CR7 na Juve: o fim da Guerra Fria no futebol europeu

Créditos da imagem: Montagem / AirNews Online.com

As notícias não param de pipocar. Cristiano Ronaldo já estaria com tudo certo com a Juventus e deverá desfilar seu futebol no belíssimo Juventus Stadium, em Turim.

Ronaldo chegou em 2009 à Espanha e desde então intensificou a polarização entre Barcelona e Real Madrid. Como a Guerra Fria disputada entre Estados Unidos e União Soviética durante a segunda metade do século passado, CR7 surgiu inicialmente como o anti-Messi, mas se tornou uma marca própria, gigantesca e capaz de superar o argentino em números, conquistas e idolatria.

No entanto, essa bipolarização do futebol europeu sempre deixou saudade àqueles que adoravam vê-lo disputado entre grandes equipes de vários países, todas com grandes esquadrões, como Milan, Juventus, Manchester United e Arsenal.

Sua saída para Juventus não diminuirá a grandeza e a força do Real Madrid, mas naturalmente garante ao time italiano uma força ainda maior no cenário internacional. Vice-campeã em duas das últimas quatro edições, CR7 pode ser exatamente o que faltava para que o futebol italiano volte a figurar no topo da UEFA Champions League oito anos após a última conquista, da Inter.

É claro que, infelizmente, o futebol doméstico italiano tende a ficar ainda mais desequilibrado. Já com o heptacampeonato consecutivo conquistado, a Juve deve se perpetuar no topo e manter uma hegemonia jamais vista no futebol da Bota. Não é o ideal, mas pode ser o reinício de uma força que a Itália, fora da Copa do Mundo de 2018, precisava para se reconstruir e colocar novamente seus times em patamares parecidos com o que alcançava até o final da década passada.

Com a Inglaterra cada vez mais forte, inclusive com seus times de médio porte alcançando valores equiparados a outros grandes da Europa, é possível prever novamente um futebol europeu mais igualitário entre si, embora a Anos-luz de outros continentes, principalmente o americano.

Em época de decisão de Copa do Mundo, somente alguém do tamanho de Cristiano Ronaldo poderia tomar tanto holofote do jornalismo esportivo.

7 comentários em: “CR7 na Juve: o fim da Guerra Fria no futebol europeu

  1. Eu DUVIDO que ele vá mesmo!!!!!!!!! Eu nem a pau que ia sair do Real, favorito a ganhar tudo!!!!!!!!!!!! E se eu sou o Real, nunca que ia aceitar perder meu goleador decisivo!!!!!!!!!!!!!

    1. Pagando a multa não tem papo. E ele já ganhou tudo o que tinha pelo Real. Quer é dar alegria em outros ares. Eu acho correto ele mudar de clube. Sair da mesmice. Os melhores querem desafios e não coisas fáceis

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