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Elano e a Psicologia no futebol

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Créditos da imagem: bemparana.com.br

Campeão do histórico Brasileirão de 2002 pelo Santos, da então dupla sensação Diego e Robinho, Elano, pode-se dizer, começaria ali a traçar a sua bem-sucedida trajetória no futebol.

“Pinçado” por Emerson Leão (assim como Alex, o zagueiro; Renato, o volante que até hoje – depois de passagens marcantes por Sevilla e Botafogo – brilha com a camisa do Peixe; Alberto etc), o jogador atuaria também por Shakhtar Donetsk, Manchester City, Galatasaray, além de Grêmio e Flamengo, para citar os principais.

Em 2010, foi homem de confiança da Seleção Brasileira de Dunga e não decepcionou. Até a contusão que o tiraria daquela Copa do Mundo (resultado de uma entrada violenta do jogador da Costa do Marfim), vinha sendo o principal nome do escrete canarinho, que cairia diante de uma Holanda sem muito brilho, liderada por Sneijder.

Curioso que depois da Copa, Elano rodou, voltou ao Santos em 2011 (quando foi artilheiro do Paulista daquele ano) e, em 2012, chegou a ser cogitado para substituir o astro holandês – algoz da nossa Seleção – na Inter de Milão, o que acabou não se concretizando.

Voltando a 2011, foi a partir daí que a carreira do meia só fez descer a ladeira. À época, Elano assumiu um romance extra-conjugal com a então atriz global Nivea Stelmann, o que, segundo o próprio jogador, causou-lhe danos incalculáveis na sua vida pessoal e, por consequência, na de atleta. Ele assume ter “perdido a cabeça”, o foco, e, passado o efêmero – e conturbado – romance (com direito a muita exposição na mídia), reataria com a esposa e buscaria na religião forças para continuar.

Fato é que, desde então, Elano nunca mais brilhou. A sua estrela se apagou (de se lamentar que um jogador do seu nível tenho ido atuar na Índia entre 2014/2015) e, salvo alguma notícia da qual não tenho conhecimento, o atleta não teve a assistência psicológica dos clubes pelos quais atuou e agora vive à margem no Santos (sim, ele está no Peixe), sem prestígio e sendo pouco notado.

Prova disso é que, mesmo aos 34 anos de idade (se não é jovem, há jogadores mais velhos atuando em bom nível por aí), sequer é cogitado para atuar na partida contra o São Paulo, quando o Santos atuará SEM CINCO TITULARES, em razão das convocações para a Seleção Brasileira de Lucas Lima, Gabigol e Ricardo Oliveira (para a “principal”) e Zeca e Thiago Maia (para a “olímpica”).

Como diz o amigo João Ricardo Lebert Cozac, bam-bam-bam da nossa Psicologia Esportiva, até quando ignoraremos esse assunto tão relevante para o esporte de alto rendimento?

E segue o jogo.

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Escrito por:

- possui 223 artigos no No Ângulo.

Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

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19 respostas para “Elano e a Psicologia no futebol”

  1. Viu. .. vai joga no gremio. ..otário. .. agora esquenta o banco…imagina se nunca tivesse saído. .. tenho certeza q hj era Capitão. …. sem dúvida

  2. Renan Veloso disse:

    Mas ele é idolo sem duvidas…nao vem jogando mas quem acompanha a santos TV sabe da importância dele ate no banco…

  3. Luis Henrique disse:

    Mas hoje,no Santos,o Elano trabalha mais como “conselheiro” dos jogadores da base,que estão subindo para o profissional,fora que em algumas partidas,atua como assistente técnico
    Ele mesmo sabia que seria pouco utilizado esse ano,e até planejou sua aposentadoria pro final dessa temporada

  4. Juninho Couto disse:

    Poderia estar jogando em alto nível ainda. Mas é ídolo, pois nunca pisou no clube por grana e sempre agiu de maneira correta. O fato de estar esquecido não apaga o que ele já fez. Agora, “provocando” um pouco: Será que se ele estivesse jogando em bom nível, não iria ligar o foda-se para o clube em caso de proposta milionária?. Depois do Robinho eu não duvido de mais nada.

    • Derci disse:

      Juninho Couto, eu tenho certeza que ele mesmo que estivesse jogando como titular não faria igual ao tal de Robinho que sempre usou o Santos para subir na vida

  5. Natan Campos só p salvar o post

  6. Não pode esquecer a libertadores que ele fez. Só que juntou aquele pênalti perdido na copa América e esse caso aí que ele teve

  7. Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

    Essa figura de “paizão” do grupo é cômoda para ele. Em condições normais, teria de ser titular. Uma pena, pois era ótimo jogador.

  8. Lucas Sodré disse:

    Até outro dia? O Elano foi titular da seleção a última vez em 2011, já faz 5 anos. Lógico que ele não é mais o mesmo jogador

    • Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

      Mas ele poderia estar atuando bem até hoje, acredito que seja justamente esse o ponto que o colunista quis passar.

    • Mas é impressionante que tenha caído tanto assim, não acha? Já faz pelo menos dois anos que o Elano não engrena minimamente em lugar nenhum. E idade não é o problema…

      Eu penso que o auge do Elano foi justamente em 2010/2011. A partir do auge, simplesmente despencou.

    • Lucas Sodré disse:

      Concordo que ele caiu mto mesmo. Mas já tem 35 anos, talvez esteja na hora de parar de jogar e ficar com assistente no SANTOS

  9. Até quando, João Ricardo Lebert Cozac? 😉

  10. Gabriel Silva disse:

    Ainda jogá muito admiro Elano têm amor nó time têm que jogá

  11. ela ainda deve c titular em ql ker time brasileiro

  12. Ivan Ferreira da uma lida…


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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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