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Santos: um balcão de negócios? E Corinthians na briga

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Créditos da imagem: Montagem/No Ângulo

Já comentei, em coluna anterior, que o Santos perdeu uma oportunidade de ouro de peitar a CBF (amparado pela Lei Pelé) no caso das convocações de seus principais jogadores para a Copa América.

Depois de hoje, ao assistir Maxi Rolón maltratar a bola no jogo contra o Corinthians – longe de mim querer falar mal gratuitamente de um profissional, mas o atacante argentino parecia um menino atrapalhado no meio de homens – confirmei aquilo que há muito tempo já desconfio: o Santos virou um balcão de negócios nessa questão de transferência de atletas.

Algo que permite imaginar – repito, imaginar – que alguns dirigentes até tenham “esfregado as mãos” com as convocações de Lucas Lima, Gabigol e Ricardo Oliveira e a chance de vendê-los por altas cifras.

Chance esta que possibilita e “justifica” a contratação de novos atletas. E a gente, que conhece um pouquinho desses bastidores do mundo da bola, sabe como há comissões, jogo de interesses etc, nisso tudo. Muitas vezes – pelo menos assim tem sido no Santos -, a (pouca) qualidade dos jogadores é um mero detalhe nas negociações.

Enquanto isso, alguns torcedores com menos sensibilidade preferem culpar Dorival Júnior, que, de todos, é o menos culpado. O técnico, a bem da verdade, é vítima. Muitas vezes é pressionado a colocar em campo jogadores que chegaram ao clube à sua revelia.

Mas o que se pode esperar de torcedores fanáticos? Para eles, a emoção sempre fala mais alto do que a razão. Veja, até outro dia alguns gremistas reclamavam de Roger e outros tantos corintianos de Tite. É mole?

Falando em Corinthians, depois de vencer Ponte, Sport e Santos, parece que o time vai mesmo conseguir brigar por algo grande no campeonato. Mais uma vez!

A diferença entre o Timão e o Peixe?

Com a palavra, Marquinhos Gabriel.

E segue o jogo.

Sejam mais Daniel Alves
Faz tempo, se é que alguma vez isso existiu, que não se joga apenas com o nome lá fora

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Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.

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9 respostas para “Santos: um balcão de negócios? E Corinthians na briga”

  1. Ademir Baptista disse:

    PERFEITO! FORA TODA A DIRETORIA, E NÃO O DORIVAL!

  2. Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

    ISSO TUDO E O CASO DAMIÃO TB…

    ESTÃO QUERENDO ACABAR COM O SANTOS (MAS NUNCA VÃO CONSEGUIR)!!!!!

  3. Diogo Soares disse:

    O santos ta virando vitrine sem dono

  4. Saindo um pouco do assunto, uma das coisas que mais me intrigam no futebol chama-se Santos Futebol Clube… um clube GIGANTE, mas que ao mesmo tempo é tratado (e se trata algumas vezes) como um mediano.
    Sua história e títulos não condizem com o modo que ele é apresentado (especialmente alguns setores da imprensa). Vejo coberturas amplas sobre todos os times grandes do Brasil, menos do Santos. Considero um milagre quando falam do Peixe em um programa de TV
    Voltando ao assunto do post, vejo um ponto interessante dentro deste contexto atual do time do Santos; um estadual pode enganar muito, especialmente quando se conquista. Apesar de ter um time envolvente, especialmente quando joga na Vila, o Santos possui alguns problemas na construção do seu elenco… falta reposição
    Ricardo e Lucas fazem falta a qualquer time no Brasil, mas nem por isso o rendimento do time santista pode cair tanto, especialmente em casa
    Me perguntaram no início do Campeonato se o Santos era candidato ao título. Eu na época fui categórico ao dizer que não… no Brasileiro. Vejo o Santos com cara de Copa do Brasil, especialmente se manter o Lucas (missão fácil, ne?) …
    Quanto ao Corinthians, continuo com a mesma opinião do ano passado… É o melhor modelo de time do país. Não é o melhor time, não tem o melhor elenco, não joga o futebol mais vistoso. Mas tem o melhor modelo de jogo. O Tite sabe fazer o Corinthians jogar como ele quer. E por isso coloco o Corinthians como favorito neste Brasileirão, junto a Inter, São Paulo, Galo e Gremio. Muitos candidatos, ainda é o começo de tudo…

  5. Wladimir Mattos disse:

    Meu caro,
    Concordaria com voce em relacao ao Dorival Junior, se e somente se, ele nao tivesse dito ao termino do campeonato que o grupo era forte. Além disso, sempre se calou em relacao as contratacoes (Valencia, Ledesma, Paulinho, Nilson, etc.). Agora, quando se apercebeu que a agua esta batendo na garganta, alega que nao foram feitas contratacoes a altura.
    Nao ha de se falar em falta de dinheiro, pois com muito menos equipes menores montaram times competitivos.
    Ainda é cedo para crucificar o treinador, afinal teremos a estreia de alguns reforcos a partir do dia 20, mas fica claro que a aposta por jovens valores para a equipe B, nao esta trazendo o resultado esperado.
    Conclui-se portanto que faltou estrategia e/ou planejamento, pois tambem era claro que Oliveira, Lucas Lima e Gabigol seriam convocadas para ambas, Copa America e Olimpiadas, portanto a responsabiidade precisa ser dividida entre a diretoria e seu treinador.
    Por enquanto, resta-nos esperar torcendo para que a equipe minimamente faca sua licao de e em casa, nao desperdicando pontos importantes na competicao. Caso contrario, ficaremos por muito tempo flertando com a Zona do Rebaixamento.

    Abracos

  6. Agora só falta o corinthans trazer o Bernardo ex vasco e ex santos

  7. Só discordo de quando você diz “Mas o que se pode esperar de torcedores fanáticos? Para eles, a emoção sempre fala mais alto do que a razão”.

    Penso que não se trata sequer de emoção. Acho que eles agem dessa maneira por causa da cultura própria desse meio de “torcedores fanáticos”, em que realmente gostam de parecer mais irracionais do que são, gostam de parecer mais impacientes do que podem ser, etc. Quanto mais parecer que “aqui neste clube a pressão é grande!”, para eles, melhor. É quase que a “irracionalidade ostentação”.

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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, não resiste a um bom debate sobre esportes, desde futebol até curling. São-paulino, é fundador e moderador do Fórum O Mais Querido (FOMQ). Não esperem ufanismos e clichês. Ele torce, mas não distorce.

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“Prata da casa” oriundo da Coluna do Leitor, este internacionalista é tão louco por futebol que tratou do tema até em seu TCC. Mestrando em Análise e Planejamento em Políticas Públicas, neste espaço une o gosto por escrever com a paixão pelo esporte mais popular do mundo.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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