W3vina.COM Free Wordpress Themes Joomla Templates Best Wordpress Themes Premium Wordpress Themes Top Best Wordpress Themes 2012

Corinthians será o primeiro clube a colocar a faixa de Hepta no peito

Balbuena, Jô e Cássio durante comemoração após o fim da partida que decretou o Corinthians campeão do Campeonato Paulista 2017 pela vigésima oitava vez, na Arena Corinthians, zona leste de São Paulo (SP) neste domingo (07). Foto: Marcello Fim/Raw Image

Créditos da imagem: MARCELLO FIM/Raw Image/Gazeta Press

O Heptacampeonato brasileiro do Corinthians está cada vez mais perto. Após a vitória contra o Avaí no sábado e o tropeço do segundo colocado, Grêmio, em casa, contra o Vitória nesse domingo, o alvinegro paulista passa a depender de apenas mais uma vitória para levantar o tão sonhado e improvável caneco.

Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.

Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.

Seis anos atrás, era inimaginável que seria o Corinthians o primeiro clube a conseguir este êxito, visto que o time ainda brigava pelo Penta, e tanto seu rival São Paulo quanto o Flamengo estavam já com o Hexa no peito (apesar de nem a CBF e nem STF considerarem 1987 oficialmente como do Fla).

Passados todos estes anos, o heptacampeonato vem para coroar uma década brilhante, toda alvinegra, em que o Timão conquistou nada mais nada menos que três Brasileiros, dois Paulistas, uma Recopa, um Mundial e a tão sonhada Taça Libertadores, num ano em que nem mesmo o mais louco do bando poderia sonhar com tão importante conquista.

O jogo contra o Flu, quarta-feira, deverá ser o do título, com Itaquera lotada, mais uma vez. Arena, aliás, que vem trazendo sorte para o clube e, apesar de todo o imbróglio fora das quatro linhas, verá o clube levantar seu segundo Campeonato Brasileiro em quatro disputados.

Ademais, o Timão passará a ser o maior campeão da era dos pontos corridos, com quatro conquistas contra três do Cruzeiro e do tricolor paulista, além de ter conquistado seis dos últimos 20 campeonatos, uma proporção incrível de 30% de conquistas daquele que é considerado o campeonato mais disputado do mundo.

Não acabou, mas está quase. 2017, quem diria, foi todo corintiano.

Palpites da 35ª rodada do Brasileirão 2017
Uma tetracampeã soterrada

Escrito por:

- possui 91 artigos no No Ângulo.

“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.


Entre em contato com o Autor

36 respostas para “Corinthians será o primeiro clube a colocar a faixa de Hepta no peito”

  1. Não é o primeiro não. Santos e palmeiras já são hepta!

  2. Corintianos são espécies esquisitas, comemoram o mundial de 2000 como se fosse mundial de verdade, mas contestam os títulos brasileiros anteriores aos de 1971, vai entender essa raça.

    • Willian Zanetti disse:

      é pq a gente comemora título ganho na bola, e não via fax

    • Alessandro Cardoso, não teve qualquer contestação aos títulos reconhecidos pela CBF. Você leu o texto? Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

    • Para CBF chancelar algo, tem que existir um ganhador, as conquistas aconteceram no campo, e o que menos importa é um poster ou uma faixa de campeão quando se tem as taças. Jornalistas como este que escreveu a matéria querem menosprezar a história. Isto é um assunto que nem deveria dar polêmica.

  3. Jorge bosta freitas o santos e Palmeiras já são hexa seu viado

    • Felipe Fontineles, não vou nem falar em respeito ao autor do texto, mas sim em interpretação de texto. Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

  4. Ninguém tem culpa se o curintia nasceu em 1990, o futebol já existia antes disso!!!
    História é pra quem tem!!!

  5. Léo Muller disse:

    Não basta o neto, ainda tem que aguentar esses blogueirinhos clubistas que não entende um nada de futebol! É de cair o cú da bunda msm!

    • Léo Muller, você leu o texto? Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

  6. Blogueiro clubista detectado. Descurtindo a página….

    • Desculpe, Mauricio Zerbini, mas você leu o artigo? Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

    • Gabriel Rostey claro que li. Em nenhum momento eu disse que o blogueiro não considerou os títulos nacionais unificados pela CBF. Ocorre que, tanto o título da notícia como o conteúdo, deixam transparecer o “corintianismo”do blogueiro, já que não há o menor sentido em escrever que o Corinthians será o primeiro clube a colocar a faixa de hepta no peito,a não ser provocar os rivais que já são hepta ha muito tempo. Entendo que o blogueiro foi parcial e clubista. Sei que você, como sócio fundador do blog, vai defender a posição do blogueiro, porém, ficou nítido o clubismo dele nessa notícia. É a minha opinião.

  7. vai nada palmeiras jah conseguiu 9 chupa gambazada

  8. Grande coisa desses sete pelo menos uma quatro não ganhariam se não fosse a máfia da arbitragem

  9. O futebol não começou em 1990.

    Obrigado e abraços.

    • Desculpe, Éder Rodrigues Fonseca, mas você leu o artigo ou só o título? Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

    • Negativo, Gabriel Rostey. Pode pesquisar à vontade, inclusive se quiser eu posso mostrar material (vai demorar um pouco, evidentemente) que comprova claramente que os títulos da Taça Brasil eram sim comemorados como o campeonato brasileiro. Era o campeonato brasileiro. A confusão começa com o advento das Taças de Ouro e de Prata, que mesmo assim eram comemoradas como o título nacional (daí a confusão). O campeonato brasileiro a partir de 1971 inclusive manteve as taças até os anos 80, apenas houve uma padronização da disputa na transição da CBD para CBF.

      A diferença aí no caso é apenas de nomenclatura. A unificação dos títulos veio para reparar uma injustiça histórica, pois nunca houve a menor sombra de dúvida de que a Taça Brasil e seus sucedâneos e o Campeonato Brasileiro a partir de 1971 tinham a mesma finalidade.

      O Santos comemorou penta e hexa na época, e entre a torcida nunca houve dúvida de que o título de 2002 foi o sétimo. Daí o meu comentário: O FUTEBOL NÃO COMEÇOU EM 1990.

      Também não começou em 1971.

    • Posso mostrar comemorando o penta, serve?

      Se você era mesmo santista naquela época, sabe muito bem que, para a torcida, nunca houve diferença entre os títulos da Taça Brasil e os do Brasileiro.

      A discussão sobre a unificação começou no dia seguinte ao título de 2002. Não poderia haver faixa, evidentemente, mas todos contavam como sete os nacionais do Santos.

    • Desculpe, Éder Rodrigues Fonseca, o que está em discussão aqui não é a Taça Brasil ou o Robertão, você está discutindo sozinho, portanto qualquer material que você traga sobre isso terá peso zero.

      A questão é: você pode mostrar, por favor, alguma imagem da torcida do Santos ou do Palmeiras comemorando o “heptacampeonato brasileiro”? Celebrando o sétimo Brasileirão? Alguma faixa, por exemplo. Ou algum print screen de notícia, ou foto de jornal, que retrate que esses clubes em algum momento venceram “o sétimo Brasileirão de suas histórias”? Porque é isso o que tem relação com o que está no artigo, e muita gente parece não ter entendido.

    • O artigo está falando sobre a perspectiva da torcida, Gabriel Rostey. Nunca houve duvida, pelo menos para a do Santos, de que 2002 foi o sétimo. Nunquinha.

      Evidente que não há foto com faixa “hepta”, nem poderia, pois campeonato brasileiro com essa nomenclatura era o primeiro, porém o próprio estranhamento com a situação levou à busca pela unificação já antes de 2004.

    • Bom, eu discordo veementemente. A busca pelo reconhecimento não foi uma coisa “da torcida”, mas sim de especialistas e diretores dos clubes. Você mesmo comprovou isso ao dizer que “nem poderia, pois campeonato brasileiro com essa nomenclatura era o primeiro”.

      Isso para não dizer que ninguém anteriormente poderia saber qual seria o nível de reconhecimento de cada título. Ou alguém teria certeza que tanto Taça Brasil quanto Robertão, que chegaram a ser disputados concomitantemente, teriam “peso de Brasileiro” e pronto, chegando ao ponto de ter “dois campeões brasileiros” por ano?

      Enfim, acho que nada ilustra melhor isso do que o fato de o Cruzeiro ter comemorado em 2003 o seu primeiro título brasileiro, e em 2013 parte da torcida ter partido diretamente para o tri, ou seja, o bi nunca foi comemorado, independentemente de correção ou não da equiparação.

    • Pois é, Gabriel, cada caso é um caso. Como eu disse, a confusão começou com o advento da taça de prata em 1968, porém nem essa confusão impedia que as torcidas e a imprensa na época falassem com todas as letras “campeão brasileiro”, assim mesmo. O RGP, que era o Rio-SP, foi remodelado com essa finalidade.

      Cada torcida tem sua maneira de lidar com os títulos. Posso falar pela do Santos, não por outras.

    • O próprio campeonato brasileiro não surgiu em 1971 com essa nomenclatura, e as muitas mudanças de formato e regulamentos até hoje geram discussões sobre “rebaixamentos” e afins.

      Isso sem falar no campeonato de 2000.

    • Bom, eu acompanhei de perto as conquistas do Campeonato Brasileiro pelo Santos em 2002 e 2004 e tenho certeza que foram tratados como o primeiro e o “bicampeonato” brasileiro do Santos. Por isso perguntei sobre foto de faixa de torcida, print de notícia, foto de jornal ou qualquer coisa que remetesse a um “hepta”, por exemplo.

      E digo mais: se fizessem uma pesquisa com os torcedores dos times campeões da Taça Brasil ou Robertão, tenho certeza de que a imensa maioria não sabia desses títulos. Até hoje acho que boa parte não sabe.

      De todo modo, independentemente do que se pense do reconhecimento desses títulos, acho que já ficou mais do que evidente que o autor jamais desconsiderou essas conquistas ao escrever o artigo, tampouco as diminuiu. Só tem a visão de que, até o reconhecimento por parte da CBF, em 2010, todas as torcidas comemoravam os Brasileiros sem considerar os nacionais anteriores. É a visão dele, da qual eu compartilho integralmente.

    • Da mesma forma a torcida do Corinthians comemorou neste ano seu 28° titulo paulista, com pôster e tudo, quando boa parte desses campeonatos foram títulos de campeonatos citadinos, com ligas concomitantes, etc.

      Épocas são épocas. Para o meu avô aquilo tudo era campeonato brasileiro, já para mim, que vivia a fila interminável, aquilo contava ‘ma non troppo’. Títulos como Taça Cidade de São Paulo valiam pra valer, mas hoje o povo mal sabe que existiam. Essa coisa é tão doida que mantivemos a fila ganhando o Rio-SP, o campeonato mais badalado dos anos 50.

      Da parte do santista, porém, nenhum daqueles títulos nacionais valeu menos que os atuais.

      Agora que é oficial, quando formos campeões ano que vem eu tiro a foto do pôster de enea e colo aqui. Rs.

      Grande abraço.

  10. Tá todo mundo criticando o blogueiro sem ler o texto. Ele não desconsidera os titulos do palmeiras e do santos. Ele so fala que do jeito que foi, eles pularam a comemoração do sétimo título. Pq chegaram vários de uma vez.

    Bom. Eu desconsidero. Daqui há uns anos copa dos campeões vai ser brasileiro.

  11. Descurtindo em 3,2,1 vai te fuder seu gamba maldito kkkk

    • Desculpe, mas você leu o texto ou só quis xingar o autor mesmo? Porque está muito claro que ele considerou os títulos reconhecidos pela CBF, mas falou de ser um título COMEMORADO COMO SENDO O SÉTIMO:

      “Com o êxito, o clube será o primeiro clube a colocar em seu peito a faixa de heptacampeão, bem como será a Fiel Torcida a primeira a gritar que seu time tem sete títulos. Isso porque, tanto Santos, quanto Palmeiras, pularam de dois e quatro, respectivamente, para oito conquistas, após a chancela da CBF para os títulos anteriores a 1971.
      Como visto, portanto, jamais existiu uma comemoração pelo sétimo título, da mesma forma que nunca vimos alguém colocar em seu peito a marca das sete estrelas.”

  12. Eu não sei se o problema é o fanatismo que leva as pessoas a já saírem reclamando sem nem lerem o texto, ou sé é de interpretação de texto mesmo. Ou as duas coisas, claro…


Deixe um comentário

Enquete

Qual o maior técnico brasileiro dos últimos tempos?

Ver resultados

Carregando ... Carregando ...

Colunistas

Emerson FigueiredoEmerson Figueiredo

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

Gustavo FernandesGustavo Fernandes

Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

Jorge FreitasJorge Freitas

“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

Fernando PradoFernando Prado

Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

José Maria de AquinoJosé Maria de Aquino

Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

Gabriel RosteyGabriel Rostey

Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano é especialista em política urbana. Com formação em gestão do esporte, também encara apaixonadamente o futebol como fenômeno cultural.

Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

Assinatura por e-mail

Arquivos

©2017 No Ângulo - Todos os direitos reservados