Palmeiras e os Mundiais de 1921, 1951 e 2021

Créditos da imagem: Marco Bianchi Profissa

O bom e velho Pepino e a esposa, Signora Uvinna di Bago

O que não sabem os piadistas mal-sucedidos que negam ao Palmeiras o título mundial de 1951 D.C. é que a glória planetária alviverde nasceu ainda antes da primeira conquista relevante da história do esporte bretão brasileiro do Brasil.

Refiro-me, obviamente, à memorável vitória de 1921 D.C., no mundial de corrida-de-saco de Bangladesh, que hoje completa hoje um século.

Queeem não se lembra do show de agilidade do ítalo-palestrino Pepino di Bago, medalha de ouro na categoria médio-ligeiro?!

Pepino di Bago nasceu careca, banguela e analfabeto em uma vila operária no subúrbio de Jundiaí. Representou como poucos a história do Clube de Campo Palmeiras, abrindo caminho para o sucesso de outras modalidades eletrizantes, como bolinha-de-gude, cabra-cega e pega-pega. E tudo isso mesmo sem ter saco para treinar!

Enfim, são 100 anos de hegemonia intercontinental e poliesportiva neste planeta que se convencionou chamar de Terra, Earth, como eles dizem lá.

Sobre o Mundial (jogado em) 2021, o time foi mal escalado. Atacou mal, sobretudo porque marcou mal. Faltou jogo de transição, ora pois.

Mas o Palmeiras tem Crefisa, digo, tem crédito, compreende?

Basta respirar, repousar, treinar melhor, escalar direito, acertar a defesa, ajustar o meio de campo e acordar o ataque, para erguer outro caneco nacional ainda nesta estação, conforme vocês verão.

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