Futebol: amor de pai para filho

Créditos da imagem: Montagem de No Ângulo

Dia dos pais. Como bem disse alguém, a data pode até ser comercial, mas como é bom ter a oportunidade de, em um dia específico, poder homenagear o “cara” da minha vida.

Peço licença ao leitor para falar especialmente da minha relação com o meu: “Seo” Vicente é um sujeito com rara inteligência e perspicácia, bem humorado e piadista, trabalhador e bem sucedido profissionalmente, amoroso e atencioso com a sua família, do tipo que até hoje distribui beijos e abraços no “filhinho” de quase 1,90m de altura. Além de praticamente ser um masterchef na cozinha, local em que tem se realizado e aperfeiçoado durante a merecida aposentadoria. Gosto de dizer que, ao lado de sua companheira de vida e minha mãe, Eliana – que o ajuda sobremaneira a explorar as suas qualidades e deixar os defeitos em segundo plano -, ambos cumpriram suas missões com sobras.

Bom, além de tudo isso, há um sentimento que torna o elo entre meu pai e eu ainda mais forte: o amor pelo futebol. Como é sagrado esse tempo que passamos juntos. Desde pequeno, sempre resisti a assistir os jogos se não fosse ao lado do meu genitor. A frase “vou pra casa assistir com o meu pai” virou quase um chavão para os amiguinhos do colégio. Sem falar nas idas aos estádios, as viagens para acompanhar o time do coração. As conquistas, assim como as derrotas, eram como se fossem nossas, fazíamos parte de tudo aquilo.

Meu pai acendeu essa chama no meu coração. E o dia em que isso fisicamente não puder mais acontecer, a saudade vai machucar, mas as lembranças permanecerão e a chama jamais se apagará.

Por isso, e por muito mais, obrigado, meu pai.

E segue o jogo da vida.

3 comentários em: “Futebol: amor de pai para filho

  1. Obrigado meu amado filho. Que continue o sucesso do “NO ÂNGULO”. O futebol foi, é e sempre será um “momento muito nosso”.

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