Meu caminho do Brasil na Copa do Mundo

Créditos da imagem: Diário Potiguar

A Copa já começou e chegou a hora de a Seleção Brasileira entrar em campo! E o Brasil vai, como deve ser, parar por um mês. Ora, que mal faz a cada quatro anos um evento que, além do futebol, proporciona festas ao longo do território? E aos que rotulam a Copa como “pão e circo”: qual o problema de um belo espetáculo circense? Não consigo entender essa suposta relação entre um país melhor e uma população “desencantada do mundo”, segundo a famosa corrente sociológica, mas isso é discussão para Agosto. Aos que irão vestir a camisa amarela e ostentar as cinco estrelas costuradas no peito, segue o calendário brasileiro em busca da taça, de acordo com o mero achismo de minha parte:

Domingo, 17/06, 15h – Suíça:
Adversário complicado para a estreia. A tal da linha de 5 vai, sim, causar problemas à equipe, ainda mais se tratando da primeira partida. Ponto positivo: fracos ofensivamente, os suíços não terão capacidade para sequer passar do meio campo. Dito isso, difícil não acreditar que em 90 minutos Neymar e cia não tirem uma jogada individual da cartola para furar o bloqueio.

Sexta, 22/06, 9h – Costa Rica
Adversário melhor, jogo mais fácil. Como? Simples: com três pontos na mala e a Copa já em seu fervor, todos os grupos já terão tido suas primeiras partidas e a pressão estará, certamente, menor. Os centro-americanos também jogarão fechados, mas, como prevê o DNA do nosso continente, não resistirão a nos agredir. Pior pra eles.

Quarta, 27/06, 15h – Sérvia
Já classificado, hora de enfrentar o suposto melhor time do grupo (depois do Brasil, é claro) e que estará brigando pela vaga. Acredito que Tite colocará jogadores reservas e apoio a ideia, pois mesmo assim o Brasil é muito superior, e, se empatar, o treinador terá uma desculpa na manga.

Segunda, 02/07 – México – Oitavas de final
Começa a Copa do Mundo! Convenhamos, depois das análises da fase de grupos, não é arrogância concluir que a Copa começa em julho para nós. Um dos grupos mais fáceis nos colocou a frente dos mexicanos. Em jogos como esse o emocional tende a ser fator que decide – talvez o mais importante deles, inclusive. No entanto, o domínio que Tite tem nesta área é um de seus principais atributos. Logo, time por time, Brasil passa.

Sexta, 06/07 – Bélgica – Quartas de final
Complicou. Os belgas demonstram bom futebol nas eliminatórias e amistosos. Com o time cheio de bons jogadores, que não só jogam nas principais ligas do mundo, mas se destacam nelas. E pior: em todos os setores do campo. Motivo pra chorar? Claro que não! Nosso time é também é recheado de bons jogadores! Jogo difícil, mas na camisa pesada, disciplina tática defensiva e, principalmente, alegria brasileira (latina) lá na frente, Brasil é sim favorito. Esqueça PSG, Real Madrid, etc., chegou a hora de Neymar chamar pra si a responsabilidade, pois só piora…

Terça, 10/07, 15h – França – Semifinal
Pela primeira vez, entra o extracampo como adversário. Serão quatro dias de Zico, Zidane e Henry. Este é o jogo do qual mais tenho medo. Por causa disso, sim, mas também porque do lado de lá está escalado, no papel, o melhor time da Copa, afirmo com convicção. Como já mencionado, Neymar será fundamental. Além dele, é o momento do nosso jogador mais experiente se colocar em posição de líder que ainda não foi na Seleção. Trata-se de Marcelo, multicampeão europeu e que deve usar deste fato – ele será o atleta mais vencedor em campo – em nosso favor. A França é melhor que o Brasil, mas não tem jogadores do nível técnico e de estrela como esses dois. Brasil passa nos pênaltis.

Domingo, 15/07, 12h – Alemanha – Final
A final que o mundo quer ver e que a Rússia merece! Além do fenômeno 7 a 1, repetição de 2002. Se eles ganham, empatam em títulos conosco; caso contrário, abrimos vantagem. Com o time bem diferente de quatro anos atrás, e com o Brasil chegando com seus craques e a mensagem “viemos buscar o que é nosso”. Mais: em todas as finais que jogou, Neymar sempre fez partidas espetaculares (Peñarol, Espanha, Juventus, Ouro olímpico). Faltando uma partida pela sexta estrela, não deve ser diferente. Vou arriscar: Brasil passeia.

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