Pré, Guaraní e Corinthians: o que pode ser diferente?

Créditos da imagem: Reprodução UOL Esporte

Vai começar a Libertadores para o Timão

Logo de cara, o Corinthians, campeão em 2012, terá de enfrentar nesta pré-Libertadores, um fantasma recente: o Guaraní do Paraguai, responsável pela vexatória eliminação do clube em 2015 nas oitavas de final, quando o time, então comandado por Tite, era apontado como o grande favorito do confronto mas acabou perdendo ambos os jogos e a chance do bicampeonato.

No entanto, a fase prévia da competição também não traz boas lembranças ao clube.

Embora tenha despachado o Once Caldas em 2015, o Timão ficou pelo caminho em 2011 para o Tolima -talvez o mais emblemático fantasma corintiano-, quando ainda não havia sido sequer campeão da competição.

Coincidências à parte, há mudanças importantes que fazem o corintiano se sentir mais confiante neste momento.

O clube, que marcou apenas três gols fora de casa em mata-matas na competição nos últimos dez anos (contra Santos e Boca, em 2012, e Once Caldas, em 2015), promete uma postura mais ofensiva nesta temporada.

Com Tiago Nunes, a expectativa é de uma proposta de jogo mais propositiva, bem diferente daquelas utilizadas por Tite e Carille, estes que, mais pragmáticos, viam com bons olhos o empate fora de casa para depois tentarem decidir em Itaquera (ou no Pacaembu).

É o início de uma competição importante, com uma forma de jogar diferente daquela com a qual a Fiel se acostumou nos últimos anos.

O corintiano é capaz de apostar no fim daquela história de “saber sofrer”, que tanta felicidade trouxe, mas, como ônus, entregou decepções bastante evitáveis, como a recente eliminação para o fraco Colo-Colo do Chile, em 2018, para o Nacional do Uruguai, em 2016, e para o Flamengo, no já distante 2010.

E essa é a grande sacada do momento: jogar para frente e tentar vencer dentro e fora de casa.

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