Como se fosse a primeira vez – o mesmo personagem, a mesma conclusão: fora, Rogério!

Vinha escrevendo a minha coluna 300* pensando num apanhado de pontos que soavam polêmicos e, hoje, parecem até ortodoxos. Resolvi descartar, perante a oportunidade de retomar, na tricentésima publicação, o tema da estreia. O convite inicial do site foi exatamente Leia mais… »

As aparências – e até vitórias – enganam (mas não para sempre)

O leitor perdeu a conta de quantas vezes leu ou escutou sobre o “ótimo trabalho” de um técnico nos primeiros jogos, com este sendo detonado (até demitido) semanas depois. Renato Gaúcho, tema da ótima coluna do colega Jorge, é o Leia mais… »

Renato Gaúcho esteve a um passo do céu; dois meses depois, a máscara caiu

Basta um clique no Google com o nome de Renato Gaúcho e Seleção Brasileira para viajar até o meio deste ano e ver notícias de que o treinador estava muito cotado para assumir o lugar de Tite no banco da Leia mais… »

Nenhum técnico é bom o suficiente para o Flamengo. Jesus seria, se tivesse continuado?

Após alguns resultados flamenguistas decepcionantes, que sugerem o natural encerramento de uma rotina de goleadas em série absolutamente fora do normal, Renato Gaúcho começa a receber as primeiras críticas na Gávea. O Flamengo tradicionalmente tem essa bipolaridade, com seus personagens Leia mais… »

A dança das cadeiras dos treinadores: é a indústria

“Os treinadores precisam de tempo”. Esta frase é bastante comum no mundo do futebol, especialmente o brasileiro. Clubes que demitem e trocam seus treinadores duas ou três vezes num ano, sem tempo de adaptação e desenvolvimento da “filosofia”. É verdade. Leia mais… »