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Se conseguir segurar o seu poderoso trio de ataque, o Santos deve brigar pelo caneco do Brasileirão

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Créditos da imagem: Montagem / No Ângulo

Okay, o jogo foi contra um enfraquecido Sport (especialmente se comparado ao do ano passado).

Mas o primeiro tempo do Santos na primeira partida em que pôde contar com os retornos dos selecionáveis Gabigol e Lucas Lima (Ricardo Oliveira está em fase final de recuperação física) foi de encher os olhos.

Trocas de posição, com o sempre ótimo lateral Victor Ferraz aparecendo como opção no meio de campo, velocidade na recomposição… Enfim, um time robusto e organizado dentro de campo.

Ainda que Lucas Lima tenha participado apenas do segundo tempo (quando o desempenho do Santos caiu, pois Joel, que realmente perdeu gols que Ricardo Oliveira fatalmente teria feito, foi injustamente sacado no intervalo, já que ele abria e dava profundidade ao jogo do Peixe, que fluía bem e criava inúmeras chances de gol muito em razão da boa movimentação do camaronês), o ânimo da equipe era outro simplesmente por saber que poderia contar com os seus astros maiores.

E esse Santos do competente e (ainda) pouco reconhecido Dorival Júnior (que deveria ter um contrato de 5 anos com o clube, tamanha a química entre eles e pela qualidade do trabalho desenvolvido), caso consiga segurar Gabigol, Ricardo Oliveira e Lucas Lima (especialmente este, o maestro do time), deve sim brigar pelo título do Brasileirão.

O desempenho do Dorival, em que pese a bobeira dada na reta final de 2015, quando o Santos deixou escapar a vaga na Libertadores, respalda o pensamento de que 2016 pode render mais uma conquista para o Peixe, agora em âmbito nacional.

Agora, se por acaso alguma venda se fizer necessária, a fim de que, como gostam de dizer os dirigentes, se “equilibrem as finanças”, que seja a de Gabigol. Primeiro que ele é o jogador mais valioso do elenco (e do futebol brasileiro). Segundo que, dos três, ele é o que menos faria falta à equipe. Ainda mais se o recém contratado Copete, da mesma posição, jogar o mínimo que dele se espera (já que Paulinho é limitado e pouco acrescenta).

Ora, Vanderlei; Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique e Zeca; Thiago Maia, Renato, Lucas Lima e Vitor Bueno; Gabigol (Copete) e Ricardo Oliveira formam ou não a melhor equipe titular do país? Na minha opinião, sim. Sem falar que Dorival anda redescobrindo alguns jovens talentos que estavam perdidos como Lucas Veríssimo, Léo Cittadini, Caju (que, até o momento em que cansou, foi bem ontem substituindo o suspenso Zeca), Serginho e outros, que podem ser úteis.

Embora o consistente Grêmio (do também competente Roger, que teria sido indicado por Tite para ser o seu substituto no Corinthians) seja, hoje, o meu maior candidato ao título, o Santos definitivamente pode estar na parada.

A conferir se os seus dirigentes assim permitirão.

E segue o jogo.

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Opinião: ser ídolo no futebol brasileiro é algo cada vez mais difícil

Escrito por:

- possui 244 artigos no No Ângulo.

Natural de Brasília, mas residente em São Paulo desde que se conhece por gente, é um apaixonado por esportes e pela “sétima arte”. Jornalista e advogado, busca tratar o futebol com a descontração que lhe é peculiar, com o compromisso da boa informação e opinião consistente.


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18 respostas para “Se conseguir segurar o seu poderoso trio de ataque, o Santos deve brigar pelo caneco do Brasileirão”

  1. Vicente Prado (Coluna do Leitor) Vicente disse:

    É O MELHOR TIME DO PAÍS!

  2. Fabio Palmieri (Coluna do Leitor) FABIO A PALMIERI disse:

    Se melhorar o desempenho jogando como visitante, é um candidato sim.

    • Fernando Prado Fernando Prado disse:

      Muito bem observado, Fabio.

      Eventual título santista passa obrigatoriamente por um desempenho mais consistente nos jogos fora de casa neste ano.

      Vamos ver se a vitória contra o Santa Cruz foi fogo de palha ou um sinal de que o Santos vai passar a ser um visitante mais combativo mesmo.

      Valeu, um abraço!

  3. Diogo Soares disse:

    Mais uma no análise do Fernando, só discordo em não por Luiz Felipe como titular

  4. José Maria de Aquino Jose Aquino disse:

    Desse jeito você enfarta o Vicente..rsss

  5. Boa análise, mas como santista noto que o time tem desempenho irregular, principalmente fora de casa. Destaco ainda o pouco citado goleiro Vanderlei, que faz até por merecer uma convocação para a seleção. Raramente falha, sai bem do gol e possui boa colocação.

  6. Del ED disse:

    Nosso problema é zaga…e os dirigentes não entendem ..

  7. Tiago disse:

    Junte tudo o que foi escrito nessa coluna e some com a presença da torcida no estádio. Aí teremos um real candidato ao título do brasileiro e tbm da copa do Brasil!

  1. […] Furacão vai enfrentar um Santos motivado (vem de 3 vitórias consecutivas) e apenas empatará em casa, onde costuma ser muito […]


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Formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero. Redator, repórter, pauteiro e editor-assistente da editoria de Esportes da Folha. Trabalhou também na Folha da Tarde, Agora São Paulo, BOL, AOL e UOL. Paulistano, acompanha de perto o futebol desde a época em que os camisas 10 dos grandes times paulistas eram Pelé, Rivellino, Gérson/Pedro Rocha, Ademir da Guia e Dicá.

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Em seus mais de cinquenta anos de carreira, teve passagem marcante pelos principais veículos de comunicação do país, de todos os tipos de mídia, como Rede Globo, SporTV, Revista Placar, O Estado de São Paulo, Jornal da Tarde e Portal Terra. Além de um expoente do jornalismo esportivo brasileiro, também é advogado de formação.

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Nascido dias após a seleção de Telê encantar o mundo e não levar o caneco na Copa da Espanha, esse paulistano é especialista em política urbana. Com formação em gestão do esporte, também encara apaixonadamente o futebol como fenômeno cultural.

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Jornalista há 19 anos, já cobriu Copa do Mundo, NBA, Nascar, Pan, Mundial de vôlei, Copa do Mundo de ginástica, Libertadores e as principais competições do futebol nacional. Começou no A Gazeta Esportiva, passou pelo site do Milton Neves, Agência Estado, Agora São Paulo, Terra, ESPN e está na TV Gazeta. A trabalho, conheceu 8 países, 18 estados do Brasil e mais de 100 estádios.

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