#chernobyl

Créditos da imagem: Reprodução UOL Esporte

Felipe Melo e a eterna “molecagem tóxica”

Li há pouco em um “portal de fofocas” que a moda agora é chamar pessoas com atitudes consideradas “tóxicas” de #chernobyl (a propósito, ainda não assisti a tão elogiada série da HBO que trata do histórico acidente nuclear ocorrido em 1986!!!).

E como não pensar, esportivamente falando, no mais “tóxico” jogador do futebol brasileiro? Sobre isso, não faz muito tempo, escrevi neste espaço a coluna “Felipe Melo? Eu não caio mais nessa!“.

Menos mal que, depois de tantas presepadas, cada vez menos gente esteja caindo.

Veja, o que esperar de um sujeito que coloca entre os itens decorativos de sua casa (algo que acompanhei estarrecido pela televisão quando o jogador recebeu a visita de um jornalista) um quadro com uma foto de uma encarada supostamente intimidante que ele, Felipe Melo, deu em Lionel Messi em confronto de suas seleções? Ou, ainda, que exibe num porta-retrato outra foto (veja AQUI), desta vez com o soco que desferiu na cara de um jogador do Peñarol em 2017, já pelo Palmeiras?

Acredito que um sujeito equilibrado exibiria uma foto JOGANDO contra Messi (de fato um privilégio a ser compartilhado) e, no caso da briga campal ocorrida na Libertadores (quando, a bem da verdade, ele se defendeu de um ataque covarde dos uruguaios), penso não haver razão para se vangloriar por ter se saído bem na “treta”, algo deveras juvenil, mas sobre o qual ele notoriamente sente orgulho.

E não se deixe enganar, tivesse o Brasil eliminado a Holanda na Copa de 2010, não tenho a menor dúvida de que Felipe Melo exibiria com todas as pompas uma foto de seu desleal pisão em Robben (algo que, pasmem, ele incrivelmente afirmou que faria novamente, caso tivesse oportunidade).

Afinal, ele é muito “malandrão” e representa o torcedor dentro de campo, não é mesmo?

Ora, Felipe Melo simplesmente não dá mais, MANO!

Desintoxica, Verdão!

E segue o jogo.

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