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Final do Carioca, parte I: somente campo e bola, pela primeira vez este ano

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Créditos da imagem: Dhavid Normando/GloboEsporte.com

Enfim, tivemos um jogo no Campeonato Carioca de 2015 para comentar. Depois de tantas polêmicas extra-campo e de arbitragens sofríveis, a primeira partida da final entre Vasco e Botafogo foi somente campo e bola. E surpreendeu. Esperava-se uma disputa mais pegada, mais truncada. Não foi o que aconteceu. Vasco e Botafogo se superaram e deram (quase) o máximo do que podem.

Com melhores opções no papel, o time de Doriva mostrou mais ofensividade que o rival e não se limitou às bolas paradas pelo alto. Com Julio dos Santos se movimentando bem, o Vasco comandou as ações do primeiro tempo, em que pese a bola no travessão de Bill, logo aos 20s de jogo. A primeira etapa acabou sendo parecida e o zero a zero restou justo.

Na volta do segundo tempo, o Vasco continuou dominando o Botafogo no campo de ataque, mas com Dagoberto e Marcinho, Doriva percebeu que ficaria difícil de fazer gol e colocou Bernardo e Rafael Silva. O Cruzmaltino apostava na velocidade contra o Alvinegro, que misteriosamente chega ao final dos jogos com boa parte de seu time cansado.

O time de General Severiano até tentava se soltar, mas parecia jogar amarrado, não só pelo cansaço, como também pelo regulamento, que permitia o título em caso de duplo empate.

O Vasco tirou Julio dos Santos para lançar Thalles e mostrou que queria a vitória, mas perdeu domínio da meia cancha e acabou dando espaço para o Alvinegro, que acertou mais uma bola no travessão e obrigou a Martin Silva a fazer boa defesa.

Sem o mesmo ímpeto, o time de São Januário contou com a benevolência dos Deuses do Futebol, que às vezes estão de bom humor, e foi premiado com uma rara bola parada próxima da área, faltando um minutinho para terminar.

Na especialidade da casa, Bernardo nem precisou bater bem na bola para a zaga do Botafogo dormir e Rafael Silva ter todo o espaço do mundo pra pegar de primeira e colocar o Vasco em vantagem para o jogo de volta.

A destacar a arbitragem muito boa de Luis Antônio Silva Santos, o polêmico Índio. E também da consciência dos jogadores, que exceto pela disputa dos faladores Rodrigo e Bill, ajudaram a partida a ser resolvida apenas na bola.

A se comemorar também o fato dos jogadores poderem extravasar com a torcida, já que o autor do gol foi para os braços da massa vascaína, maioria no Maracanã. Esperamos que essa recomendação estapafúrdia seja banida de vez dos gramados brasileiros.

Por fim, a vitória, à moda vascaína, acabou sendo merecida. O Botafogo mostrou que, com um pouco mais de ousadia, poderá reverter a situação, como fez na semifinal contra o Fluminense.

Esperamos um segundo jogo ainda melhor. E resolvido só no campo.

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- possui 71 artigos no No Ângulo.

Carioca, graduado em Direito e universitário de Jornalismo. Mas antes de tudo, um opinólogo profissional, cronista do cotidiano, comentarista do dia a dia e palpiteiro da rotina.


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4 respostas para “Final do Carioca, parte I: somente campo e bola, pela primeira vez este ano”

  1. Lucas Garreto disse:

    E a audiência lá em baixo.

  2. Audiência lá em baixo?? 45 mil torcedores no primeiro jogo da final é recorde amigo. E no segundo jogo é mais de 60 mil. E a audiência não ficou lá em baixo não. O jogo foi a maior audiência da Globo nesse campeonato carioca! Pesquise antes de falar merda


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