Embromation esportivo

Créditos da imagem: Reprodução MT Agora

Com excesso de programação, jornalismo esportivo deve penar ainda mais em tempos de quarentena

Se em situações normais já somos obrigados (sim, obrigados, pois fã de futebol é igual mulher de malandro) a assistir a uma programação muitas vezes apelativa e sensacionalista -ou apenas besta mesmo, como aquela discussão recente proposta por uma emissora “Gabigol ou Neymar, quem é mais ídolo no Brasil?”-, imagine agora com a pausa mundial do futebol em razão do Corona Vírus.

O colega Matheus Pichonelli provocou:

Ex-zagueiro do Santos, vice-campeão brasileiro em 1995

“Até o fim da quarentena, os programas esportivos já estarão discutindo:

a) Parreira deveria ter chamado o Palhinha?;

b) Por que Edmundo não foi expulso na final de 93?;

c) Qual o maior vice da história das Copas?;

d) Cara a Cara: Holanda de 74 x Audax do Diniz;

e) Roberto Carlos ou Serginho no auge?;

f) Gabigol caberia na Seleção de 70?;

g) Qual o maior Ronaldo: o Fenômeno, o Gaúcho, CR7 ou Marconato?”.

O que obviamente é uma brincadeira (das boas), infelizmente, muitas vezes se aproxima da realidade.

Por uma televisão com menos boletins diários (repetitivos à beça) e menos mesas-redondas. Que mais pessoas relevantes e interessantes relacionadas ao esporte (como o nosso colunista e especialista em finanças Cesar Grafietti) possam contribuir com seu conhecimento em quadros inteligentes e provocativos, que documentários possam ser realizados e que a criatividade seja colocada em prática (favor não confundir com baixaria e sensacionalismo).

E segue o jogo.

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