Koff é o pai das jóias gremistas

Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo

Em seu último mandato, o eterno Dr. Fábio Koff queria duas coisas: um título importante e devolver ao Grêmio a sua própria categoria de base. O título não veio, mas a base voltou a ser protagonista no tricolor.

Koff gastou muito, montou uma equipe recheada de medalhões (André Santos, Elano, Kléber Gladiador, Marcelo Moreno, Zé Roberto) e não teve êxito, talvez o erro estivesse na casamata, mas isso é assunto para outra hora. Na base, Koff prometia tirar o Grêmio das mãos dos empresários, queria um funcionário do clube em cada canto do Brasil e da América do Sul. Usava Danrlei, Tinga e Roger como exemplos de trabalho bem feito na base.

Assim foi e o Grêmio começou a buscar jovens jogadores por todo lugar. Luan veio do América de Rio Preto após uma Copa SP, Everton Cebolinha chegou do Fortaleza e a base em Eldorado voltou a priorizar talento e não ceder espaço a empresários com livre acesso ao clube.

Ontem e hoje, especulações dão conta de uma proposta do Shakhtar da Ucrânia pelo jovem Tetê, joia gremista que ainda nem jogou pelo time principal, os valores “já” estariam em R$ 176 milhões. O Grêmio diz que a promessa não sai, a não ser que a multa (100 milhões de Euros) seja paga.

Tetê é a boa nova do novo Grêmio que deixou de revelar zagueiros e volantes “quebradores” de bola. Arthur e Walace são volantes que sabem jogar e foram vendidos. Matheus Henrique e Jean Pyerre ganham espaço e logo devem cavar seu lugarzinho.

O mestre Koff se foi, seu legado será eterno.

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