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Entrevista: Após renovação, Fernando Prass declara que pretende encerrar a carreira no Palmeiras

SP - PAULISTÃO/CORINTHIANS X PALMEIRAS - ESPORTES - O goleiro Fernando Prass, do Palmeiras, comemora a classificação à final do Campeonato   Paulista 2015, após partida contra o Corinthians, na Arena Corinthians (Itaquerão), em   Itaquera, na zona leste de São Paulo, neste domingo. Após empate por 2 a 2 no tempo   regulamentar, o Palmeiras venceu nos pênaltis por 6 a 5.    19/04/2015 - Foto: FERNANDO NASCIMENTO/SIGMAPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Créditos da imagem: esportes.yahoo.com

Em entrevista exclusiva, goleiro se diz realizado no Palmeiras e abre o jogo sobre contrato de produtividade, situação do Vasco, participação no Bom Senso FC, jogos às 11h e muito mais.

Por André Mosca e Gabriel Rostey

 

Mesmo tendo jogado no dia anterior, Fernando Prass não parava seu treinamento na segunda-feira em que foi realizada esta entrevista, no Centro de Treinamentos do Palmeiras. O assessor de imprensa do clube alviverde explicou: “Ele é workaholic, é sempre assim: é o primeiro a chegar e o último a ir embora”. A seguir, confira o ponto de vista do articulado e politizado arqueiro, ídolo de Palmeiras e Vasco:

No Ângulo – Você é sempre o primeiro a chegar e o último a sair dos treinos. Você se considera um Workaholic?

Fernando Prass – O goleiro sempre tem o seu treinamento separado do grupo, com o treinador de goleiros. Depois é exigido pelo treinador principal para que fique à disposição do grupo para fazer jogos, coletivos, finalizações. Quando acaba o treino, onde todo mundo já fez seu trabalho, aí vem a etapa complementar, coisas preventivas, como musculação, reforço e CORE, para prevenir lesão, não ter desequilíbrio muscular. Depois dos 31, 32 anos, o corpo começa a perder massa muscular, e eu faço um trabalho especial que tem dado certo, já que tenho ganhado peso e perdido percentual de gordura, mesmo com 37 anos. O goleiro precisa desse trabalho intensificado, separado por grupos musculares, já que sofre muita pancada, pratica muito salto e tem muito impacto, tendo assim que estar com a estrutura bem fortalecida para proteger as articulações.

Na sua carreira, quais são as defesas que você fez pelas quais tem mais carinho?

Ah cara, é tanta coisa, mas tem algumas que marcaram. Tem uma sequência de três defesas no mesmo lance, uma atrás da outra, pelo Vasco contra o Flamengo, no Maracanã, em 2010, o último clássico antes do fechamento do estádio para a Copa do Mundo; tem os pênaltis pelo Palmeiras contra o Corinthians que ficaram na memória; e tem uma defesa pelo Coritiba, no Couto Pereira, se não me engano contra o Grêmio, que eles cruzaram na área e o jogador cabeceou no primeiro pau, mas errou, a bola sobrou no segundo pau, o jogador do Grêmio dá um voleio, e eu consigo pegar e segurar a bola firme, em cima da linha, com uma mão só.

 

Você chegou ao Palmeiras numa fase complicada, e neste ano, vendo de fora, o clube mudou muito, assumiu um perfil comprador e está tendo melhores resultados. Internamente teve essa mudança mesmo?

Quando eu cheguei, o Palmeiras estava passando por uma série de mudanças. Teve o rebaixamento, que é sempre difícil para um clube grande cair para segunda divisão; um mês depois da minha chegada tiveram as eleições, mudou o comando no meio de uma Libertadores. O presidente, quando assume, precisa de tempo até tomar pé da situação, entender como as coisas estão funcionando, dimensionar os problemas do clube e depois conseguir colocar a casa em ordem. O Paulo (Nobre, presidente do clube) sempre diz que é neste ano que o Palmeiras está tomando água limpa, já que antes ele dava o exemplo da caixa d’água, que saía mais água do que entrava. Agora o Palmeiras está mais equilibrado, organizado para um trabalho a longo prazo. Nós sofremos com os resultados, mas na minha visão o futebol tem que ser programado a longo prazo mesmo para você poder colher melhores resultados, caso contrário a cada seis meses você vai trocar treinador, fazer um time novo e viver momentos de oscilação.

E eu também estou maravilhado com o clube (Palmeiras), numa identificação muito grande, renovei o contrato por dois anos. Então a ideia é essa, se eu pudesse escrever um roteiro seria que eu encerrasse a carreira aqui.

Por que você acha que não teve chance na Seleção Brasileira?

Primeiro que a safra de goleiros no Brasil é muito boa. Se não tem um goleiro que é extraclasse, como foi o Taffarel e como foram outros, hoje tem muitos bons goleiros, todos muito parecidos, e aí é preferência do treinador, e é como a gente fala, “goleiro é cargo de confiança”. Eu fiquei quatro anos fora do Brasil, também, e numa idade muito importante, dos 27 aos 30, e isso deve ter colaborado. Mas é uma situação que eu prefiro nem pensar muito, procuro me concentrar no meu trabalho no Palmeiras, e todo mundo sabe que a seleção é sempre consequência do bom trabalho que se faz no clube.

Você citou o Taffarel. Ele foi a sua maior referência, seu ídolo no gol?

Foi. E é até estranho, porque eu era gremista, fui formado no Grêmio, dez anos, e a minha maior referência era o Taffarel. Acho que da minha geração, de 70 e poucos, oitenta, se perguntar para qualquer um, a maior referência de todos era o Taffarel. Eu gostava muito do estilo dele, algumas vezes fui ao Beira-Rio, mesmo sendo gremista, para ver ele jogar.

Falando no Grêmio, o que você acha que faltou para você ter uma sequência lá?

Goleiro é muito complicado, porque você não vê um goleiro entrando 15 minutos, jogando um jogo e voltando, ganhando experiência como um atacante. O jogador de linha você vai maturando, coloca ele no intervalo, joga um ou dois jogos, depois sai do time de novo. Goleiro é sequência de jogos, e na época o Danrlei era ídolo, uma referência no Grêmio, além do Murilo, que era reserva dele e também outra referência.

O Grêmio formou além de você e dos citados, o Cássio e o Marcelo Grohe. Você sente que tem uma escola diferenciadas de goleiros por lá?

Realmente o Grêmio formou muitos goleiros. Posso citar alguns que também tinham muita qualidade, como o Eduardo Martini, que jogou no Avaí, na Ponte Preta e hoje está no Brasil de Pelotas; o Diego, que jogou no Fluminense e no Atlético Paranaense, além de inúmeros outros goleiros que eram da seleção de base o tempo todo. O Grêmio sempre fez um trabalho muito bom com goleiros.

Você tem passagens marcantes pelo Coritiba, pelo Vasco e por Portugal. Você pretende encerrar a carreira no Palmeiras?

Provavelmente sim. É um clube grande que eu me identifiquei muito rapidamente, apesar de não ser da tão falada “Escola de Goleiros do Palmeiras” e de ter a sombra do Marcos sempre presente. Mas acho que tudo isso também ajudou a me estabelecer aqui, já que o pessoal viu a dificuldade que era ocupar uma posição dessas num clube que tem essa história grande com goleiros. E eu também estou maravilhado com o clube, numa identificação muito grande, renovei o contrato por dois anos. Então a ideia é essa, se eu pudesse escrever um roteiro seria que eu encerrasse a carreira aqui.

A produtividade resolve duas situações: o menino tem um salário baixo, e quando subir para o profissional não vai ficar insatisfeito por ganhar pouco, porque automaticamente o salário vai ser turbinado pelos jogos; o clube fica satisfeito, não corre o risco de fazer um contrato de 5 anos e ver o jogador com mais 4 anos pela frente ficar acomodado e não ter mais interesse de jogar. Então é bom para ambas as partes.

Como você acha que os jogadores recebem esse sistema de contrato de produtividade? O seu é por produtividade? Como os jogadores recebem isso?

É meio que uma divisão de risco. Muita gente acha que só é prejudicial para o jogador, mas eu sempre uso um exemplo onde você pega um menino da base, com contrato de produtividade, que se subir para o profissional ganhará X vezes a mais. Se ele não tiver o contrato, vai subir para o profissional, vai jogar, ser titular, desbancar o titular, que ganhe, digamos 10 mil, e ele vai subir ganhando os seus mil reais, e se o clube não quiser renovar o contrato, ele vai ficar lá, ganhando mil e vendo o reserva ganhar dez mil. Isso vai criar um problema, ele vai ficar insatisfeito e pensar “Pô, estou ganhando só mil reais, não estou sendo reconhecido”. Aí o clube vai renovar, pagar 10 mil por mês, para equiparar o salário com o antigo titular, e o menino em seis meses cai de rendimento e não joga mais. Daí o problema que era do menino, de não ter um salário condizente, passa a ser do clube, que vai ter dois jogadores mal que ganham 10 mil, e vai precisar contratar um terceiro, que vai querer ganhar nesse faixa. A produtividade resolve duas situações: o menino tem um salário baixo, e quando subir para o profissional não vai ficar insatisfeito por ganhar pouco, porque automaticamente o salário vai ser turbinado pelos jogos; o clube fica satisfeito, não corre o risco de fazer um contrato de 5 anos e ver o jogador com mais 4 anos pela frente ficar acomodado e não ter mais interesse de jogar. Então é bom para ambas as partes. Mas a maior dificuldade da produtividade é encontrar um meio-termo entre o salário fixo e a produtividade, porque se colocar um valor muito alto de produtividade, será complicado o jogador aceitar. Então o mais difícil é encontrar um equilíbrio.

E em relação à aposentadoria, você tem alguma ideia de quando pretende parar, ou pretende ir sentindo como está, vendo enquanto está feliz e em alto nível?

No mínimo mais esses dois, mas creio que antes dos 40 anos eu não devo parar, até porque me sinto muito bem fisicamente e não vai ser com 38, 39 anos que vou perder a parte técnica. E até por isso que faço uns sacrifícios aqui, cuido da alimentação, me privo de algumas coisas. Sempre falo que ninguém para de jogar porque quer, é porque o corpo não aguenta. Não é por sorte que tem alguns que conseguem jogar por mais tempo, não é acaso e nem é só genética; muito é pela conduta do atleta, que tem que ter a consciência que o material de trabalho dele é o corpo. E é por isso que eu faço esse sacrifício, trabalho preventivo, para que a parte física não seja um problema para mim.

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Fernando Prass durante a entrevista. Foto: No Ângulo

Você acha que a rescisão com o Vasco pode ter abalado um pouco a sua relação com a torcida, ou não é o que você sente?

Então, eu fiquei com essa dúvida até ir jogar lá. Eu tinha visto o Fábio ir jogar lá, e ele foi muito vaiado, e uma das coisas que eu esperava era que me recebessem em São Januário dessa maneira. Mas pelo contrário, não fui vaiado em momento nenhum, a torcida não me xingou, e no fim da partida vários torcedores pediram minha camisa e vieram falar comigo. Acho que eles entenderam a situação que o clube estava passando, o que era uma situação natural. Até porque não fui só eu, né, saíram 10 ou 12 jogadores: Nilton, Alecssandro, Felipe, Juninho, antes o Diego Souza, Fágner, Rômulo, Allan, Dedé, Carlos Alberto, Eder Luiz, saiu praticamente todo o time. Então era uma situação natural que o clube ia ter que enfrentar pela situação financeira em que se encontrava.

Você pegou o último Vasco forte. Depois disso o clube caiu, subiu e agora corre risco de cair de novo. Quando você saiu, dava para imaginar que o Vasco ia viver essa situação?

Olha, a gente conversava muito sobre isso, principalmente os mais experientes, que eram eu, Juninho e o Alecssandro. A perspectiva de 2013 para o Vasco ia ser muito complicada pelo que estávamos vivendo em 2012 e também pelo que a diretoria passava para a gente, das contas bloqueadas e dos problemas financeiros. Claro que no futebol muitas vezes isso não se reflete em campo, mas dava para ver que a indicação era muito complicada mesmo.

Olha, a gente conversava muito sobre isso (crise no Vasco), principalmente os mais experientes, que eram eu, Juninho e o Alecssandro. A perspectiva de 2013 para o Vasco ia ser muito complicada pelo que estávamos vivendo em 2012 e também pelo que a diretoria passava para a gente, das contas bloqueadas e dos problemas financeiros

Você é um dos jogadores mais ativos no Bom Senso Futebol Clube. Como você tem visto a relação dos atletas com o movimento?

O futebol é um reflexo da sociedade, e até que a coisa afete no próprio bolso, aperte o calo, o brasileiro é muito passivo, é difícil que tome uma atitude para ajudar outras pessoas, que não seja em causa própria. E no futebol é mais ou menos assim, são poucos os jogadores que têm consciência de que os times menores, das séries B, C e D, precisam de uma voz ativa, e até mesmo os que não têm série, porque defendemos a criação de uma Série E, precisam de um calendário melhor para poder sobreviver, senão vão acabar se extinguindo. Mas o jogador brasileiro é muito passivo e alienado em relação a isso, não se preocupa a não ser no momento em que chegue nele, que aí ele começa a viver a realidade do problema, mas aí o problema já está grande demais e é difícil de controlar. Então temos que antever os problemas, e o Bom Senso se preocupa muito com isso.

Qual é a mudança mais urgente do futebol brasileiro, a que você mais gostaria que acontecesse?

Acho que é a de gestão. Porque ela leva a todo o resto, é um efeito dominó. Se o clube obedecer a alguns princípios que a MP já está estabelecendo, ele obrigatoriamente vai se preocupar em ter um calendário melhor, uma estrutura melhor, em melhorar a gestão por completo. O primeiro passo foi dado, que foi a aprovação da MP, e agora tem o segundo, que é a criação dos mecanismos para fiscalizar as contrapartidas da MP. Isso é muito importante, é claro que não é um mecanismo perfeito, mas é uma grande evolução comparando ao que a gente não tinha no futebol brasileiro.

Qual é a sua opinião sobre os jogos às 11h?

Olha, tem um componente que é difícil de prever, que é o clima. Em alguns lugares, por exemplo, não precisa nem prever: Goiânia, por exemplo. Teve um jogo Goiás x Joinville, que foi um absurdo. E nem precisa conhecer bem, eu morei um ano e meio lá, e quem conhece a cidade sabe que ia ser um tempo seco e um calor absurdo. Tem algumas situações que são estranhas, porque o Sindicato dos Atletas tinha que ter uma posição sobre isso e, até onde sei, não foi feito nada. Aqui em São Paulo teve, e a gente deu azar de pegar um dia que às 10 horas da manhã já estava 30 e poucos graus. É um horário diferente, para o público é muito bom, mas tem que ter cuidado com essa parte do clima, que influencia muito na parte física, na saúde dos jogadores e também na qualidade do espetáculo, porque a qualidade cai sem dúvida nenhuma.

Você e o Ricardo Oliveira tiveram um desentendimento no último clássico Palmeiras x Santos. Vocês se falaram depois disso, ou ficou por isso mesmo?

Não, não tivemos nenhum encontro depois disso. Foi o jogo do primeiro turno do Campeonato Brasileiro e depois disso a gente não se falou mais não.

E em relação ao Gabriel Jesus, o que você tem a dizer sobre como é jogar com ele, sobre o futuro dele? Ele é realmente diferenciado?

No futebol é muito difícil fazer projeções. Claro que olhando para ele hoje, com 17 para 18 anos, e fazendo uma perspectiva de crescimento, o nível dele com essa idade não é normal, é um jogador de exceção. Mas também já vimos várias situações em que o jogador chega a determinado patamar, mesmo jovem, e daí não tem evolução. Mas o Gabriel tem a cabeça muito boa, e isso é o principal para ele evoluir, porque o jogador com 18 anos não tem como estar pronto. E a gente nota isso nele, tanto emocionalmente, tecnicamente, taticamente também, o entendimento de jogo, ele tem evoluído, e a expectativa e a sensação que eu tenho é que ele tem muito a crescer, uma margem de progressão muito grande, e pela idade ele com certeza vai ter muito destaque.

Para você, qual é o melhor jogador atuando no Brasil?

Hoje é difícil falar. Eu gosto muito do Giuliano, do Grêmio. Eu vejo o futebol com uma visão mais tática, não sei se é porque eu sou goleiro. Gosto muito também do Luan, do Atlético Mineiro. Tem muitos bons jogadores para citar.

Eu gosto muito do Giuliano, do Grêmio. Eu vejo o futebol com uma visão mais tática, não sei se é porque eu sou goleiro. Gosto muito também do Luan, do Atlético Mineiro.

E os melhores com quem você jogou?

O melhor eu acho que foi o Ronaldinho Gaúcho. Depois joguei com o Juninho, com o Felipe e também o Evair. Pensando agora, acho que os principais foram esses.

E os melhores treinadores? Os mais importantes na sua carreira

Treinador é difícil de falar, porque depende muito do momento do time, das conquistas. Eu tive uma relação e um momento muito bom com dois treinadores do Vasco, que foram o Ricardo Gomes e o Cristóvão Borges – que assumiu depois daquela situação com o Ricardo. A gente viveu uma fase maravilhosa em 2011-2012. São dois que me marcaram bastante.

Fora você, quais seriam os três goleiros que você levaria para a Seleção?

Os três que estão indo mesmo: Jefferson, Marcelo Grohe e Allyson, até por entender que o ideal é ter dois goleiros experientes e um goleiro novo, com muito potencial, que é o Allyson, para ir sentindo o ambiente e amadurecendo dentro da Seleção.

Fernando Prass defende pênalti decisivo contra o Corinthians. Foto: Heitor Feitosa/VEJA.com

Fernando Prass defende pênalti decisivo contra o Corinthians. Foto: Heitor Feitosa/VEJA.com

Você comentou que repara no jogador pela parte tática, também fala muito bem, tem esse lado mais politizado. O que você pretende fazer depois que encerrar a carreira, você tem ideia?

Para te falar a verdade, não sei. Hoje, por estar há mais de vinte anos no futebol, provavelmente o meu universo de escolhas vai estar restrito ao futebol: treinador, gerente, diretor, empresário. Até por isso acho que depois que eu parar, vou querer morar um ou dois anos fora, para estudar alguma coisa e viver algo totalmente contrário ao futebol. Se você só conhece o doce, não tem como gostar do salgado, então eu quero experimentar uma coisa totalmente diferente do futebol, para ver se eu me encanto, ou se vejo que o que me preenche é realmente o futebol.

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33 respostas para “Entrevista: Após renovação, Fernando Prass declara que pretende encerrar a carreira no Palmeiras”

  1. Vicente Prado disse:

    Jogador sério e competente.

  2. Hoje entendo que Lucas Lima é o principal jogador em atividade no futebol brasileiro. Mas concordo com o Prass que o Giuliano (inteligente, técnico, moderno) e o veloz e safo Luan, do Galo (o do Grêmio tb é ótimo, a propósito), estão entre os grandes destaques. Sem falar em Jadson, Gil, Ricardo Oliveira…

  3. Ele quer encerra a carreira no palmeiras,mais não e o querer dele e diretoria se quiser

  4. E nois prass parabéns vc não vai ser arrepender.

  5. Mizael Silva disse:

    coitado nem vai ganhar um mundial kkkkkkkk

  6. Pior goleiro dos 3 grandes de SP

  7. Coitado vai encerrar a carreira sem ter um título com u parmera kkkkkkkkkkkkk

  8. Marcelo Bispo disse:

    Tomando mais 5 da chapecoense kkklkllkklkk

  9. Jardel Silva disse:

    Esse goleiro ai é doido ficar no timinho desse que todo ano pega uma goleada de time pequeno

  10. Agora um poema pro palmares….

    “O meu palmeiras porquê tu cheira fossa…
    Quando olho nosso estadio avisto uma roça !

    Tudo bem que jesus no nosso time nois temos….
    Mais todo ano somos goleado por times pequenos!

    Palmeiras tem um time de caçhaceiro…
    Em 51 teve pinga pro time inteiro!

    A meu palmeiras ,meu time de coração….
    Porque a vinte anos que não ganha um brasileirão?

    Oh meu palmeiras torce pra vc não ta seno muito legal….
    Não aguento mais ouvi que meu time não tem mundial !”

  11. interressante como as pessoas fazem de tudo para manter seus salários altíssimos, será que esse cara conseguiria sobreviver com 3 salários mínimos como 70% da população trabalhadora vivem, esse cara não tem noção do que é viver com 3 salários mínimos, a diretoria deveria ter cortado a metade do salário dele, esse cara está forçando a diretoria a renovação desse contrato, sabendo-que saindo do palmeiras jamais encontraria no país outro clube que pagaria 300 mil mensais a ele! patético isso! talvez seja outro Lúcio da vida, querendo si dar bem!

  12. Nildo de Deus disse:

    Palmeiras único time que representou a seleção brasileira
    Primeiro campeão mundial
    Maior campeão dos brasileiros
    O estadio melhor e mais bonito do Brasil
    E é o que tem mais títulos d todos e sem mais mi mi mi

  13. Rafael Vieira disse:

    Mais se aposenta sem ganha nada

  14. Ramos Card disse:

    Rodrigo Xavier tu és um zé goiaba ,deve de lá….

  15. Rafael Duff disse:

    Com certezá com a idade avançada, e. Pegando pênalti do jeito q ele pega(sqn), do pálmeiras ele n passa kk

  16. Bruno Tinti disse:

    Caiu com o Vasco e Palmeiras

  17. #fernandoprass e um louco kkk

  18. Os críticos não sabem o fala pas nem um desses ai São Paulo curitnh tem um goleiro penta campeão do mundo você ja um ídolo pra nós vamos ganhar títulos conversar com o maior goleiro q esse país ja teve ele sempre esta ai por q essa arena foi feita pra grandes craques horar esse

  19. Arqueiro q honra seu manto

  1. […] destaques da conquista: o mais óbvio de todos, Fernando Prass, que defendeu um pênalti e converteu o dele (o do título), além de ter sido decisivo na Vila […]


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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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