“Uma vez Flamengo, sempre Flamengo”

Créditos da imagem: Istoé

Ainda que no curso longo da vida surja um outro amor, e que ambos, como diria Vinícius de Moraes (se é que numa noite das tantas não tenha efetivamente dito), durem para sempre.

Na alegria dos tempos infantis, quando, embalado pelo amigo Oriovaldo Rangel, que escreveu para Orivaldo, o Gringo, também enviou sua cartinha para fazer perguntas a Jaime de Almeida, de Biguá, Bria e Jaime, que respondiam pelas páginas do O Jornal. Com direito a fotinha 3×4 e às cartinhas da Ana Clara – será mesmo esse o nome? – de Cardoso, não muito longe de Campos dos Goytacazes, onde, entre tantos, nasceu Paulinho Paulinho, veloz ponta direita que envergou seu manto sagrado.

O mesmo manto que este grupo de garotos (como Arthur Vinicius, de 14 anos, que ilustra estas linhas) levados daqui tão cedo, na certa sonhavam também vestir. Faz parte da vida, como vivo repetindo e não sem ter motivos. Como faz parte sentir uma lágrima triste rolar e por esses jovens orar.

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