Palmeiras – a trilha para se tornar – e o rumo para se manter – vencedor

Não que me sinta compelido a isso, pois não me curvo a malcriações. Porém, vale completar a trilogia do Mundial (dentro da parceria com Danilo Mironga) com uma coluna a respeito da correta postura do Palmeiras em seus planos para Leia mais… »

Como se fosse a primeira vez – o mesmo personagem, a mesma conclusão: fora, Rogério!

Vinha escrevendo a minha coluna 300* pensando num apanhado de pontos que soavam polêmicos e, hoje, parecem até ortodoxos. Resolvi descartar, perante a oportunidade de retomar, na tricentésima publicação, o tema da estreia. O convite inicial do site foi exatamente Leia mais… »

As aparências – e até vitórias – enganam (mas não para sempre)

O leitor perdeu a conta de quantas vezes leu ou escutou sobre o “ótimo trabalho” de um técnico nos primeiros jogos, com este sendo detonado (até demitido) semanas depois. Renato Gaúcho, tema da ótima coluna do colega Jorge, é o Leia mais… »

Renato Gaúcho esteve a um passo do céu; dois meses depois, a máscara caiu

Basta um clique no Google com o nome de Renato Gaúcho e Seleção Brasileira para viajar até o meio deste ano e ver notícias de que o treinador estava muito cotado para assumir o lugar de Tite no banco da Leia mais… »

Nenhum técnico é bom o suficiente para o Flamengo. Jesus seria, se tivesse continuado?

Após alguns resultados flamenguistas decepcionantes, que sugerem o natural encerramento de uma rotina de goleadas em série absolutamente fora do normal, Renato Gaúcho começa a receber as primeiras críticas na Gávea. O Flamengo tradicionalmente tem essa bipolaridade, com seus personagens Leia mais… »

Tiago Nunes e quem não imaginou seus fracassos

Nos anos 1990, gostava de uma música chamada “Capitão de Indústria”, do Paralamas. Herbert cantava (?) “eu acordo pra trabalhar, eu durmo pra trabalhar, eu vivo pra trabalhar”. É o dia-a-dia de todos os que trabalham. No meu caso, acordo Leia mais… »

A dança das cadeiras dos treinadores: é a indústria

“Os treinadores precisam de tempo”. Esta frase é bastante comum no mundo do futebol, especialmente o brasileiro. Clubes que demitem e trocam seus treinadores duas ou três vezes num ano, sem tempo de adaptação e desenvolvimento da “filosofia”. É verdade. Leia mais… »

A recusa de Renato Gaúcho à proposta do Corinthians foi boa para quem?

Por um lado, o técnico, olhando para seu presente, fez bem em recusar. Renato é o treinador brasileiro de maior reputação neste momento. Com a saída de cena de estrelas como Scolari, Parreira, Luxemburgo e Muricy, e Tite na seleção, Leia mais… »