Na roda-gigante da bola, agora somos o destino dos “muletinhas”

Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo

O mundo é mesmo uma roda-gigante, e o futebol também. Gira, roda, gira…

Nos anos 1970/80, querendo implantar o “soccer”, holandeses que dominavam as ligas americanas levaram para lá grandes craques em fim de carreira, mas que ainda davam bem no coro. E deram, porque eram craques de verdade. Pelé, Beckenbauer, Carlos Alberto Torres, uma infinidade. Depois, com o mesmo objetivo, apareceu o Japão, e para lá se mandou Zico, seguido por tantos que ainda não queimavam Óleo 40. A próxima parada parecia ser a Rússia, a China, mas não. Com grana alta, muito alta, os chineses, especialmente, estão levando não apenas veteranos bons de bola, mas jovens, uns sim, outros não.

E os “muletinhas” estão vindo parar aqui, na Terra de Santa Cruz, que continua produzindo boas e ágeis canelas, mas agora, sem conseguir segurá-las por algum tempo, trazendo de volta, e importando outras, calejadas, batidas. Espera-se que, pelo menos, sem reumatismo de monta. Algumas, a gente já percebeu que voltaram bem enferrujadas, vivendo mais “nas oficinas” do que nos campos. Custo-benefício baixíssimo. Vejamos como se comportarão os mais recentes importados.

Com o detalhe, importante, que chegam para o Brasileiro, e não para os estaduais, nos quais alguns repatriados, moços-velhos, enganam fazendo gols de montão contra adversários catadão.

Deixe sua opinião e colabore na discussão