A máscara corintiana está caindo

Créditos da imagem: UOL Esporte

Corinthians mereceu perder para o Flamengo em Itaquera

Como gosta de dizer o meu pai, o jogo de ontem foi duro… de assistir.

Mais um, aliás.

Do repórter do SporTV, a nem tão surpreendente informação de que nos últimos 10 jogos (agora são 11), o Corinthians marcou apenas 8 gols. Mais: que nos 31 jogos do ano (agora são 32), em apenas 8 fez mais do que 1 gol.

A fórmula Cássio + compactação defensiva, que acabou dando certo no campeonato estadual, não parece ser suficiente para o restante da temporada.

Em outras palavras, não há indicadores de que o Corinthians possa voltar a se dar bem em 2019 e uma nova conquista parece distante (registre-se, por justiça, que nos últimos anos o clube tenha invariavelmente contrariado todas as previsões).

A falta de bons meias (Jadson, de quem sempre fui admirador, parece um ex-jogador em campo, totalmente incapacitado fisicamente e Sornoza lembra o inoperante Sierra, que jogou no São Paulo nos anos 90, e isso basta para ilustrar que ele não serve) impacta no rendimento da equipe toda e as únicas opções ofensivas acabam sendo Fagner e Clayson, ambos sobrecarregados pela lentidão e falta de criatividade (e capacidade) dos demais.

Como bem disse Luis Carlos Quartarollo, recém-contratado dos canais FOX-Sports, “ninguém joga mal tantas partidas seguidas impunemente”.

A máscara corintiana está caindo.

Carille, que retornou ao País com alguma dose de empáfia, está decepcionando em 2019.

Sobre o Flamengo, os destaques ficam por conta de Cuéllar e Bruno Henrique, dois dos principais jogadores do futebol brasileiro na atualidade.

E segue o jogo.

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