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São Januário, 89 anos de história

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Créditos da imagem: UOL

Hoje, 21 de abril, o histórico estádio vascaíno completa 89 anos

Decididos a fazer do Vasco um clube grande, os vascaínos partiram então para a construção de um estádio, passando a angariar fundos entre 1924 e 1926. Listas corriam pela cidade, as quais muita gente assinava, dando a contribuição que podia.

O êxito foi tanto que, ao final de 1926, oito mil novos sócios tinham ingressado no clube. Em 1925, foi adquirido um terreno numa colina em São Cristóvão, que havia sido ocupada no século XIX por uma chácara doada por D. Pedro I à Marquesa de Santos.

Com a sua popularidade e o seu quadro social crescendo rapidamente, e com o grande sucesso de seu plano de construção do estádio, o Vasco foi admitido na AMEA (Associação Metropolitana de Esportes Amadores), em igualdade de condições com os então clubes grandes, ainda em tempo para o campeonato de 1925.

A pedra fundamental foi lançada no dia 6 de junho de 1926, quando Raul da Silva Campos era o presidente do Vasco.

Menos de 11 meses depois, o clube entregava ao futebol brasileiro o estádio Vasco da Gama, mais tarde popularmente denominado de São Januário.

Na época de sua inauguração, São Januário era o maior estádio da América do Sul e, até a inauguração do Pacaembu em 1940, seria o maior do Brasil. Jogos da Seleção foram regularmente realizados em São Januário até a inauguração do Maracanã, em 1950.

No jogo inaugural de seu estádio, em 21 de abril de 1927, o Vasco enfrentou a equipe do Santos, famosíssima pela força arrasadora do seu ataque. O Santos venceu por 5 a 3, após um empate de 1 a 1 no primeiro tempo. Evangelista (2), Feitiço, Omar e Araken marcaram pelos santistas e Galego – o primeiro gol do Vasco no seu novo estádio –, Negrito e Pascoal pelos cruzmaltinos.

Os refletores foram inaugurados praticamente um ano depois, em 31 de março de 1928, com a realização de uma partida internacional – fato raro na época – contra o Wanderes, do Uruguai. O Vasco venceu por 1 a 0, gol olímpico do atacante Santana.

O maior público oficial já registrado em São Januário foi de 40.209 pagantes, na derrota do Vasco para o Londrina, do Paraná, por 2 a 0, em 19 de fevereiro de 1978.

Roberto Dinamite (184), Romário (152) e Ademir Menezes (94) são os maiores artilheiros do estádio.

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Natural de Miracema, terra do mestre José Maria de Aquino, Ademir Tadeu é um colecionador de coisas sobre futebol, além de se considerar um saudosista, um genuíno amante da bola.

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3 respostas para “São Januário, 89 anos de história”

  1. Gilberto Maluf (Coluna do Leitor) gilberto maluf disse:

    São Januário, único lugar do mundo que você poderá comer bolinho de bacalhau feito por uma lusitana e tomar chope. Foi o que apreciei em meados de 2005/06 num Vasco x Fluminense. Fui buscar nos meus ingressos e vi, novembro de 2005. ( tenho ingressos guardados desde 1978 e em alguns com anotações no verso, de público, gols, etc ). Mas voltando, o banheiro de azulejo nas cores do time, preto e branco e com o escudo em alguns pontos da parede. Antigo e muito bonito. O bar das sociais, onde tomei o chope, me lembrou os bares de algumas cidades dos Estados Unidos dos anos 30/40, com balcão imenso. Vou postar meu comentário no Face.

  2. Acho São Januário um dos estádios mais lindos do mundo! Sempre que o vejo eu fico imaginando como ele ficaria se recebesse um reforma bem feita, com projeto arquitetônico, que mantivesse toda a história, fechasse a “ferradura” com uma parte moderna, e o deixasse ainda mais “caldeirão”.

    Quando está bem, enfrentar o Vasco em São Januário é dos piores desafios que alguém pode enfrentar no futebol brasileiro.


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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano atua e segue aprofundando estudos nas suas principais paixões: futebol e cidades. Especialista em gestão do esporte, como jornalista também encara o futebol como fenômeno cultural.

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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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