. Após um pênalti polêmico anotado, a equipe espanhola chegou a fazer o placar que a classificaria, através do craque Cristiano Ronaldo (artilheiro do torneio ao lado de Messi, com dez gols). Porém, depois do intervalo, Morata (foto), revelação das categorias de base do Real Madrid (ironias invariavelmente presentes no futebol!), deixou tudo igual e deu a classificação para a equipe de Turim, que soube administrar o resultado até o fim.

Em um duelo equilibrado, a Juventus fez o mundo se lembrar do seu “tamanho”.

A final “de peso” da UEFA Champions League está garantida: Barcelona e Juventus, que vença o melhor.

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