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Reforços de peso?

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Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo

Contratados a peso de ouro, nomes como Éverton Ribeiro, Borja e inúmeros outros fracassam na temporada

O Flamengo (de Diego e Guerrero) contratou Diego Alves, Conca, Éverton Ribeiro e Geuvânio.

O Palmeiras (de Fernando Prass e Dudu) foi atrás de Felipe Melo, Guerra, Borja e Deyverson.

Isso para falar apenas de alguns jogadores dos caríssimos elencos dos “novos ricos” do futebol brasileiro.

Veja, não pretendo, nestas linhas, tratar do desequilíbrio técnico existente no grupo de jogadores de Flamengo e Palmeiras (Pará e Rafael Vaz, pelo lado carioca, e Egídio e Mayke, pelo paulista, deixam isso evidente), embora dito fator naturalmente reflita no rendimento das estrelas contratadas, já que, como reza o clichê, “em time bom é mais fácil se destacar”.

Tampouco darei muita ênfase ao fato de, especificamente no caso do Flamengo, Conca e Éverton Ribeiro terem de concorrer com Diego – a estrela maior do Rubro-Negro – à vaga de maestro do meio de campo da equipe carioca, em que pese a variação entre os estilos de jogo de cada um.

A tese central do meu texto é: mesmo com todos os referidos “senões”, o rendimento dos medalhões ficou muito aquém do aceitável. O que demonstra que no subjetivo futebol “nada é garantia de nada”.

Perceba que nem mesmo trazer o craque Éverton Ribeiro – quem para mim, em situações normais, concorre com Lucas Lima ao posto de melhor meio-campista atuando no futebol brasileiro – é certeza de retorno! Tampouco a dupla recém-campeã da Libertadores Guerra e Borja (embora aqui, até pela nacionalidade e peculiaridade de cada jogador – o venezuelano Guerra é veterano e fisicamente frágil e o colombiano Borja um “cometa” pouco experimentado – vejo a aposta como mais arriscada).

Conclusão: no futebol brasileiro atual, tendo a pensar que apostar em um bom conjunto de atletas comprometidos e “com fome” – como de maneira forçada (e não pensada) fez o falido Corinthians – parece uma aposta mais inteligente, ou, no mínimo, mais viável e saudável economicamente.

O que não é pouco.

E segue o jogo.

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Escrito por:

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Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.


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9 respostas para “Reforços de peso?”

  1. Tem jogadores que qdo voltam ao Brasil demoram para se readaptar esse pode ser o caso do Everton Ribeiro que é craque. Sem contar que chegou num time ja montado isso dificultou ainda mais. Seria um nome a se pensar no SFC.

  2. Jorge Mendes disse:

    Everton Ribeiro seria O DONO de qualquer time aqui no Brasil……….

    FLAMENGO É UMA PIADA!!!!!!!!!!!

  3. Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

    FUTEBOL E O IMPONDERÁVEL…

    VEJA O ZÉ RICARDO VOANDO NO VASCO ATUALMENTE… E FOI DESCARTADO PELO FLAMENGO…

    O PRÓPRIO GEUVÂNIO, DE QUEM QUASE NINGUÉM FALA E É ÓTIMO JOGADOR…

  4. Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

    JÁ O PALMEIRAS PARECE TER SE LIGADO E HÁ QUEM DIGA QUE JÁ ESTEJA APALAVRADO COM LUCAS LIMA E ZECA!

  5. Por isso insisto que futebol não é vídeo-game para ter os jogadores tidos como uma coisa fixa. A nossa impressão sobre a capacidade dos jogadores se dá também pelo que eles executaram em suas carreiras que, na maior parte dos casos, tem a ver com o futebol apresentado por suas equipes.

    É claro que tem jogador ruim e jogador bom, independentemente de onde jogue, mas a maior parte depende mais do resultado com os companheiros e o trabalho em equipe, e nosso problema é subestimar isso e pensar em um time só como uma somatória de capacidades individuais.

  6. Com o devido respeito, discordo da qualificação de Everton Ribeiro como craque. Um bom jogador atuando como meia-atacante pelo lado direito. Nada além disso. Ainda assim, tenderia a se ajustar mais rapidamente se o Flamengo tivesse um elenco planejado pra isso. Se você tem um meia-atacante canhoto pela direita, quem jogar aberto pela esquerda precisa ser um atacante com facilidade para ir ao fundo, mesmo que seja destro. Do contrário, ficamos com três jogadores se marcando, pois Everton fecha pro meio, quem está na esquerda fecha pro meio e Diego fica parado no meio, já que sua movimentação quase nula foi, inclusive, o que o desvalorizou em bons times europeus.

    • Fernando Prado Fernando Prado disse:

      Tranquilo, Gustavo.

      Claro que se vc for qualificar restritivamente como craques jogadores da estirpe de Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar, o Everton Ribeiro estaria fora disso.

      Digamos que eu seja mais generoso (ou que eu banalize o termo, aí vai de acordo com o gosto do freguês) e tenha uma lista um tanto maior que a sua.

      De qualquer forma, é um jogador que eu adoro!

      Quanto ao Diego, li críticas bem parecidas com as suas – especialmente do André Rocha, dê um google – e, com a devida vênia, não concordo muito com elas. Primeiro que ele teve sim uma passagem bem-sucedida na Europa, tendo atuado por grandes clubes, às vezes com algum destaque (especialmente na Alemanha), às vezes não, e acho mesmo que ele cumpre muito bem a função de armador, sem deixar a parte tática de lado. Inclusive não consigo ver esse Diego estático que tanto vc quanto o André citam em suas observações. Sem falar na liderança positiva que exerce no time, o Flamengo é outro quando ele está em campo.

      Não estou falando que é o seu caso, mas não considero um argumento razoável alguém criticar um jogador pelo simples fato de ele ter voltado da Europa. Claro que esse é um elemento a ser observado, mas ele não deveria, por si só, ter o poder de sumariamente invalidar qualquer outro (às vezes o campo fala e dentro da subjetividade do futebol há muitas transformações e nuances).

      Enfim, valeu pelo prestígio e pelo bom debate de sempre! Abs 😉


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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano é especialista em política urbana. Com formação em gestão do esporte, também encara apaixonadamente o futebol como fenômeno cultural.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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