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Quer apostar como Neymar não vai render na Seleção como faz no Barcelona?

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Créditos da imagem: UOL

Às vezes, digo ao meu filho, economista, que é bem mais fácil falar sobre economia do que comentar futebol. O que eles, economistas, falam, na língua que falam, a maioria não entende mesmo – estou nessa maioria -, diferente do que ocorre no jogo da bola, onde todo mundo sabe tudo, ou pensa que sabe, dá palpite, resolve situações, define, decide… Quer dizer, a concorrência é enorme. Os mestres são muitos, e as contestações, claro, também.

Sim, tem os economistas que falam português, numa linguagem que nós, leigos, mortais, entendemos. Coisa rara. Acho que são os que não têm medo. Medo de serem entendidos e, por isso, eventualmente contestados. O que também, na mão inversa, acontece com os especialistas no esporte, mais no das multidões. São mais conservadores, mudam menos os esquemas, mexem menos nas escalações. Imagino, até, que quando esses conservadores falam ou escrevem, pessoas replicam: “esse não sabe nada”.

Difícil de entender? Bem, pode ser porque acabei de ler sobre dislexia, em post do amigo Ademir Tadeu. Do que se trata? Veja lá… Nessa linha, ouso pensar se a solução para o enrosco em que meteram a economia nacional, não seria entregar os ministérios da fazenda, do planejamento, mais o Banco Central, a um trio de jornalistas esportivos, que poderiam, naturalmente, convocar colegas para assessorá-los.

E, na lei das compensações, se entregaria microfones e computadores dos departamentos de esportes a economistas. Tente descobrir como eles falariam da troca de um lateral por outro lateral, feita por um técnico. Aquela troca que hoje se comenta como “de seis por meia dúzia”. Não, também não pensei como seria, mas é certo que seria diferente, e tiraria o futebol do marasmo e da mesmice que tantos reclamam. E, cá entre nós, com toda razão.

Como tudo na vida tem os prós e os contra, imagino que a multidão aplaudiria a troca de ex-jogadores comentaristas (há os bons) por economistas. Já imaginou o Joaquim Levy Júnior entrevistando o Tite? O Meirelles ouvindo a explicação sobre o “nó tático” dada pelo professor Luxemburgo? E o…., esse mesmo que você pensou, explicando os projetos para o ajuste fiscal? Colocando a CPMF como volante de contenção? A briga para que a grana recolhida pelo Imposto de Renda, jogando com a 10, seja distribuida mais para a esquerda do que para a direita, e vice-versa?

E o veterano Delfim Neto, chamado de “mestre” pelos mais novos, explicando e garantindo – mais garantindo do que explicando – que Neymar não repetirá na seleção o que faz no Barcelona, exatamente como era com Ronaldinho. Citando Keynes, Marx…

A Seleção de Dunga não é “terra arrasada”
Sintonia fina - Um novo nicho no instável mercado de trabalho da "Comunicação"

Escrito por:

- possui 73 artigos no No Ângulo.

Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.


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23 respostas para “Quer apostar como Neymar não vai render na Seleção como faz no Barcelona?”

  1. José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

    Não há novidade. Mas há explicações? abss

    • Erik disse:

      Ao meu ponto de vista há.
      No Barcelona o entrosamento é maior, a qualidade técnica é melhor, a qualidade tátíca é melhor. Tudo isto torna a vida dele mais fácil. Ele já sabe para onde e quando o companheiro de ataque vai se deslocar ou consegue observar pelo gesto corporal quando os meias vão tentar o lançamento.
      Na seleção o entrosamento é muito menor, a qualidade técnica dos jogadores é bem menor e a qualidade tática então, mil vezes menor – e isto foi visível ontem, onde na direita o meia joga de lateral cravado na ponta e o lateral quer jogar pelo meio, como um camisa 10 – tornando assim a vida do Neymar e restante dos companheiros bem mais complicada.

  2. José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

    Perfeitas as observações, Erik. O Barcelona é uma seleção, onde mesmo os astros não são sobrecarregados… Abs

  3. não é mais novidade pra ngn

  4. O cara com 23 anos ja está entre os 10 maiores artilheiros da história do Brasil e não rende??? E também que compara o Time do Barça com aquela seleção fraca…

  5. Compara Barça com seleção me poupe ne

  6. José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

    Não poupo nada, porque você não disse qual é melhior. Barcelona ou a seleção? Selação não significa dizer os melhores? abss

  7. Vcs querem comparar um time q treina todos os dias. Com a seleção que se juntam em ano e ano. Cambada de burros. Por isso q o país não vai pra frente.

    • José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

      O Vasco treina todos os dias e vai cair mais uma vez para a B. Não é o tempo de treinamento, mas a qualidade dos jogadores…

  8. Na selecao ele nao joga com messi e soarez

  9. 5* maior artilheiro da seleção e não vai rende , outra no Barça ele tem meio campo ótimo e um ataque tenebroso ..

  10. José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

    Na coluna seguinte falamos disso. abs

  11. Thiago Piu ML disse:

    Com o Dunga como técnico coloco o menino pra jogar de centroavante ou falso 9…..todo mundo sabe que ele joga pelo lado esquerdo do ataque…

    • José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

      Você está certo, companheiro. Liberdade e companhia, o que parece faltar, pelo menos com qualidade…

  1. […] Para dizer que todo mundo pensa saber tudo de esportes, especialmente futebol, assim como uma enormidade garante falar espanhol quando nada mais faz do que resmungar usando o nariz, usei como isca o Neymar na Seleção. Numa afirmação que mais vale como indagação: “Você acha que o Neymar vai jogar na Seleção o mesmo que joga no Barcelona?”. […]


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Emerson FigueiredoEmerson Figueiredo

Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Fernando GaviniFernando Gavini

Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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