Afinal, será que ainda somos melhores do que alguém?

Créditos da imagem: Veja

O futebol brasileiro corre para escrever mais uma lamentável página em sua recente história de vexames

Tudo ainda está aberto, mas o São Paulo, tricampeão da América e do mundo, acaba de se colocar em situação inimaginável após ser comido com garfo e faca pelo fraquíssimo e até então pouco conhecido Talleres, da Argentina.

É só mais um triste capítulo do falecido futebol brasileiro, que coleciona resultados deploráveis nos últimos anos e faz levantar o seguinte questionamento: será que ainda somos melhores do que alguém?

Desde 2010, dentre tantas outras que vão sendo esquecidas, temos eliminações em Libertadores para times fracos da Colômbia (Tolima), do Paraguai (Guarany), do Equador (Barcelona), em Sul-Americana para times da Argentina (Defensa y Justicia) e do Chile (Palestino), além de perdas em mundiais para clubes da República Democrática do Congo (Mazembe) e do Marrocos (Raja Casablanca).

Além disso, temos um campeão brasileiro que chegou à semifinal da Libertadores sem enfrentar nenhum time realmente forte e, quando o encontrou, sucumbiu sem vencer nem em casa nem fora dela.

Para quem afirma ser o “país do futebol”, ter vencido apenas uma das últimas cinco finais Libertadores e nem sequer chegar à final nas outras quatro é, no mínimo, para se repensar a afirmação.

Tudo isso sem contar o iminente vexame no Sul-Americano sub-20, cujo desempenho sofrível faz com que seja grande o risco de estarmos ausentes do terceiro mundial da categoria dos últimos quatro disputados e, claro, as últimas três Copas do Mundo, com destaque para o emblemático 7 a 1 da Alemanha, uma “marca registrada” do nosso futebol atual.

E ainda há quem insista que o que falta para o nosso futebol é apenas “ginga”.

Dá tempo de o Tricolor treinar com a Águia de Ouro para o jogo de volta?

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