Agora vai, Palmeiras?

Créditos da imagem: Marcos Ribolli

Depois de gastar um “caminhão de dinheiro”, será que enfim o Palmeiras dará as cartas no futebol brasileiro?

Prass; Marcos Rocha, Emerson Santos, Mina e Diogo Barbosa; Jean, Moisés, Lucas Lima e Dudu; Keno e Willian

Eis um Palmeiras que Roger poderia escalar nesta temporada que se inicia. O jovem treinador (mais uma arriscada aposta da diretoria, depois de tentar o novato Eduardo Baptista e o retorno do experiente Cuca em 2017) ainda contaria com os pomposos Guerra e Borja como opções entre os reservas.

Reparem que não coloquei Weverton e Felipe Melo na minha escalação. O primeiro é um bom goleiro, mas, para mim, Fernando Prass é o dono da posição por direito. Além de excelente na função, é o grande líder do elenco. Já em relação ao volante, além de física e futebolisticamente ele estar longe daquele bom meio-campista que um dia realmente foi, é encrenqueiro e descompensado. Um completo bobo, por assim dizer. De maneira que não consigo ver qualquer benefício na sua permanência. Fosse eu dirigente do Palmeiras e assinaria a sua rescisão com toda certeza e serenidade. Seja qual fosse o custo.

Voltando ao time, penso que o Verdão virá forte em 2018. Até porque, gastando o que gasta e com a estrutura que tem, isso se torna quase inevitável, especialmente no nosso pobre continente (vide o também “novo rico” Flamengo, que por pouco não venceu as últimas Copas do Brasil e Sul-Americana, apesar de todas as trapalhadas do seu departamento de futebol). Por esse e outros tantos motivos não considero bom o trabalho de Alexandre Mattos no clube, mesmo o Palmeiras tendo sido campeão nacional em 2015 e 2016. É pouco! Precisava ter feito mais com a capacidade financeira exponencialmente superior à dos rivais que possui. Ora, convenhamos que contratar “na baciada”, por tentativa e erro, não parece das tarefas mais complicadas assim…

Sei que os tempos são outros, assim como as dificuldades, mas não consigo ver um Palmeiras tão forte, virtuoso e hegemônico na gestão “Mattos-Crefisa” como um dia foi na gestão “Brunoro-Parmalat”.

De qualquer forma, o Palmeiras acertou ao buscar Lucas Lima. Enfim, um protagonista num time acostumado a ter (tão somente) bons coadjuvantes. Quem me acompanha sabe que considero o ex-santista um jogador de nível mundial. Com ele, acabou a carência na criação de jogadas. O cara é marrento, mas joga muito. Outra carência evidente e que agora aparentemente será resolvida são as laterais. Pela direita, Marcos Rocha vem mantendo uma boa regularidade há anos pelo Atlético Mineiro. Já pela esquerda, Diogo Barbosa atuou bem em 2017 pelo Cruzeiro, que estranhamente não fez muita força para segurá-lo. A ver se aguentará o tranco no Palmeiras.

O “senão” fica por conta da dupla de ataque, especialmente o camisa 9. Será que Borja vai deslanchar? Ou no final, o plebeu Willian novamente se transformará em príncipe? E Keno, viverá de brilharecos ou conseguirá se firmar?

A conferir a temporada alviverde.

Sempre reconhecendo que comentar depois é um tanto mais fácil, e que, como invariavelmente eu gosto de escrever, “nada é garantia de nada no futebol”.

Mas que dava para o Palmeiras estar melhor hoje, ahhh, isso dava…

E segue o jogo.

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– “Gestor de futebol”, “gerente”, “CEO”, “diretor geral”? Esse homem não existe!

17 comentários em: “Agora vai, Palmeiras?

  1. Vai passar vergonha dnovo,certos times pode por messi de um lado neymar do outro lado e cristiano ronaldo no meio,que sempre vai passar vergonha… é muita estrela em um time só isso não funciona aqui no brasil… vai da vexame dnovo

  2. Palmeiras está no caminho certo..
    Formando um grande time com grandes jogadores…
    Times grandes são formados por grandes jogadores. ..
    Os resultados são consequências! !
    Vamos aguardar….

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