A vaga e a avalanche na terra do sol

Créditos da imagem: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação

Quem visse o estádio Monumental antes do início jogo podia imaginar que ali era a terra do sol. O estádio transluzia a ponto de até a grama parecer amarela, e o clima era todo favorável aos equatorianos, em um espetáculo para europeu nenhum botar defeito.

Era.

Pois uma avalanche gremista estraçalhou qualquer oportunidade de brilho dos donos da casa. Impecável no ataque e com Grohe em seus melhores dias, o Grêmio jogou como se estivesse em casa.

Nada pôde ser tão brilhante e iluminado como o time gremista, com Luan em dias daquele que dizíamos ser melhor do Brasil e com Edilson, vejam só, em dia de Nelinho.

O Grêmio suportava a pressão e fazia os gols que o Barcelona perdia.

O Tricolor Gaúcho jogava o que nem Santos nem Palmeiras foram capazes de jogar, uma delícia para quem é de fora do supervalorizado eixo Rio-São Paulo.

A meia-noite nunca foi tão clara em Porto Alegre. 3 a 0 e a vaga na final da Libertadores cravada, tão clara quanto o sol do meio-dia.

6 comentários em: “A vaga e a avalanche na terra do sol

  1. Esse Grêmio joga muito merece ser campeão!!!!!! Bom um time brasileiro que mantém o padrão dentro e fora de casa, que toca bola e é ofensivo conseguir resultados expressivos assim!!!!!!!!!!!!!!!!! VAI RENATO!!!!!!!!!!!!!!!!1

  2. Eu sou fã desse Grêmio e do Luan também. Gostaria muito que vencesse a Libertadores e fosse disputar o Mundial logo em seguida. Seria excelente para dar uma real noção da capacidade dos nossos times em relação aos campeões de outros continentes…

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