Duas dúzias de milhões: o dinheiro não sorri da mesma forma para todo mundo

Créditos da imagem: Montagem/No Ângulo

Flamengo e Palmeiras resolveram, no começo deste ano, investir em torno de 24 milhões em alguém que viesse para dar velocidade, vestir a camisa e ajudar o clube nas principais competições da temporada.

O Flamengo, com seu dinheiro na mão, foi até a Baixada Santista e voltou de lá com Bruno Henrique, recém-convocado pela Seleção, em ótima fase, e que acaba de dar uma larga vantagem ao clube que buscar voltar à semifinal da Libertadores depois de tanto tempo. Tudo isso, aliás, depois de ter feito dois gols contra o maior rival, Vasco, no sábado, pelo Campeonato Brasileiro.

O árbitro deu um dos gols para Gabigol, é verdade, mas foi Bruno Henrique quem fez chover nos dois últimos jogos do clube carioca.

Já o Palmeiras, com valor parecido, foi até o Egito e buscou Carlos Eduardo, jogador também jovem e sem tanta história no futebol. Carlos costuma não ser nem uma das três opções corriqueiras de Felipão e vê-lo em campo entre os 11 inicias não é só improvável, como impossível. Além disso, nunca fez nada demais e já convive há algum tempo com criticas da torcida alviverde.

Flamengo e Palmeiras, duas dúzias de milhões e um investimento cada a fazer. Nem sempre o dinheiro sorri da mesma forma pra todo mundo.

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