É guerra! Faltam seis jogos para o São Paulo ser tetracampeão do mundo

Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo

São Paulo tem a chance de ratificar a pecha de “camisa mais pesada” do futebol brasileiro

O leitor mais cauteloso pode ter torcido o nariz para o título da coluna. No entanto, a intenção deste que vos escreve foi de transmitir a importância que o duelo contra o Atlético Nacional-COL, pela semifinal da Libertadores, tem para o São Paulo Futebol Clube. Senão vejamos (“bora” conjecturar!).

Supondo que o Tricolor vença a equipe colombiana (que até aqui, é importante ressaltar, jogou melhor do que a brasileira na competição e carrega um leve favoritismo no confronto) e se classifique para a grande final, terá ele a chance de fazer uma final pujante contra o sempre temido Boca Juniors (favorito contra o surpreendente Independiente Del Valle-EQU).

Supondo (novamente) que o São Paulo vença os argentinos e se classifique para o Mundial Interclubes, ele terá, passado o jogo inicial (o qual, salvo raras exceções, costuma ser meramente “protocolar”), a chance de enfrentar simplesmente o todo-poderoso Real Madrid, de Cristiano Ronaldo & Cia.

E era exatamente aqui, depois de alguns “supondo” (os quais, convenhamos, até este ponto são factíveis), que eu queria chegar.

Perceba, caro leitor, a chance de ouro que o São Paulo tem de ratificar a pecha de “camisa mais pesada” do futebol nacional. Ora, depois de vencer em 1992, 1993 e 2005 os gigantes Barcelona, Milan e Liverpool, respectivamente, o São Paulo pode se consagrar de maneira definitiva como o clube brasileiro que chega, consegue se impor e que sempre leva o caneco de volta para casa, seja qual for o adversário.

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No caso, supondo (olha ele aqui novamente) que o Tricolor vença o Mundial de 2016, tal conquista seria a “cereja do bolo”, pois o clube do Morumbi teria vencido o Real Madrid, clube de futebol tido como o maior de todos os tempos no planeta.

Quer mais?

E a façanha tornar-se-ia ainda maior se considerarmos que em 2016 o São Paulo tem um time apenas mediano, especialmente se comparado àqueles que conquistaram o tricampeonato mundial para o clube.

Mas… (quando o “supondo” é bastante improvável)

O perigo é o São Paulo de 2016 repetir o Santos de 2011 (que tomou um chocolate do Barcelona e deixou manchar a sua – até então – quase que imaculada história). Verdade que aquele Barcelona era muito superior ao Real Madrid deste ano. Mas também é verdade que aquele Santos era muito superior ao São Paulo atual.

A conferir.

E segue o jogo.

Leia também:

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