Felipe Melo: o rival que todo mundo ama – e apenas ama – ter

Créditos da imagem: Marcello Fim/Framephoto/Estadão Conteúdo

Há poucos meses, escrevi aqui que Rogério Ceni é o tipo de rival que todos amam e odeiam, simultaneamente, ter. Amam pois quando perde é o melhor tipo para ser tripudiado, mas quando ganha, é o mais difícil de engolir seus troféus.

Volto para dizer que, diferentemente de Ceni, Felipe Melo, o mais novo jogador afastado do Palmeiras, é o rival que todos amam – e apenas amam – ter.

Simples. Felipe é do tipo que faz papelão tanto na vitória quanto na derrota. Adora um microfone para aparecer e dá declarações avulsas, desnecessárias, apenas para chamar a atenção e desviar o foco tanto da vitória quanto da derrota.

É fato certo: ganhando ou perdendo, sempre fala algo que vira chacota, piada.

E quando não fala, faz, como na Copa de 2010 ou contra o Peñarol neste ano.

Quer sempre ser o dono do circo, um prato cheio para os rivais na época dos memes e matérias em tempo real.

Diretamente: se continuar assim, que não volte a atuar no Palmeiras nunca mais!

7 comentários em: “Felipe Melo: o rival que todo mundo ama – e apenas ama – ter

  1. Concordo que nesta passagem o Felipe Melo levou as definições de “fanfarronice” para outro nível! Como muito bem definiram alguns jornalistas da ESPN no Linha de Passe na época de sua chegada, parece que o Felipe Melo sempre procurou um atalho para ser ídolo do Palmeiras.

    Apesar disso, acho que continua sendo um ótimo jogador, que pode agregar muito se continuar aqui no Brasil.

  2. Só de a Mancha Verde apoiar o Felipe Melo e pedir sua reintegração já fica provado que o melhor é afastar mesmo, porque essas organizadas são tudo de ruim!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. Felipe Melo usa e abusa de declarações – leia-se vexames – públicas para esconder suas atuações fraquíssimas, ausência de técnica e inteligência tática. Estou sendo duro? Muito. Pegando pesado? Sim. Mas é justamente para evitar que apareçam novos Felipes por aí, forçando a idolatria com excesso de força física, enquanto jogadores dotados do bom e velho futebol talentoso e técnico brasileiro não ganham chance nesse mercado.

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