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Pato foi… Pato

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Créditos da imagem: Portal Terra

Pato sempre foi a eterna promessa que não se concretizou. No Milan, era um jogador bissexto. Na Seleção, idem.

Mesmo assim, sempre houve quem acreditasse nele. O Corinthians de Mário Gobbi foi um. Pagou por Pato um valor que nem o Milan, proprietário de seus direitos, pagaria.

Estive em sua estreia no Corinthians, no Pacaembu. Entrou no segundo tempo: primeira jogada, um gol. O início mais promissor possível.

Depois disso, alguns bons jogos e uma atitude constantemente apática. Em um time que tinha um esquema que previa participação de todos na defesa e no ataque, parecia um ET. A TV pegou um jogo em que Tite gritava que ele ficaria em campo e era para jogar, diante de seus apelos para sair.

O pênalti contra o Grêmio dispensa comentários. Se quiser fazer graça, saiba fazer, como Djalminha, Edmundo, Marcelinho Carioca ou Loco Abreu.

Foi para o São Paulo e teve desempenho razoável. Em relação ao time que investiu nele, só provocações em entrevistas e pelas mídias sociais.

Sua ida para o Morumbi valeu Jadson para o Corinthians. Menos badalado, mas muito mais vantajoso.

Ainda no São Paulo, tentou uma ação judicial para ter seus direitos federativos. Perdeu.

Voltou para o Corinthians sabendo que o grupo de jogadores e a torcida não o perdoavam. E não fez nenhum gesto de reaproximação.

Rejeitou propostas que o enriqueceriam e fariam o clube ganhar. Ok, não era obrigado a ir para a China. Sua estratégia parecia ser a de enrolar até poder sair sem nada dever ao Corinthians.

No fim, aceitou um contrato de trainee de um time em crise da Inglaterra. Vai em situação inferior à de muitos garotos do Brasil.

Se todos os atletas de ponta tivessem esse desempenho, ou não haveria mais altos investimentos ou os clubes acabariam sempre em enormes prejuízos.

Uma história sem heroísmo algum.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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9 respostas para “Pato foi… Pato”

  1. O corintians queimou o cara por causa daquele pênalti, atrasaram o salário dele, ta mais do que certo mesmo.
    Sobre o clube estar em crise, pode até n ganhar muita coisa agora, mas é o atual campeão inglês e vem sempre brigando por algo la

    • Gabriel, na minha opinião, quem se queimou foi ele, ao bater o pênalti daquela maneira. O problema do Pato é que ele não “sente” nada, nem para o bem, nem para o mal. Quanto à grandeza do Chelsea, concordo com você que hoje é um clube de primeira linha em nível mundial e, até por isso, acredito que o Pato não vá ter muitas chances por lá… A conferir. Abraços 😉

    • Fernando Prado também acredito que o maior problema do pato seja isso, em certos jogos ele mostra um grande talentos, enquanto em alguns parece um jogador sem gana de vencer

  2. falam tanto do Pato ele não passa de um jogador mediano com alguns promenores , foi um jogador que prometeu mundos quando chegou a Milão e no fim não passou disso mesmo uma carreira falhada

  3. Rovany Santos disse:

    Parem de falar e postar besteira do Pato, ele jogou mt no Milan, porém as seguidas lesões o atrapalharam muito, infelizmente! Quem acompanhou o Milan sabe que ele era um jogador fundamental quando estava apto a jogar, titular absoluto, sempre jogava bem e fazia gols, sempre que ele voltava tinha lugar cativo na equipe titular. Voltou ao Brasil para ganhar confiança, pois o excesso e lesões o atrapalharam muito, porém não Foi mt bem, assim como o time do Corinthians foi medíocre em 2013, tanto é que beirou a zona e rebaixamento, o estopim foi a perda do penalt, onde Ele tentou dar a cavadinha, o Pato não Foi bem no Corinthians assim como não Foi o R. Augusto, que veio apresentar algum futebol ja na reta final do Brasileiro com o time do Titã bem encaixado, quanto ao Pato, começou mt bem no São Paulo, deve um momento e baixa como todo o time do Muricy, mas recuperou o bom futebol no segundo semestre de 2015 e foi fundamental para o time, talvez o melhor jogador da equipe. Agora vai para umas das potências recentes europeias, então Parem desse mi mi mi e corintiano, feio isso é pior, tem jornalistas que compactuam com isso, infelizmente! O próprio Cristian que vcs contrataram a peso de Ouro, não mostrou a que veio.

    • Muito democrática a sua maneira de lidar e adjetivar as opiniões contrárias, Rovany Santos, rs!

      Olha, confesso que discordo demais do que você escreveu. A sua narrativa é de uma boa vontade absurda com o jogador, tratando como se ele nunca tivesse responsabilidade, por exemplo, por quase não ter títulos na carreira, mesmo jogando em gigantes do futebol mundial a vida inteira.

      Não sei como Pato “sempre fazia gols pelo Milan”, se nunca fez mais de 18 em uma temporada. Nunca chegou a 0,5 gol por jogo lá, e nas últimas duas temporadas passou muuuito longe disse. Por isso foi vendido pelo Milan, e não só “voltado ao Brasil para ganhar confiança” como você deu a entender.

      Em 2013 o Corinthians chegou a fazer um bom primeiro turno brigando por Libertadores, e mesmo assim o Pato nunca deslanchou. Bem como em 2014, no São Paulo, o Pato nunca teve protagonismo.

      Em 2015 ele realmente jogou bem e foi o melhor jogador do São Paulo na temporada. Ainda assim, nada para merecer Bola de Prata ou garantir convocação para a Seleção, por exemplo.

      Enfim, para mim é nítido que você continua tendo a boa vontade com o Pato que quase todos tivemos quando ele surgiu como o garota super promissor no Inter.

      Vamos ver se o Pato mantém o ritmo de 2015 e consegue se afirmar no Chelsea, ou se voltará a precisar das eternas justificativas para a sua carreira nunca decolar.

  4. Alan Santos disse:

    Vai é n voltar mais

  5. Pato jogou muito no Milan ae depois desandou de vez indo pros gambas

  6. Pato tem q ir pro Inter,onde é querido pela torcida Colorada .. lá ele talvez conseguiria voltar a ser um jogador de nível..


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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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